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Vigilância é acusada de agir de forma diferente quanto à aglomeração em restaurantes

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Praça de alimentação do shopping tem 90% das mesas ocupadas com mais de 2 pessoas

O fechamento do restaurante Tardezinha Grill e Fishes pela Vigilância Sanitária ocorrido na noite do último sábado, 5, foi um dos assuntos mais comentados pelos acreanos nas redes sociais durante o final de semana. O empresário, proprietário do estabelecimento, Neto Britto, afirmou que o motivo alegado para fechar as portas do local foi o fato de mesas, mesmo estando no distanciamento correto, estarem com mais de dois clientes ao mesmo tempo.

Em uma rede social, Neto afirmou que teria conversado com representantes de órgão de fiscalização e recebeu a garantia que seria consenso que essa norma não faria mais sentido. “Faltou sensibilidade da fiscalização. Pois argumentamos na hora do anúncio que tivemos em diálogo com os representantes dos órgãos sanitários e demais órgãos de fiscalização sobre a inviabilidade de algumas normas, que engessam as ações de quem busca trabalhar de forma correta nesta pandemia. Uma dessas normas era a permanência de somente duas pessoas por mesas, que era consenso dentre os órgãos que essa norma não existira mais nos decretos”, disse.

Leia também:  Tardezinha é fechado por descumprir norma da vigilância

Para ele, a regra é algo sem sentido. “Por exemplo, como um estabelecimento receberia um aniversário com quatro integrantes de uma família ou amigos, com duas pessoas em cada mesa, essas com distanciamento de dois metros?”, questionou. Após a divulgação da notícia sobre o fechamento do Tardezinha, centenas de internautas passaram a corroborar com o argumento do empresário de que seu estabelecimento estaria recebendo um rigor na fiscalização que não acontece em outros lugares.

O ac24horas foi às ruas no final de semana. Um ponto que não precisa de denúncia, já que é parte do único shopping da cidade, é a praça de alimentação do Via Verde Shopping. Durante três dias, a reportagem esteve no local pela parte noturna e constatou em todas as oportunidades que 90% das mesas estavam ocupadas com mais de 2 pessoas. Grupos de até 8 pessoas da mesma família ou de amigos chegaram a ocupar a mesma mesa.

Indagados, funcionários dos restaurantes que ficam no local e que não querem ser identificados, afirmam não terem lembrança da presença da vigilância sanitária no local. “Eu trabalho aqui todo dia e não lembro deles terem vindo nenhuma vez. Pode ser que tenham sido em outro horário, mas no período da noite, nunca vi”.

Nas redes sociais, os internautas passaram a postar fotos de diversos bares e restaurantes com mais de duas mesas nas mesas. A reportagem procurou a assessoria da prefeitura. No caso da Tardezinha, a informação é de que o local já havia sido notificado e que a vigilância sanitária junto com a Polícia Militar e representantes do Ministério Público realizaram fiscalização durante todo o feriadão. O município prometeu divulgar um balanço dessas ações nesta segunda-feira, 7.

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WWF incentiva uso de drones contra crimes ambientais no Acre

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A organização WWF está apostando no uso de drones para monitoramento de áreas remotas e desde o ano passado, com o registro de altas taxas de desmatamento e queimadas na Amazônia brasileira, deu início a um projeto de utilização de veículos aéreos não tripulados –popularmente conhecidos como drones- para monitorar territórios e tentar antecipar problemas.

Desde então, foram doados 19 drones para 18 organizações diferentes, espalhadas em seis estados do Norte do Brasil –num investimento que, apenas em equipamentos, soma cerca de R$ 300 mil. Essas organizações recebem ainda capacitações e outras ferramentas que otimizam o uso dos dados gerados pelos drones, como GPS, telefones celulares e notebooks.

Entre as organizações que estão recebendo este apoio estão o Batalhão de Policiamento Ambiental do Acre; a Apitem (Associação do Povo Indígena Tenharim Morõgwitá), no Sul do Amazonas; a Amoprex (Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes), em Xapuri, no Acre; o Instituto Kabu, no Pará; e as prefeituras das cidades amazonenses de Boca do Acre, Apuí e Humaitá.

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Imac já emitiu 4 mil licenças ambientais no governo Cameli

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O governo do Acre publicou nesta sexta-feira, 18, um comunicado afirmando que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) “trabalha dentro legais e de forma não burocrática” e que, em função disso, já expediu cerca de 4 mil licenças ambientais desde 2019 até este mês de setembro.

Esse trabalho, diz o órgão, possibilita a aquisição de linhas de crédito junto às instituições bancárias pelos produtores.

Atualmente, no instituto, não existe nenhum licenciamento atrasado, informou o presidente do Imac, André Hassem. “A demora maior dos licenciamentos é daqueles que não preenchem as formalidades requeridas pela legislação estadual e federal. Quando assumimos, havia processos parados desde 2011, hoje não há mais”, esclareceu.

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Acre supera 6 mil focos de queimadas em 2020, mostra o Inpe

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Desde 2016, o Acre não registrava essa quantidade de focos de calor no período de 1º de janeiro a 17 de setembro. Naquele ano, foram 6.588 contra 6.260 em 2020.

Com relação a 2019, há um crescimento de 15% no número de focos detectados pelo satélite de referência AQUA Tarde – 6.260 contra 5.417 focos.

No total de focos por estado, o Acre está em 8º lugar no Brasil, com 4,4% do total acumulado nas 27 unidades da federação. Nas últimas 24 horas, foram 314 registros, 57 apenas em Rio Branco.

Sena Madureira (56), Xapuri (43), Bujari (36), Brasiléia (16) e Porto Acre (14) foram os outros municípios acreanos com mais registros nesta quinta-feira,17 de setembro.

A Amazônia tem a maior quantidade de focos de queimadas desde o ano de 2010. Em 2020, são 68.486 focos registrados contra 60.470 do ano passado, uma diferença de 13%.

A situação mais dramática do fogo hoje no Brasil é a do Pantanal, com 15.835 focos de queimadas, 202% a mais do que em 2019, quando foram registrados 5.233 focos.

Os dados completos estão no Boletim de Monitoramento de Focos de Calor do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

 

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Prefeito de Porto Walter tem prestação de contas negada

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O prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary (MDB), que é o atual presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), teve sua prestação de contas do exercício de 2017 considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que aponta uma série de erros do gestor.

A Corte de contas encaminhou cópia da prestação ao Ministério Público do Estado do Acre e à Câmara Municipal de Porto Walter para adoção de procedimentos administrativos.

Segundo o TCE, Barbary descumpriu o limite máximo de 54% da receita corrente líquida com despesas de pessoal e não criou o sistema de controle interno da gestão. Segundo o conselheiro Ronald Polanco, a prefeitura deixou de contabilizar R$ 43 mil do valor integral das Obrigações Patronais, além de empenho em valor maior que o contratado, referente ao contrato nº 001/2016, firmado com a empresa Vance Assessoria & Auditoria Contábil Eireli – ME. As informações são do Diário Eletrônico do Tribunal de Contas.

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