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Destaque 7

Direção da Prontoclinica esclarece que condenação da justiça é referente a antiga gestão

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A Pronto Clinica de Rio Branco encaminhou uma nota de esclarecimento ao ac24horas nesta terça-feira, 22, logo após a repercussão se uma sentença condenatória solidária por supostamente ter negado atendimento a uma criança que na época portava carteira de convênio da Ameron.

A Unidade de Saúde informa que o processo é referente a 2015, ainda na antiga gestão. Na época, a criança recebeu os primeiros atendimentos e posteriormente encaminhada para UPA, unidade mais adequada para o referido caso, explica.

A atual direção esclarece ainda que na época dos fatos a Pronto Clínica estava com o convênio da Ameron suspenso por problemas administrativos e atualmente não atende mais via Ameron.

A direção informa ainda que o médico Saulo Beyruth atualmente não faz parte do quadro de profissionais da instituição. A atual gestão dispõe para população acreana mais de 10 instituições conveniadas para melhor atender.

“Todos os nossos colaboradores são diariamente orientados a atender com qualidade e eficiência regidas pelas normas de saúde da atualidade”, explica o comunicado.

O referido processo ainda dispõe de recursos jurídicos disponíveis para que esta instituição possa recorrer da sentença aplicada no último dia 18/01/2019, pela juíza Maha Kouzi Manasfi e Manasfi;

“Para finalizar gostaríamos de ressaltar a qualidade no atendimento e constantes melhorias que a atual gestão vem realizando na Pronto Clínica.

A atual gestão do hospital é dirigida pelo médico Otorrinolaringologista Dr. Carlos Beyruth, CRM 099, médico que atua há mais de 40 anos no Estado do Acre, mestre em Medicina e Saúde pela UFBA/Governo do Acre”, finaliza o comunicado.

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Extra Total

Gladson Cameli vive dias de Donald Trump com ‘governo fechado’

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FOTO: ODAIR LEAL

Nestes primeiros dias de janeiro, o Palácio Rio Branco (sede do governo acreano) e a Casa Branca (do governo norte-americano) nunca estiveram tão distantes e tão próximos ao mesmo tempo. É que ao menos um ponto aproxima o governador Gladson Cameli (Progressistas) do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump: seus respectivos governos estão fechados.

No caso americano, a gestão federal está paralisada por conta do cabo-de-guerra entre Trump e a oposição democrata em torno do Orçamento. O republicano quer que o Congresso aprove uma verba de quase US$ 6 bilhões para construir o polêmico muro na fronteira com o México. A barreira física é a forma defendida pela Casa branca de conter a entrada de imigrantes oriundos da América Latina.

A oposição é contra e diz que, durante a campanha, Trump declarava que o muro seria bancado pelo México. Enquanto não entram em acordo, o orçamento federal não é aprovado e o governo fica praticamente paralisado.

No caso do Acre não há muros na questão, apenas a falta de recursos já que o orçamento de 2019 ainda se encontra fechado. Por conta destes entraves legais, a gestão progressista de Gladson Cameli vem operando com as sobras deixadas pelo antecessor, Sebastião Viana (PT).

A verba não é muita, mas é a única que o Palácio Rio Branco tem em caixa para funcionar nestes primeiros 20 dias. A previsão da Secretaria da Fazenda é que o novo orçamento seja aberto ainda essa semana. Conforme fontes do ac24horas, a informação mais recente dava conta de que na quarta (24) a pasta já liberaria os cofres do governo.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada em dezembro do ano passado pela Assembleia Legislativa prevê um orçamento de pouco mais de R$ 6 bilhões. São com esses recursos que a gestão Gladson trabalhará até o fim de 2019.

Com a verba liberada e o governo funcionando de fato a partir desta semana, a equipe econômica terá condições de definir como usará a verba da melhor maneira possível com o cenário de crise nas contas públicas provocada pelo aumento das despesas, aliada à queda das receitas nos últimos anos.

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Destaque 5

Manoel Morais dará posse e presidirá eleição na Aleac

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O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Manoel Morais (PSB), dará posse aos novos deputados estaduais e, em seguida, presidirá a eleição da nova Mesa Diretora no dia 1º de fevereiro em horário regimental, ou seja, às 10h. A informação é da assessoria da Assembleia Legislativa.

De acordo com o Regimento Interno da Casa, o deputado Manoel Morais foi reeleito e, nesse caso, será ele a presidir a sessão, já que o mandato do atual presidente, Ney Amorim (sem partido) se encerra no dia 31. Logo após a posse, a sessão será suspensa para que se organize a eleição da Mesa que vai administrar o Poder nos próximos dois anos. O ac24horas apurou que o nome do deputado Nicolau Junior (PP) deverá ser confirmado na presidência.

A eleição para a 1ª Secretaria, hoje ocupada por Morais, está sendo disputada dentre os deputados Luís Gonzaga (PSDB) e o emedebista novato na Aleac, deputado eleito Roberto Duarte. Pelo que foi apurado, a decisão se dará em votação não secreta. Os demais cargos serão usados como moeda de negociação com os demais partidos.

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