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Quase 4 mil alunos iniciam ano letivo no município de Tarauacá

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Com o fim da greve dos professores da rede municipal de Tarauacá, que durou cerca de duas semanas, dão início ao ano letivo nesta segunda-feira, 25, quase 4 mil alunos de escolas públicas da zona urbana.

O planejamento do calendário escolar estabelecia que as aulas começassem no dia 11 de março. Depois de negociação entre a categoria e a secretaria municipal de educação, os professores aceitaram um abono de R$ 1 mil e R$ 500 para os funcionários de apoio, que deve ser pago no mês de dezembro deste ano.

“No entendimento de toda conjuntura da proposta que a categoria aceitou não é o que nós esperávamos, mas a categoria deliberou por aceitar”, afirmou Janaína Furtado, que é professora e vereadora município.

Dessa forma, para concluir os 200 dias de aulas exigidos pelo Ministério da Educação, o ano letivo começa em atraso e deve ser concluído no mês de janeiro de 2020.

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Destaque 6

Marina recusa fusão com PPS e faz nova tentativa para salvar Rede

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O sonho de Marina Silva de formar um partido que superasse as práticas da “velha política” pareceu chegar ao fim após o primeiro turno das eleições de 2018, quando seu capital político se reduziu a 1% do eleitorado, e a Rede, partido criado em 2015, falhou ao tentar superar a cláusula de barreira. A norma impede o repasse de recursos públicos e o acesso à propaganda na TV e no rádio a legendas que não atingirem um patamar mínimo de votos para deputado federal.

Mesmo engolida pela onda conservadora que elegeu o PSL, Marina está disposta a uma última tentativa. Após meses de divisão no núcleo mais próximo à ambientalista, a Rede recusou uma fusão com o PPS e quer funcionar à base de doações de filiados e simpatizantes, o que Marina chama de “fundo voluntário”.

Em 2018, o partido direcionou metade de seu dinheiro para a campanha presidencial. A estratégia era que a figura de Marina conseguisse levar o partido a superar 1,5% dos votos para deputados federais em pelo menos nove estados, uma das exigências da nova legislação eleitoral. Durante a campanha, no entanto, o capital político da ex-senadora se desidratou dos 20% que tinha no início de junho de 2018, segundo as medições de intenções de votos, para 1% dos votos registrados no primeiro turno da eleição presidencial.

Com isso, integrantes da Executiva Nacional (ou Elo, como é chamada no partido) passaram a defender abertamente uma união com o PPS. As discussões sempre foram respeitosas, segundo interlocutores, mas representaram uma das principais divisões da história do grupo.

Boa oferta

Legalmente, a legislação eleitoral proíbe que partidos com menos de cinco anos façam fusões. Mesmo assim, segundo participantes das conversas, a Rede recebeu uma boa oferta. O PPS estava disposto a receber os filiados da sigla, rediscutir seu estatuto e mudar de nome. Na última semana, contudo, Marina ligou para o presidente do PPS, Roberto Freire, e agradeceu a proposta, mas disse que a Rede tentará seguir com as próprias pernas.

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