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Servidores do Into/Acre denunciam salários atrasados

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Profissionais alegam que baixo número de servidores faz com que técnicos cuidem de até de 7 pacientes

Com a chegada de uma segunda de contaminação da Covid-19 no Acre, aumenta a preocupação dos servidores que trabalham no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into). O Hospital de Campanha montando no local é a principal referência para o tratamento da pandemia no estado. Acontece que os servidores têm uma preocupação maior do que apenas atender os pacientes.

O ac24horas recebeu relatos de diversos servidores que denunciam carga excessiva de trabalho e atraso no pagamento. O descaso, de acordo com alguns é tamanho, que já existe a ameaça de denúncia ao Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), caso providências não sejam adotadas pela empresa que administra a unidade de saúde.

Uma das reclamações vem dos técnicos de enfermagem. Eles alegam que pela lei, podem cuidar de no máximo cinco pacientes. Por conta do número menor de profissionais do que é necessário, existem técnicos cuidando até de 7 pacientes. “Já chegou a hora de tomarmos uma decisão em relação à quantidade de pacientes. Estamos sobrecarregados, está cada vez mais difícil trabalhar por ter gente demais internado e poucos técnicos. Precisamos tomar uma providência sobre isso. Nós estamos ficando doentes, alguém precisa resolver isso”, diz um servidor em um dos áudios recebidos pela reportagem.

Outro questionamento é a falta de equipamentos. De acordo com o relato de outro servidor, pacientes “apertados” fazem xixi nos cestos de lixo por causa da quantidade insuficiente de papagaio e comadre hospitalar que são usados para pacientes com dificuldade de levantar do leito até o banheiro.

Há ainda o relato do atraso de pagamento de salários. A reportagem recebeu relatos e prints de conversas em um aplicativo de celular, onde servidores relatam que estão com salários atrasados.

O ac24horas entrou em contato com Antônio Carlos, diretor da Mediall Brasil, que negou as denúncias. “Não existe atraso salarial de nenhum profissional CLT, e obedecemos rigorosamente à legislação de quantitativo assistencial e ademais somos fiscalizados frequentemente por todos os conselhos de classe. Nenhuma das denúncias procede”, afirma.

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Acre

Gonzaga pede fim das brigas políticas e exige rumo ao governo

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) alertou para o fim das eleições e a necessidade de reagrupamento das forças que ajudaram a eleger Gladson Cameli governador do Acre.

“Não é momento para briga”, disse o deputado do PSDB. “É preciso que a base governista esteja unida para trabalhar em favor da população”, reforçou afirmando ter viajado pela comunidade Grajaú, no Vale do Juruá, e viu a vida difícil daquela população.

Em outros locais, a reclamação é a mesma. Havia comunidade em que não se faz recuperação dos ramais há cinco anos. “O que resta para os políticos deste Estado é se unirem”, disse, citando especificamente o enfrentamento à fome no Acre.

Gonzaga alertou para a questão do Orçamento Geral da União, cujo relator é o senador Marcio Bittar -situação que facilitaria a luta por recursos para o Acre.

“O governador é um grande líder e tem de manter a governabilidade. Temos de pensar no todo e saber para o Estado vai”, disse.

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Acre

Ex-presidente do PDT Acre, Hedilberto morre aos 68 anos

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O advogado e ex-presidente do Partido Democrático Trabalhista do Acre (PDT-AC), Hedilberto Saraiva, 68 anos, faleceu na noite desta segunda-feira, 30, em Rio Branco. Saraiva está sendo velado na Loja Maçônica Manoel Marinho Monte, na rua Hechen Farhat, Vila Ivonete.

Hedilberto era funcionário aposentado da Universidade Federal do Acre (UFAC).

Segundo informações, os problemas de saúde do advogado se agravaram depois de um acidente em que causou uma fratura de fêmur. Mesmo após cirurgia, Hedilberto teve complicações e além do quadro preexistente de insuficiência renal, descobriu um câncer no fígado.

O Hedilberto Saraiva, que tratava a doença, passou mal e foi levado ao hospital, onde foi a óbito.

O PDT do Acre fechou a sede do partido durante esta terça-feira, 01, em respeito e luto pelo falecimento de Saraiva. Nas redes, a Executiva emitiu uma nota de pesar lamentando o óbito do ex-presidente do PDT Acre.

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Acre

Longo diz que exigências do Detran podem extinguir despachantes

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O deputado Pedro Longo (PV) fez nesta terça-feira (1) apelo ao Detran do Acre sobre a situação dos despachantes, objeto de indicação para solução de problemas feita pelo parlamentar.

De acordo com Longo, que já foi diretor-presidente da autarquia no Estado, os despachantes representam 70% dos atendimentos no Detran. “Os servidores preferem trabalhar com a categoria porque os documentos já mandam adequados, facilitando a operação administrativa e burocrática”, explicou.

O parlamentar enfatiza que os despachantes são credenciados pelo órgão e que somente uma concessionária faz 500 emplacamentos ao mês em Rio Branco. “Se 500 clientes tivessem de ir ao Detran em plena pandemia –e é isso que pode acontecer”, diz o deputado ao criticar a exigência de procuração oficial, com assinatura presencial no cartório, que o Detran vem fazendo para representação do cliente.

“O dia a dia dos trabalhos é feito por procuração simples”, explica Longo. “Ora, se eu tenho de ir no cartório eu vou direto ao Detran. Na prática isso significa extinguir uma categoria”, critica o deputado do PV. “Não há a menor necessidade de que isso ocorra. Nossos despachantes e autoescolas são formados por homens e mulheres sérios. Que a diretoria do Detran suste imediatamente essa exigência”, pediu.

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Acre

Uma semana após posse, policiais civis não estão lotados e delegacias pedem socorro, diz deputado

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Foto: Marcos Vicentti/Secom

O deputado Cadmiel Bonfim (PSDB) fez observações sobre a lotação dos policiais civis, que uma semana depois da cerimônia de posse ainda não estão em seus postos de trabalho. “O que está faltando?”, questionou o parlamentar tucano durante sessão da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 1..

“Falta pessoal nas delegacias, enquanto isso na Delegacia de Flagrantes há sobrecarga de trabalho”, denuncia o deputado, criticando, ao mesmo tempo, a falta de gestão nesse caso. A postura de Cadmiel chamou atenção de membros da base do governo pois suas críticas já seriam um efeito pós-eleições.

“A Defla hoje é um local insuportável para se trabalhar. As guarnições ficam esperando a vez para fazer as ocorrências”, alertou o parlamentar, lembrando ainda da questão dos custodiados.

“Se já sabiam que seriam incorporados tantos policiais por que não planejaram?”, voltou a questionar o parlamentar. Segundo ele, a situação faz da Defla “uma bomba” prestes a explodir.

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