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Brasiléia tem foguetório após morte por suposto acerto de contas entre facções

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O terror e a violência impostos pelos grupos criminosos que se espalharam pelo Acre deixaram, há muito tempo, de ser excepcionalidade. Os casos de homicídios por acertos de conta ou disputas de territórios entre facções rivais ganharam os municípios e na regional do Alto Acre não tem sido diferente.

Na noite desta quarta-feira, 18, o município de Brasiléia teve um registro marcante da situação de insegurança e medo que aflige os acreanos, quando criminosos soltaram fogos logo após assassinar um jovem com quatro tiros na cabeça, no bairro José Peixoto, proximidades do hospital Raimundo Chaar.

A vítima, identificada como Wanderson da Silva Conceição, de 28 anos de idade, foi morta na frente da namorada, quando a casa em que eles estavam foi invadida pelos assassinos. Ele morreu no local e a moça não foi ferida, mas foi encontrada em estado de choque pelos policiais que atenderam a ocorrência.

Socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) confirmaram o óbito no local. Três viaturas com homens do 5º Batalhão da Polícia Militar também estiveram no local, onde ajudaram no recolhimento do corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco.

Após o corpo ser recolhido, relatos obtidos pelo jornal O Alto Acre deram conta de que o mesmo carro no qual os criminosos chegaram ao local da execução parou em uma rua próxima e os ocupantes dispararam rojões em provável comemoração à eliminação do suposto rival, se evadindo em seguida.

Há pouco mais de uma semana, um foragido da penitenciária Francisco de Oliveira Conde foi enviado de Rio Branco a Xapuri para eliminar faccionados rivais, segundo investigação da Polícia Civil. Na ocasião, dois jovens foram esfaqueados pelo indivíduo, tendo um falecido no local do crime.

Com colaboração e fotos do jornalista Alexandre Lima.

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Cidades

Em Xapuri, casal preso com armas cultivava maconha embaixo de pia

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Uma denúncia anônima por perturbação da ordem em um “quarteirão” – conjunto de pequenos apartamentos – localizado no bairro da Bolívia, em Xapuri, feita na noite do último domingo (29), levou uma guarnição da Polícia Militar a um achado não muito comum nas ocorrências de crime registradas no município.

Ao chegar ao local e constatar o que havia sido denunciado, os policiais encontraram mais do que se esperava. Além de armas – uma escopeta calibre 16 e uma espingarda de pressão adaptada para uso de munição calibre 22 – a polícia deparou-se com dois vasos onde eram cultivados pés de maconha.

Em uma das armas apreendidas havia uma descrição no cabo fazendo apologia a grupos criminosos. Duas pessoas, Antônia Maísa Ferreira Martins, 19 anos, e Cláudio Roberto Bezerra Filho, 23 anos, foram conduzidos à delegacia, onde poderão ser indiciados por produção de maconha, porte ilegal de armas e associação ao tráfico.

Delegado diz que não há avanço de facções, apesar de ocorrências

O delegado titular da Delegacia Geral de Xapuri, Bruno Coelho Oliveira, disse à reportagem do ac24horas na cidade, nesta segunda-feira, 30, que não considera haver avanço da atividade de facções criminosas no município, apesar das muitas ocorrências envolvendo pessoas supostamente participantes de grupos organizados, especialmente nos últimos dois meses.

De acordo com o delegado, a grande quantidade de prisões de membros, inclusive de líderes, de facções no município significa que a polícia está empenhada no combate à atuação de grupos criminosos em Xapuri, com várias investigações em andamento. Segundo ele, o trabalho desenvolvido pelas polícias tem garantido uma condição de melhora da situação.

“Eu não vejo como um avanço de facção no município. Eu acho que nos últimos dois meses deu uma acalmada no sentido de que nós prendemos muitos faccionados, inclusive líderes de facção, então aqui em Xapuri eu não vejo como avanço, não. Logicamente que ainda é forte a atuação de facções, mas temos várias investigações em curso e, futuramente, essa questão vai melhorar mais”, afirmou.

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Cidades

Rosana Gomes inicia processo de transição na prefeitura de Senador Guiomard

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A prefeita eleita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, iniciou nesta semana o processo protocolar para a transição de cargos e assumir de fato a prefeitura da cidade no dia 1º de janeiro. Esta foi a primeira vez que a candidata eleita esteve na prefeitura após o período de eleição no município.

No encontro com o atual prefeito, André Maia, Rosana fez questão de deixar claro sua intenção em controlar os gastos públicos. “Pensando sempre no melhor para a população Guiomaense”, afirma.

Gomes garante não abrir mão de honrar todos os compromissos assumidos durante a campanha. “É uma questão de honra”, disse. Ainda sobre esse assunto, Rosana Gomes deixou claro que, primeiramente, irá pensar políticas públicas aos mais pobres.

A candidata eleita também destacou um desejo: esquecer todas as críticas recebidas durante a campanha e pensar no futuro. “Fique despreocupado” disse ela a André Maia.

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Cidades

Fiscalização é impedida de apurar denúncias de más condições de trabalho no Depasa/Xapuri

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Presidente dos Urbanitários faz apelo ao governador para que a situação seja resolvida

Uma equipe composta por membros da Divisão de Saúde do Trabalhador (Disat), da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre); do Sindicato dos Urbanitários do Acre e da Vigilância Sanitária Municipal de Xapuri foi impedida de entrar nas instalações de uma das duas Estações de Tratamento de Água do Departamento de Água e Saneamento do Acre (Depasa) no município.

O fato ocorreu na última quinta-feira, 26, segundo informou o presidente Sindicato dos Urbanitários, Marcelo Menezes Jucá, que fazia parte do grupo, junto com a chefe da Disat, Eliane Alves Costa, e de um funcionário da Vigilância Sanitária Municipal, Faustino Silva. Eles pretendiam averiguar denúncias de más condições de trabalho no local.

Em maio passado, conforme foi noticiado pelo ac24horas, a gerência da unidade da autarquia em Xapuri foi denunciada por um funcionário da ETA onde os fiscais foram impedidos de entrar. As denúncias se deram tanto pelas péssimas condições do local de trabalho quanto por episódios de assédio moral contra servidores por parte do gerente Marcos Mansour.

Naquela ocasião, foram divulgadas fotografias que mostravam a situação de abandono em que se encontrava a estação, com alojamentos tomados por goteiras e servindo de moradia a ratos e morcegos, cujas fezes caíam na água. De acordo com Jucá, nada mudou nos últimos sete meses nas instalações da ETA e as denúncias continuaram a chegar ao sindicato.

O representante da categoria dos trabalhadores urbanitários relatou que ao chegar à estação a equipe foi impedida de entrar no local por Marcos Mansour, que teria alegado não ter sido comunicado previamente da visita. O gerente teria, inclusive, trancado as dependências que seriam vistoriadas e chegou a obstruir a passagem com os braços.

Até o fechamento desta matéria, a reportagem não havia conseguido localizar o gerente do escritório do Depasa em Xapuri, Marcos Mansour, para que ele desse a sua versão para os fatos relatados pelo sindicalista. Em maio passado, quando houve a primeira denúncia, ele negou as acusações. O espaço segue à disposição para que ele volte a se manifestar.

O ac24horas também não conseguiu falar com Eliane Alves, a chefe da Divisão de Saúde do Trabalhador. De acordo com o presidente dos Urbanitários, ficou acordado entre os membros da equipe que foi impedida de entrar na estação de tratamento que um relatório seria elaborado para ser endereçado ao Ministério Público Estadual e ao Gabinete do Governador.

Apelo ao governador

Após ser impedido de visitar a estação de tratamento em Xapuri, o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Marcelo Jucá, gravou um vídeo relatando o fato e fazendo um apelo ao governador Gladson Cameli para que providências sejam tomadas, pois, segundo ele, existe grande risco para a saúde dos trabalhadores que sequer têm equipamentos de proteção individual para exercer suas funções.

Veja o vídeo:

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Cidades

Deputado Alan Rick destaca ações do mandato na área da Segurança Pública

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O deputado federal Alan Rick (DEM) reuniu-se na manhã de sexta-feira, 27 com os delegados Karlesso Nespoli, da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DENARC), e Pedro Rezende, da Delegacia de Combate a Corrupção (DECOR). Uma visita de cortesia para agradecer as ações do parlamentar na área da Segurança Pública.

Alan é o deputado que mais tem apoiado o governo do Estado no fortalecimento da Segurança. Nos últimos seis anos já destinou mais de R$ 14,5 milhões em emendas para a aquisição de equipamentos, viaturas, coletes, fortalecimento de programas de Segurança, estruturação de delegacias da Polícia Civil, equipamentos para o grupamento Giro da Polícia Militar, aquisição de equipamentos para o Corpo de Bombeiros, a reestruturação da DENARC – Delegacia de repressão ao Narcotráfico, implantação da Casa de Justiça e Cidadania, na Cidade do Povo e apoio a projetos de alcance social do Tribunal de Justiça do Acre.

Também destinou recursos para a instalação e ampliação do Cerco Eletrônico – sistema de videomonitoramento que já tem ajudado as policias Civil e Militar a prender bandidos e solucionar crimes na capital e interior. Após a implantação do Cerco Eletrônico, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre verificou um aumento de 50% na recuperação de veículos e motocicletas furtadas na capital. Crimes contra a vida e o patrimônio também tem sido solucionados e evitados graças ao Cerco Eletrônico.

Prédio da DEIC

Na ocasião, os delegados apresentaram ao deputado o projeto de construção do prédio da Divisão Especial de Investigações Criminais (DEIC). O local, de acordo com o delegado Pedro Rezende, comportará todas as delegacias especializadas em investigação de drogas, corrupção, roubo, extorsões, homicídio, crime organizado e contra a ordem tributária.

“Abracei imediatamente a causa. Vou buscar, tanto no Ministério da Justiça quanto na Bancada Federal, os recursos necessários para esse projeto que ficará em torno de R$ 18 milhões”, disse Alan Rick.

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