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“Estou muito feliz e com o coração cheio de gratidão”, diz Minoru após última carreata

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O candidato à Prefeitura de Rio Branco pelo PSDB, Minoru Kinpara, realizou na manhã deste sábado, 14, uma grande carreata em diversos regionais de Rio Branco. O ato iniciou no Calafate, e passou pelas regionais da Baixada, Centro e Cidade Nova.

Entusiasmado, Kinpara agradeceu o apoio de todos pelo carinho recebido nesta campanha, e destacou que encerra a campanha com o coração cheio de gratidão.

“Foi uma carreata linda. Tenho certeza que Deus vai nos dar essa vitória. Amanhã, nós vamos ver quando abrirem as urnas, o quanto a população de Rio Branco quer mudança e essa mudança passa por Minoru Kinpara e Celestino Bento. Começamos essa eleição com a cabeça limpa e eu sou muito grato a essa militância guerreira. Estou muito feliz e com o coração cheio de gratidão”, afirmou.

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Cotidiano

Inscrições em editais da Lei Aldir Blanc se encerram nesta segunda-feira (23)

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Foto: Ascom/PMRB

Encerram-se nesta segunda-feira, 23, as inscrições de pessoas físicas e pessoas jurídicas para os editais da lei federal nº 14.017 de 29 de junho de 2020, a Lei Aldir Blanc. Os proponentes têm até as 23h59 de hoje para submeter as propostas e documentos necessários nos endereços de e-mail informados em cada edital, que estão disponíveis no site da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM). Já as inscrições presenciais ficam abertas durante o horário de funcionamento dos endereços indicados também em cada edital específico.

Os chamamentos públicos estão divididos em sete editais, sendo: Arte e Patrimônio, Formação, Audiovisual, Produção e Eventos Consolidados, Cultura Afro-Brasileira, Culturas Tradicionais e Populares e Povos Originários. É imprescindível que as propostas inscritas promovam a valorização das artes, a preservação e o aproveitamento do patrimônio cultural, material e imaterial do Estado do Acre.

Segundo o presidente da FEM, Manoel Pedro de Souza, o Correinha, os editais são o resultado do esforço da equipe de governo que buscou lançar instrumentos públicos que atendam da maneira mais justa possível as necessidades do setor cultural.

“Cada etapa do processo de elaboração desses editais foi realizada com muito cuidado e responsabilidade, visando atender ao que é exigido pela legislação e pelos procedimentos da administração pública, e também ao que foi apresentado como demanda dos segmentos culturais do nosso estado. Nossa expectativa é que esse recurso que está sendo aplicado beneficie o maior número possível de profissionais, fomentando a nossa cultura e fortalecendo a economia criativa”, explica.

A lista provisória de inscrições deferidas e indeferidas estará disponível na quarta-feira, 25, no Diário Oficial do Estado.

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Cotidiano

Mazinho e Meire Serafim são reinfectados pelo novo coronavírus em Sena Madureira

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Após serem divulgadas notícias de que alguns servidores da prefeitura de Sena Madureira estariam acometidos pela Covid-19 atualmente, o município emitiu um comunicado informando que o prefeito da cidade, Mazinho Serafim (MDB) e sua esposa, a deputada estadual Meire Serafim (MDB) também estão infectados pelo coronavírus.

O exame que confirmou a doença do prefeito e da deputada foi divulgado nesse domingo (22). Ambos entraram para os casos de reinfecção da Covid-19 no Acre. Além do prefeito, secretários municipais também estão contaminados pelo vírus.

Em nota, a prefeitura confirma que todos os servidores estão medicados e devidamente estabilizados. Mazinho e Meire Serafim passam bem e se encontram em acompanhamento médico.

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Cotidiano

Rio Acre segue abaixo dos 2 metros em meio a pouco volume de chuvas em Rio Branco

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Foto: Secom-AC

Diferente do esperado para esta época do ano, o nível do Rio Acre se encontra abaixo do previsto estando em meados do mês de novembro. Nesta segunda-feira, 23, o manancial amanheceu marcando apenas 1,94 metros em Rio Branco. Na mesma época de 2019, o rio já estava com 8, 46 metros, quase 7 metros acima.

De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) um fator preponderante para este fato é o baixo volume de chuvas, que historicamente é mais intenso neste período. Moradores das redondezas do Rio Acre na capital acreana confirmam que este ano o nível das águas está abaixo do que costumavam verificar em anos anteriores por volta de novembro.

No ano de 2018, o nível das chuvas foi de 149 milímetros. Em 2019, foi de 373 milímetros, já o acumulado deste ano foi de apenas 11 milímetros nesta época. Especialistas afirmam que esta situação não é comum para o período, muito embora seja uma situação previsível, por isso, a necessidade de políticas públicas que atuem na recuperação do Rio Acre.

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Cotidiano

TSE reafirma segurança da urna eletrônica mostrando etapas invioláveis

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A urna eletrônica pode até parecer simples, mas tem muita segurança envolvida. Desde que foi adotada no processo eleitoral brasileiro, em 1996, a urna já contabiliza 13 eleições (entre gerais e municipais) bem-sucedidas, incluindo o primeiro turno das Eleições Municipais de 2020. Também foi utilizada em um grande número de eleições suplementares, consultas populares – municipais e estaduais, tais como o Plebiscito do Pará – e pleitos comunitários, sem qualquer vestígio ou comprovação de fraude.

Afinal, a Justiça Eleitoral utiliza o que há de mais moderno em termos de segurança da informação para garantir a integridade, a confiabilidade, a transparência e a autenticidade do processo eleitoral.

Confira abaixo quais são os principais itens ou processos que garantem a segurança das urnas:

Na fabricação – A Justiça Eleitoral contrata, por licitação, uma fábrica para produzir os equipamentos, acompanhando o processo e mantendo o controle total do que é feito. Os aparelhos somente são liberados após passarem por uma avaliação de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): um teste funcional que avalia, entre outros itens, a aparência e o funcionamento dos componentes, a impressão e o teclado.

Segurança em camadas – A cadeia de segurança da urna eletrônica garante que sejam executados apenas os softwares desenvolvidos e assinados digitalmente pelo TSE. A proteção do sistema é feita em camadas formadas por diversas barreiras, que, em conjunto, não permitem que a urna seja violada. Qualquer tentativa de ataque causa um efeito dominó, que bloqueia o sistema e trava o equipamento, assim como qualquer tentativa de executar software não autorizado na urna eletrônica resulta no bloqueio do funcionamento. De igual modo, tentativas de executar o software oficial em um hardware não certificado resultam no cancelamento da execução do aplicativo.

Sem conexão – Embora seja eletrônica, a urna funciona de forma isolada, ou seja, não dispõe de nenhum mecanismo que permita sua conexão com dispositivos de redes, como internet e bluetooth. A urna também não é equipada com o hardware necessário para se conectar a uma rede ou mesmo qualquer forma de conexão com ou sem fio. O único cabo que ela possui é o de energia. Além disso, o sistema operacional Linux contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral de forma a não incluir nenhum mecanismo de software que permita a conexão com redes ou o acesso remoto. Isso inviabiliza ataque ou invasão de hackers no dia da votação.

Bateria – A urna eletrônica pode ficar ligada somente na bateria por mais de dez horas, por exemplo, no caso de faltar luz.

Manutenção – As urnas têm, em média, uma vida útil de dez anos. Durante esse período, passam por vários testes entre as eleições. As baterias são carregadas quadrimestralmente. Os componentes são exercitados para não se desgastarem.

Testes Públicos de Segurança (TPS) – Nos testes realizados antes de cada pleito, o TSE convoca especialistas para tentar quebrar as barreiras de segurança das urnas. Em cinco edições, não obteve sucesso nenhuma tentativa de quebra do sigilo de voto ou de desvirtuamento da destinação dos votos, mas todas as contribuições foram aproveitadas para incrementar ainda mais a cadeia de segurança dos sistemas.

Cerimônia de assinatura digital e lacração de sistemas – Seis meses antes das eleições, o software da urna e demais sistemas eleitorais são apresentados aos representantes de partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e entidades previstas na Resolução TSE nº 23.603/2019. Na cerimônia, os sistemas eleitorais e os programas de verificação desenvolvidos pelas entidades fiscalizadoras são lacrados e assinados digitalmente.

Assinaturas digitais – Para todo o conjunto de software produzido durante a cerimônia de assinatura digital e lacração de sistemas, são geradas assinaturas digitais e resumos digitais. Caso haja qualquer suspeição quanto à autenticidade do software da urna eletrônica, as assinaturas digitais e os resumos digitais podem ser conferidos e validados por aplicativos ou softwares desenvolvidos pelo TSE e pelas entidades fiscalizadoras. Todos os dados que alimentam a urna eletrônica, assim como todos os resultados produzidos, são protegidos por assinatura digital.

Exclusividade – A urna eletrônica é exclusiva para votações e funciona somente na hora e na data dos pleitos. Neste ano, em razão da pandemia de Covid-19, a votação começou às 7h, mas, em tempos de normalidade, começa às 8h.

Auditorias – A Justiça Eleitoral prevê diversos momentos de auditoria para atestar a segurança, a transparência e a lisura da votação, tais como: a auditoria de funcionamento das urnas eletrônicas em condições normais de uso (anteriormente chamada de votação paralela) e a auditoria de verificação da autenticidade e da integridade dos sistemas instalados nas urnas eletrônicas.

A chamada “votação paralela”, que acontece no dia da votação, no mesmo horário da oficial, é uma eleição simulada, com cédulas previamente preenchidas e realizada nas urnas preparadas para a eleição. As urnas que participam da votação paralela são sorteadas na véspera da eleição em cerimônia pública, entre aquelas preparadas para a eleição dentro da respectiva unidade da Federação. As urnas sorteadas, já preparadas para o pleito, são encaminhadas para o local de realização da votação paralela, geralmente a sede do Tribunal Regional Eleitoral. A votação paralela é gravada em vídeo e serve para demonstrar que o voto digitado é o voto computado, de forma simples e visual. Os trabalhos de auditoria da votação paralela são públicos e podem ser acompanhados por qualquer interessado.

Além da “votação paralela”, em 2018, o TSE instituiu a auditoria de verificação da autenticidade e integridade dos sistemas. O procedimento consiste em verificar se os programas instalados nas urnas eletrônicas das seções sorteadas possuem as assinaturas digitais dos sistemas lacrados pelo TSE. Tal verificação ocorre na seção eleitoral, imediatamente antes da emissão da zerésima – documento que comprova que não há nenhum voto dentro da urna – e do início da votação.

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