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Vale a pena dar cestas de natal para colaboradores?

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A cesta de natal é um agrado que é tradição na maioria das companhias brasileiras no final de ano, elas são uma forma das empresas demonstrarem gratidão pelos serviços realizados pelos colaboradores durante todo o ano. Essa simples atitude, que não é muito cara, traz muitos benefícios para sua empresa e cultiva um melhor relacionamento com os colaboradores.

Apesar de serem comuns, muitos empresários ainda não têm a certeza de que vale a pena fazer esse investimento. Pensando nisso, selecionamos a importância e benefícios de se fazer uma cesta natalina e quais alimentos você não pode deixar de incluir nela, continue lendo e saiba mais!

Importância de dar cesta de natal para colaboradores

Empresas que visam a satisfação e felicidade dos colaboradores, sem dúvidas, precisam investir em cestas de natal com variedade de produtos dentro, como o panetone e chocotone. Além de ser uma boa forma de agradar seu funcionário, a família dele também se beneficia com a cesta.

Essa é a maior importância da adoção dessa prática em sua empresa, a diferença que irá fazer na vida de seus funcionários, eles ficam mais motivados, produtivos e o mais importante: felizes.

Benefícios entrega de cesta de natal

Como citamos anteriormente, assim como as cestas básicas tradicionais fazem diferença na vida do colaborador, a cesta natalina também faz. Confira os principais benefícios:

– Mostrar o valor do funcionário para a empresa;

– Baixo custo para a produção da cesta;

– Leva motivação para o colaborador.

-Além disso, você garante uma alimentação de qualidade para o funcionário e a família do mesmo.

O que colocar na cesta natalina?

Ao decidir fazer cesta para todos os colaboradores, é importante prezar pela qualidade dos alimentos e fazer a escolha correta deles, não deixe de fazer a escolha dos alimentos típicos como o panetone trufado ou tradicional.

Para te ajudar na escolha dos produtos, selecionamos os principais alimentos que não podem faltar em sua cesta, confira:

Panetone: o símbolo do Natal brasileiro precisa ter um espaço reservado na cesta de sua empresa, para que o valor saia mais barato, indicamos que você faça a compra de panetone no atacado;

Snacks: cookies, peça de queijo, biscoitos champagne, amendoins e outros snacks também são indispensáveis;

Sobremesas e doces: compre também em uma loja que faz a venda de atacado de doces, os mais comuns são os chocolates, bombons e também doces artesanais;

Bebidas: escolha uma boa fornecedora de bebidas para comprar bebidas alcoólicas ou não alcoólicas para a cesta de seus colaboradores.

Assim, você garante um melhor fim de ano para todos, incluindo você, seus funcionários e consequentemente, seus clientes!

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Destaque 2

Coordenador informa que Bocalom não vai participar de debate para evitar que seja alvo de “mentiras e ataques”

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O coordenador geral de campanha de Tião Bocalom, Artur Neto, emitiu uma Nota nesta sexta-feira, 27, afirmando que o candidato e líder das pesquisas, Tião Bocalom (Progressistas) não irá participar do debate da TV Acre, programado para ocorrer às 21h30.

Em Nota, o marqueteiro afirmou que Tião Bocalom sempre demonstrou respeito pela população e demais adversários, mas que neste segundo turno, devido aos ataques, em estratégia adotada por Socorro Neri (PSB) desistiu de participar.

Segundo Artur, Neri preferiu adotar um discurso rasteiro com baixarias, buscando o convencimento do eleitor por meio da distorção da verdade, porém não citou as possíveis “distorções” feitas por Neri.

“Preferimos orientar nosso candidato a não participar do debate da renomada Rede Amazônica (TV Acre). Exigimos respeito ao nosso candidato e que os próprios eleitores também sejam respeitados. Ataques e mentiras não fazem e nem farão, em momento nenhum, parte de nossa estratégia de campanha”, escreveu em nota.

Por fim, o coordenador afirmou que durante o primeiro turno, Tião Bocalom participou de todos os seis debates, e encerrou dizendo que o progressista prefere terminar a campanha nas ruas conversando com a população.

“Como estamos na reta final das eleições, acabamos por decidir que iremos terminar nossa campanha, da mesma maneira que iniciamos, junto ao povo, nas ruas, conversando, ouvindo nossa querida gente, repudiando todo e qualquer ataque pessoal”, afirmou.

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Extra Total

Sexta-feira tem quase 500 novos casos de Covid-19 no Acre

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Não há mais o que discutir, o Acre vive uma segunda onda da pandemia da Covid-19.

No mesmo dia em que o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 anunciou que o Alto Acre avança para a fase verde, e Baixo Acre e Juruá permanecem na faixa amarela, o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), registrou 452 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no estado.

Assim, o número de infectados subiu de 35.304 para 35.756 nas últimas 24 horas. Das novas notificações, 102 são resultados RT-PCR e 350 são testes rápidos.

O Acre, até o momento, registra 98.481 notificações de contaminação pela doença, sendo que 62.168 casos foram descartados. Atualmente, 543 exames de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 30.434pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 135 pessoas seguem internadas.

Nenhuma notificação de óbito foi registrada nesta sexta-feira, 27, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 722 em todo o estado.

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Cidades

Deputado Alan Rick destaca ações do mandato na área da Segurança Pública

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O deputado federal Alan Rick (DEM) reuniu-se na manhã de sexta-feira, 27 com os delegados Karlesso Nespoli, da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DENARC), e Pedro Rezende, da Delegacia de Combate a Corrupção (DECOR). Uma visita de cortesia para agradecer as ações do parlamentar na área da Segurança Pública.

Alan é o deputado que mais tem apoiado o governo do Estado no fortalecimento da Segurança. Nos últimos seis anos já destinou mais de R$ 14,5 milhões em emendas para a aquisição de equipamentos, viaturas, coletes, fortalecimento de programas de Segurança, estruturação de delegacias da Polícia Civil, equipamentos para o grupamento Giro da Polícia Militar, aquisição de equipamentos para o Corpo de Bombeiros, a reestruturação da DENARC – Delegacia de repressão ao Narcotráfico, implantação da Casa de Justiça e Cidadania, na Cidade do Povo e apoio a projetos de alcance social do Tribunal de Justiça do Acre.

Também destinou recursos para a instalação e ampliação do Cerco Eletrônico – sistema de videomonitoramento que já tem ajudado as policias Civil e Militar a prender bandidos e solucionar crimes na capital e interior. Após a implantação do Cerco Eletrônico, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre verificou um aumento de 50% na recuperação de veículos e motocicletas furtadas na capital. Crimes contra a vida e o patrimônio também tem sido solucionados e evitados graças ao Cerco Eletrônico.

Prédio da DEIC

Na ocasião, os delegados apresentaram ao deputado o projeto de construção do prédio da Divisão Especial de Investigações Criminais (DEIC). O local, de acordo com o delegado Pedro Rezende, comportará todas as delegacias especializadas em investigação de drogas, corrupção, roubo, extorsões, homicídio, crime organizado e contra a ordem tributária.

“Abracei imediatamente a causa. Vou buscar, tanto no Ministério da Justiça quanto na Bancada Federal, os recursos necessários para esse projeto que ficará em torno de R$ 18 milhões”, disse Alan Rick.

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Destaque 6

Adélio disse que tentou matar Bolsonaro porque ele é um ‘impostor’

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Em depoimento para a PF (Polícia Federal), Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado à faca contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na campanha presidencial em 2018, chamou o ex-deputado federal de “impostor”, e disse que tinha um “desejo pessoal” de matar o ex-presidente Michel Temer (MDB).

No depoimento, revelado hoje em vídeo pela revista Veja, Adélio afirmou que tinha motivações tanto políticas como religiosas para atentar contra.

“Quando ele (Deus) disse [para matar Bolsonaro], eu fiquei até surpreso. Na política, o que eu tinha interesse mesmo era o Michel Temer. Esse eu tinha interesse”. (Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada contra Bolsonaro em 2018).

Motivo político e religioso

Perguntado por quem Adélio chama de “Doutor Rodrigo” sobre se “a motivação [para atentar contra a vida de Bolsonaro] é aquela que o senhor alegou anteriormente”, o autor da facada reafirmou: “As duas, as duas, as duas. A política e a religiosa… Bolsonaro é um impostor”, disse.

“Ele [Bolsonaro] se tentou passar como um homem, digamos assim, na linguagem popular, um homem de Deus”, afirmou Adélio em seguida, explicando porque considera o presidente um “impostor”.

“Aí veio uma revista com um deles que fala que o Bolsonaro é católico, embora foi batizado no Rio Jordão pelo Everaldo, pastor Everaldo”, prosseguiu.

“Muitos evangélicos acreditavam que ele fosse evangélico. Ele tentou plantar essa imagem que fosse evangélica, mas não era. Ele é um impostor. Meramente um impostor. Para tentar se apropriar do voto do meio protestante”, finaliza.

‘Desejo pessoal’ contra Temer

Presidente do Brasil entre 2016 e 2019, Temer chegou a entrar na mira de Adélio. “Era um desejo pessoal. A respeito do Michel Temer, era um desejo meu”, afirmou.

Como não era um ‘desejo de Deus’, e sim pessoal, Adélio não chegou a planejar atentar contra a vida do ex-vice de Dilma Rousseff (PT).

No fim do vídeo divulgado pela revista Veja, Adélio é questionado sobre se ainda tem desejo de tentar, novamente, matar Bolsonaro.

“Em relação ao presidente, se o senhor saísse daqui hoje, o senhor não teria…”, pergunta “Doutor Rodrigo”.

“Não, hoje, hoje… Isso não mais”, responde Adélio.

Medo de morrer

No dia do atentado em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, Adélio relatou ter tido apenas um medo: de morrer.

Adélio disse que avistou Bolsonaro pela primeira vez no dia do atentado em cima de um carro. Ao redor do então candidato, apoiadores gritavam “Mito, Mito!”. Mais distantes, mulheres protestavam gritando “Lixo, Lixo!”.

Ao olhar para trás, Adélio afirmou ter avistado um policial fardado. “Eu falei ‘Pô, vou tomar uma rajada na nuca'”, relatou.

Adélio narrou ter, na hora, pensado que se tivesse uma arma de fogo ao invés de uma faca, “seria inevitável”.

“A distância era curta […] Era ruim para chegar com a faca. Mas curta demais se eu tivesse com uma arma de fogo. Só que é aquela coisa… Tinha um policial atrás de mim”, afirmou.

“Se eu tivesse uma arma e sacasse, se não fosse muito rápido, ele me derrubaria antes. Porque a distância dele para mim tinha uma linha de fogo aberta, digamos assim”, afirmou.

No depoimento, Adélio relatou ter pensado em desistir do atentado por várias vezes.

“Pessoal empurrando, empurrando. Parece que ele se assustou com a atitude da multidão, jogaram ele para dentro da Câmara Municipal [de Juiz de Fora] e aí já era. Não vai ter jeito. Ali eu pensei em desistir”, disse.

Ao tentar o ataque pela primeira vez, Adélio disse que uma senhora começou a passar mal ao seu lado e foi ajudá-la, tirando-a da multidão.

“Tentei entrar de novo na multidão. Foi, foi, foi. Até que chegou um ponto que falei: dá para tentar. Acabei atingindo o alvo, de uma forma meio distante relativamente, mas atingi o alvo”, narrou.

FBI e Eduardo Bolsonaro

No depoimento, Adélio relatou ter recebido a visita de um agente do FBI, o principal órgão policial de investigação dos Estados Unidos, em Camboriú, no litoral de Santa Catarina, em 2016.

“Eles estiveram lá onde eu trabalhava. Um americano. Disseram que queriam ver um apartamento. Mas não era. Ele não queria ver apartamento. Ele era o FBI. Ele me olhou assim de cima para baixo umas duas ou três vezes”, afirmou.

“Por que ele estava atrás de você?”, perguntou “Doutor Rodrigo”.

“Pelas coisas que posto na internet. Eu até queria saber se eu ver o cara… Porque eu vi pela mídia que o filho do Bolsonaro (Eduardo) estava com um policial americano naquele clube de tiro”, disse.

“Eu queria saber se era o mesmo policial, se era a mesma pessoa que esteve lá em Camboriú em 2016 [com o Eduardo]”, afirmou.

O clube de tiro que Adélio se refere é o Clube e Escola de Tiro 38. Eduardo Bolsonaro visitou o local em agosto de 2016. De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o filho do presidente usou recursos da cota parlamentar para viajar até Santa Catarina.

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Bombando

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