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OCA Xapuri suspende atendimentos após Covid-19 se agravar no Alto Acre

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A gerência da Central de Serviço Público (OCA) de Xapuri divulgou comunicado suspendendo o atendimento presencial a partir desta terça-feira, 3.

A medida foi motivada pelo agravamento da pandemia de covid-19 na regional do Alto Acre, que regrediu do nível de Bandeira Amarela para Bandeira Laranja.

A suspensão dos atendimentos, segundo o comunicado, vigorará até a nova avaliação do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, que será divulgada no próximo dia 11 de novembro.

Com 1.465 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia, o município de Xapuri segue como o segundo do Acre em incidência de covid-19.

São 7.581,6 casos confirmados no município por grupo de 100.000 habitantes, índice menor apenas que o de Assis Brasil, que tem taxa de 9.572,6/100 mil habitantes.

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Cotidiano

Governo acreano cria Comitê Estadual de Apoio aos Migrantes, Apátridas e Refugiados

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O governador Gladson Cameli anunciou por meio do Diário Oficial desta sexta-feira, 27, o Comitê Estadual de Apoio aos Migrantes, Apátridas e Refugiados (CEAMAR/AC).

Ligado a Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres – SEASDHM, o comitê terá como objetivo orientar, acompanhar e avaliar as ações, projetos, programas, planos relacionados à política de atendimento aos migrantes, apátridas e refugiados; propor mecanismos de prevenção do tráfico de pessoas, trabalho escravo, exploração sexual e outras vulnerabilidades que migrantes, apátridas e refugiados estão suscetíveis; propor parcerias, projetos de cooperação técnica e de captação de recursos junto a organismos nacionais e internacionais que atuem no apoio a migrantes, apátridas e refugiados, incluindo agências do Sistema Interamericano de Direitos Humanos e da Organização das Nações Unidas; recomendar elaboração de estudos e pesquisas relacionados à temática de migração, apátrida e refúgio; apoiar a criação de comitês ou comissões assemelhadas de iniciativa dos municípios, incidir no orçamento público do Estado do Acre para inclusão dos ações, projetos, programas e planos relacionados à política de atendimento aos migrantes, apátridas e refugiados.

O Comitê Estadual de Apoio aos Migrantes, Apátridas e Refugiados será composto por representantes da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres – SEASDHM, Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública – SEJUSP, Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes – SEE, Secretaria de Estado de Saúde – SESACRE, Fundação de Cultura Elias Mansour – FEM, Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio – SEPA, Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia – SEICT, Procuradoria Geral do Estado – PGE e Diocese de Rio Branco.

A imigração tem sido um assunto presente na vida dos acreanos nos últimos anos quando cerca de 15 mil haitianos entraram no Brasil pela fronteira com o Acre e mais recentemente, os venezuelanos que fogem da crise econômica e política de seu país.

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Cotidiano

Na capital, 24% acham governo Bolsonaro regular e 35% avaliam como ruim ou péssimo

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Foto: Divulgação 

A pesquisa Ibope divulgada pela Rede Amazônica nesta sexta-feira, 27, também avaliou o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) junto aos moradores de Rio Branco.

Os eleitores entrevistados classificaram a gestão de Bolsonaro em ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Conforme o percentual, 39% dos entrevistados acham o governo Bolsonaro ótimo/bom, 24% avaliam como regular e 35% como ruim/péssimo. 2% não sabem avaliar.

Com uma margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica Acre e ouviu 602 eleitores da cidade de Rio Branco no período de 24 a 26 de novembro.

A pesquisa está identificada na Justiça Eleitoral com o registro: AC-07824/2020. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

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Cotidiano

49% aprovam a gestão de Socorro Neri e apenas 39% avaliam como boa a de Gladson

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A Rede Amazônica divulgou na manhã desta sexta-feira, 27, a avaliação da população de Rio Branco com as gestões do governador Gladson Cameli (Progressistas) e da prefeita Socorro Neri (PSB). Esta é a segunda pesquisa Ibope do segundo turno.

De acordo com os resultados de avaliação de Socorro Neri, 33% dos entrevistados consideram a gestão da prefeita como ótima/boa; 44% como regular e 24% como ruim/péssima. Neste critério, 2% não sabem avaliar.

Com relação ao percentual de aprovação da prefeita candidata à reeleição pelo PSB, 49% dos entrevistados aprovam, 43% desaprovam a gestão de Socorro, e não sabem avaliar registrou 9%.

Em relação aos percentuais de avaliação das administrações do governador Gladson Cameli, 39% dos entrevistados consideram ótima/boa, 42% acham regular e 17% avaliam como ruim/péssima. 2% não sabem avaliar.

Com uma margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica Acre e ouviu 602 eleitores da cidade de Rio Branco no período de 24 a 26 de novembro. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratam o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

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Cotidiano

Após sair da Universal, Andressa desabafa: “Só não me mato porque tenho filho para criar”

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Foto: Reprodução/Instagram 

Andressa Urach está reerguendo sua vida após se decepcionar com a Igreja Universal. A modelo foi demitida da Rede Record de forma inesperada, o que abalou sua saúde mental. “Só não me mato porque tenho um filho para criar. Se eu não tivesse passado pela experiência de quase morte em 2014, eu teria virado ateia”, desabafou ela.

“Eu estava muito mal na semana passada, estou à base de calmantes. Julgar todo mundo sabe, agora estar na minha pele… Ninguém sabe o que estou sentindo. Graças a Deus, tenho bons amigos que estão me ajudando nessa fase delicada da minha vida”, afirmou Andressa.

A modelo contou que teve uma crise de ansiedade e depressão após ser dispensada da Record e teve que voltar a fazer tratamento psiquiátrico. Segundo ela, sua mãe precisou levá-la a um hospital por causa de um pico de pressão alta e como ela e a família não tem plano de saúde, todos recorrem ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Metrópoles/Leo Dias

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