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Energisa Acre leva energia solar e qualidade de vida aos moradores da Vila Restauração

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Atualmente com apenas 4 horas diárias de energia por dia, moradores da Vila Restauração terão energia limpa e renovável durante 24h em 2021

No interior do Acre, quase na divisa com o Peru, os moradores da Vila Restauração têm acesso a energia elétrica por apenas quatro horas por dia. Mas até o próximo ano, um projeto da Energisa Acre em parceria com a Alsol levará energia limpa e contínua à comunidade ribeirinha por meio de um sistema que inclui geração solar fotovoltaica e armazenamento de energia, melhorando a qualidade de vida dos cerca de 750 habitantes da Vila.

Situada dentro da Reserva Extrativista do Alto Juruá, a 70 km do centro do município de Marechal Thaumaturgo, a Vila Restauração atualmente é abastecida por um gerador a diesel, poluente e caro, custeado pelos moradores e a prefeitura. Para chegar ao local, um dos mais remotos do país, são necessárias viagens de até 8 horas em pequenas embarcações, a partir de Marechal Thaumaturgo.

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“Nas cidades maiores, paga-se pela energia depois do consumo. Aqui, nós pagamos antes para podermos usar. Energia é vida, no escuro tudo fica mais difícil”, conta o morador Pedro Nascimento.

Para transformar essa realidade e levar energia de forma limpa, mais barata e ininterrupta à região, a Energisa Acre e a Alsol, empresa de energias renováveis do Grupo Energisa, elaboraram um projeto de pesquisa e desenvolvimento que prevê a instalação de uma nova usina solar e rede de distribuição de energia na Vila para abastecer os cerca de 180 imóveis existentes atualmente.

O sistema de energia será composto por uma usina solar fotovoltaica, que vai gerar energia limpa e renovável com o armazenamento de energia através de baterias, para dar continuidade ao fornecimento quando não houver luz do sol. Assim, haverá energia ao logo de todo o dia.

“Graças a este projeto, os moradores da comunidade terão acesso a uma melhor qualidade de vida, podendo armazenar seus alimentos e medicamentos, investir em negócios, além de terem acesso a informação e entretenimento”, conta o CEO do grupo Energisa, Ricardo Botelho. “Nossa missão não é apenas prestar um serviço, mas transformar vidas e permitir a realização de sonhos”, diz.

A moradora Maria Valcélia aponta que a conservação de alimentos atualmente é um problema em sua casa e já perdeu comida que foi estragada por falta de refrigeração. Agora, ela até planeja empreender. “Meu sonho é montar um restaurante, nasci para fazer comida. Com energia, tudo vai ser mais fácil”, prevê.

“Chegamos ao Acre com o objetivo de levar uma energia de qualidade a todos os cantos do estado, suprindo uma demanda existente para o desenvolvimento econômico e social do Estado do Acre. É um projeto em linha com os valores da Energisa, de universalizar o acesso a um serviço básico, que é a energia elétrica”, afirma José Adriano Mendes Silva, diretor presidente da Energisa Acre.

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Acre

Ministério da Saúde prorroga 60 leitos de UTI solicitados pelo Acre

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O Ministério da Saúde (MS) já prorrogou 60 leitos de UTI solicitados pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), com investimentos de R$ 2,8 milhões, para o município de Rio Branco. A medida faz parte das ações de apoio estratégico do Governo Federal no enfrentamento da Covid-19 ao estado.

O MS vem prorrogando os leitos de UTI destinados exclusivamente para o tratamento de pacientes com a Covid-19 desde agosto deste ano. Está sendo investido o dobro do valor habitual destinado a habilitação de leitos de UTI, saindo de R$ 800 para R$ 1.600 reais em parcela única. Os gestores dos estados e municípios recebem o valor antes mesmo da ocupação do leito.

De acordo com o Ministério, o gestor local de saúde pode solicitar a prorrogação quantas vezes avaliar necessário, desde que atenda as orientações da pasta. Para que a prorrogação ocorra, a Taxa de Ocupação deve ser superior a 50% dos leitos encontrados no plano de contingência.

Apesar de estados e municípios terem autonomia para criar e habilitar os leitos necessários, o Ministério da Saúde, em decorrência do atual cenário de emergência, tem apoiado irrestritamente as secretarias estaduais e municipais e investido em ações, serviços e infraestrutura para o enfrentamento da doença. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas.

A pasta da Saúde diz que, desde o início da pandemia, já custeou a manutenção de 50 leitos de UTI. O Valor investido pelo Governo Federal é de R$ 2,2 milhões, pago em parcela única para que os estados e municípios façam o custeio dessas unidades pelos próximos 90 dias – ou enquanto houver necessidade em decorrência da pandemia.

“O quantitativo de leitos a serem habilitados estão relacionados a taxa de ocupação na data da análise. As medidas fortalecem a rede pública dos estados e municípios e leva atendimento para população em todo o país. Os recursos são repassados a partir da publicação das portarias no Diário Oficial da União”, informa o MS.

Com informações divulgadas pelo Portal do Ministério da Saúde.

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Acre

Portal danificado coloca em risco pedestres e motoristas da capital

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Foto: Cedida ao ac24horas 

O ac24horas recebeu nesta segunda-feira, 30, imagens da estrutura de ferro que sustenta o portal de entrada de Rio Branco, na Chico Mendes, Segundo Distrito, danificada que estaria colocando em risco a segurança da população.

A estrutura sofreu sérios danos, após um carro colidir contra uma das pilastras de sustentação. O dano foi tamanho que parte da chapa de ferro que reveste a estrutura foi parcialmente arrancada e pedestres e condutores de veículos que transitam pela avenida temem maiores riscos.

“Aqui transita muita gente todo dia, gente de bicicleta, moto, carros, ônibus e esses ferros podem acarretar perigo para gente, sem contar o risco de desabar porque a gente vê que é oca a estrutura. Isso é um perigo!”, reivindicou um morador da localidade que prefere não se identificar.

Em contato com o governo do Acre, por meio da assessoria de comunicação, informou que uma equipe do DERACRE já teria retirado a chapa que estava colocando em risco a população, e que um orçamento está sendo fechado para recuperação do portão de entrada da cidade.

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Destaque 6

Abstenção em Rio Branco é superior à média nacional e a 4ª maior entre as capitais

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Nada menos que 84.424 eleitores deixaram de votar neste domingo (29) em Rio Branco, produzindo recorde de 32,11% abstenção no segundo turno. No primeiro turno a abstenção chegou a 27,3%.

O número é tão alto que segundo levantamento do Poder360 coloca Rio Branco na 4ª posição das capitais com maiores taxas de abstenção. Além disso, é 14ª no ranking nacional da abstenção (entre as 57 cidades com 2o turno).

Esse número também confere a Rio Branco o status de estar acima da média nacional em abstenção, de 29%.

A Wikipédia explica o que é abstenção: “em política, abstenção é o ato de se negar ou se eximir de fazer opções políticas. Abster-se do processo político é visto como uma forma de participação passiva”.

Os motivos podem ser explicados pela falta de empolgação em votar, o clima chuvoso e a pandemia. Porém, de acordo com a plataforma In Loco, que tradicionalmente mostrava os domingos com alto índice de isolamento social, desta vez traz o Acre na 7a posição dos Estados que mais cumpriram a quarentena. Nesse dia, em que quase 85 mil ficaram em casa e não foram votar, o índice de isolamento social foi de 47,4%.

Números finais do 2º turno na capital do Acre também podem ser acessados aqui: https://www.ac24horas.com/2020/11/29/com-256-763-eleitores-abstencao-no-segundo-turno-da-eleicao-foi-a-32-em-rio-branco/.

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Destaque 3

Avanço da sífilis faz Sesacre adotar estratégia de divulgação para reduzir casos no Estado

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O alto número de infecção por sífilis – doença sexualmente transmissível e também congênita – fez com que o Núcleo de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) passasse a adotar novas medidas para conter o avanço da doença nos municípios acreanos. Agora, a saúde estadual passa a divulgar os dados do número de casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A ideia é chamar a atenção da população sobre o aumento.

Com a divulgação dos dados, as pessoas podem ter uma conscientização maior sobre a problemática e, assim, reduzir os números partido da prevenção. “É uma estratégia para que a população consiga se enxergar nos números como alguém que se coloca em risco de adquirir uma IST, ou como profissional de saúde, gestor ou até como pai ou mãe preocupados com seus filhos”, explicou a enfermeira Suilany Souza ao portal Agência de Notícias do Acre.

O compartilhamento das informações referentes ao avanço da sífilis é uma forma de tentar reduzir os agravos em nível de estado e buscar soluções para a redução dos números. Mesmo com uma diminuição dos casos entre 2018 e 2019, a Sesacre ainda pretende reduzir ainda mais o número de infectados.

A cada seis meses haverá divulgação dos dados da sífilis no Acre. “Faremos uma análise retrospectiva em comparação ao panorama atual, e buscaremos trabalhar com todas as gestões e Ministério da Saúde para melhorarmos nossos indicadores”, disse Souza.

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