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Criança de 11 anos vencedora de competição musical sonha em ser cantora profissional

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Chegou ao final o Talento Kids, competição criada pela jornalista Katiussi Melo em seu programa cultural que vai ao vivo pelas redes sociais. Em um estado onde as oportunidades para quem tem talento musical, principalmente as crianças, são escassas, a competição empolgou pais e competidores.

A grande vencedora foi Ana Clara Góes, de apenas 11 anos. Com uma voz marcante e com personalidade de gente adulta, ela fala da dificuldade de tentar ser cantora no Acre. “Infelizmente, é muito difícil, porque a gente não tem oportunidade. Esse programa foi uma oportunidade para mostrarmos o nosso talento. Eu estou muito feliz de ter sido a ganhadora”, diz.

Ana Clara fala do seu sonho. “O meu sonho é ser cantora profissional. Ter uma carreira, várias músicas gravadas. Quero fazer show e mostrar o meu talento para as pessoas. Como eu sou evangélico é fazer um álbum de música gospel. Eu nunca vou deixar de cantar porque eu sei que foi Deus quem me deu esse dom”, afirma.

A idealizadora do concurso, Katiussi Melo, conta que foi um desafio ousado, mas que o resultado foi muito produtivo. “A gente sabe que o Acre ainda deixa muito a desejar quanto ao fato de oportunidades para quem tem talento, principalmente, se não visar lucro como é o nosso caso. Fiquei muito feliz porque demos a oportunidade para que muitas crianças mostrassem o seu valor.

Veja a apresentação de Ana Clara:

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Emprego temporário deve mexer com o mercado de trabalho neste fim de ano no Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Apesar do desemprego recorde, o ambiente do trabalho formal está bem melhor agora que no começo da pandemia no Acre. E a contratação de trabalhadores temporários deve dar um pouco mais de alento ao mercado.

A Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) prevê que a abertura de vagas temporárias será responsável por gerar 400 mil postos neste último trimestre do ano no Brasil. Não há detalhes por Estado mas as projeções são otimistas.

Muitas empresas devem contratar profissionais para atender as demandas da Black Friday, que já está a todo vapor, e Natal, além da reposição no quadro de funcionários.

O Trabalho Temporário é um regime de contratação atípica e formal, regulamentado por lei específica (Lei nº 6.019/74 e decreto nº 10.060/2019), com prazo limitado, que visa atender de imediato necessidades transitórias de uma empresa urbana, quais sejam, demanda complementar de serviços ou substituição temporária de pessoal permanente, a fim de simplificar a contratação, tornando-a rápida e eficaz.

A reação do mercado acreano vem sendo observada pelo Serviço Nacional de Emprego (Sine). “Realmente o nosso mercado está começando a reagir. Os comerciantes locais estão começando a contratar mesmo que temporário para o fim de ano e esperamos que algum desses temporários fiquem de fato efetivados”, disse Marcos Moraes, diretor do Sine.

Além do comércio e do segmento de serviços, alguns setores ganham força impulsionados em boa parte pelos projetos públicos. “Temos um bom sinal na construção civil também que mesmo com a pandemia já começa a contratar”, completou o gestor.

“Se Deus quiser iremos ter um 2021 bem diferente”.

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Energisa realiza ações para garantir qualidade da energia durante 2° turno das eleições 

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Ações preventivas envolvem inspeção, manutenção e planejamento da logística de equipes

A Energisa Acre intensificou as ações de prevenção, inspeção e manutenção da rede elétrica e dos equipamentos para evitar o risco de interrupções que possam comprometer o andamento da votação no segundo turno das eleições em Rio Branco, neste domingo, 29.

O plano de ações preventivas envolve profissionais distribuídos em equipes de planejamento e execução da Energisa Acre. Desta forma, serão disponibilizadas 10 equipes de plantão que ficarão em pontos estratégicos.

Após o término da votação, as equipes serão posicionadas nas proximidades dos locais de apuração. Será mantida uma equipe no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) durante todo o dia, para maior agilidade no atendimento aos locais de votação e apuração dos votos.

Entre às 0h do dia 28/11 até às 0h do dia 30/11, o Centro de Operação Integrado (COI), em Rio Branco, terá oito operadores por turno, além dos operadores de sobreaviso. Adicional as equipes de Plantão, serão disponibilizadas mais cinco equipes de manutenção, compostas por caminhões, veículos 4×4 e equipe de trabalhos em rede energizada.

“Mapeamos as equipes que estarão de plantão e as que ficarão de sobreaviso para atuar caso seja necessário. O balanço das ocorrências no primeiro turno foi positivo. Estamos nos estruturando para que tudo ocorra dentro do esperado e para garantir o pronto atendimento de qualquer problema que venha a acontecer agora no segundo turno”, afirma o diretor técnico comercial da Energisa Acre, Ricardo Xavier.

O segundo turno das eleições em Rio Branco ocorre no domingo, 29, e deve levar 256.673 mil eleitores às urnas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso ocorra interrupção de energia a população deve entrar em contato através do canal de atendimento 0800-647-7196.

Com informações da Comunicação Energisa Acre.

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Na Câmara, Leo de Brito cobra medidas do governo federal para evitar apagão no Acre

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O deputado federal Leo de Brito (PT-AC) protocolou nessa quarta-feira, 25, requerimento junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, com pedido de informações ao Ministério de Minas e Energia, sobre anúncio do Ministro Bento Albuquerque de que o Acre pode sofrer apagão de energia elétrica, assim como aconteceu com o estado do Amapá.

Segundo a informação, durante reunião ocorrida na semana passada entre representantes do governo do Acre com a Defesa Civil estadual e municipal, foi levantada a questão do apagão que acometeu o estado do Amapá, ocasião em que o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, alertou que o Acre pode sofrer blackout semelhante, caso não adote as medidas preventivas necessárias.

O parlamentar destacou a gravidade da situação e enfatizou que o apagão pode ser um perigo ao Estado do Acre, que só dispõe de um único linhão de energia, sem nenhuma linha alternativa.

“Precisamos dar a devida atenção para esse problema, estamos sofrendo as consequências da privatização da Eletroacre, a qual fui contra e me posicionei diversas vezes no mandato anterior. Aumento de tarifa, demissões, falta de investimentos, paralização do Programa Luz para Todos, e a falta de um linhão para Cruzeiro do Sul, são apenas algumas dessas consequências”, disse Leo de Brito.

O deputado enfatizou que é urgente um posicionamento oficial do Ministério de Minas e Energia sobre quais providências preventivas serão adotadas para evitar que o Acre sofra com um “apagão” de energia elétrica como sofreu o Amapá. “Não podemos deixar acontecer com o Acre a tragédia que vive o Amapá”, finalizou o deputado.

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Mãe e companheira que esquartejaram menino são condenadas a 129 anos de prisão

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Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira, 25, o Tribunal do Júri de Samambaia, no Distrito Federal, condenou Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa pelo assassinato do menino Rhuan Maycon, de 9 anos, em 2019.

Rosana Auri da Silva Cândido, mãe do menino, pegou 65 anos de reclusão e 8 meses e 10 dias de detenção. Já Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, companheira de Rosana, pegou 64 anos de reclusão, e 8 meses e 10 dias de detenção.

O corpo da criança foi encontrado na madrugada do dia 1º junho de 2019, esquartejado, dentro de uma mala. A dupla foi sentenciada pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, ocultação e destruição de cadáver e fraude processual.

Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público do DF (MPDF), durante o julgamento, Kácyla ficou em silêncio e assumiu a execução de todos os crimes, afirmando não haver nenhuma participação da companheira. No entanto, os jurados acataram na íntegra a denúncia do MP. Para o júri, as acusadas premeditaram o assassinato.

As duas também foram acusadas por tortura. Segundo o MPDF, elas “castraram e emascularam a vítima clandestinamente” e “impediram que Rhuan tivesse acesso a qualquer tratamento ou acompanhamento médico”.

“Com apenas 4 anos de idade, Rhuan passou a sofrer constantes agressões físicas e psicológicas e a ser constantemente castigado de forma intensa e desproporcional, ultrapassando a situação de mero maltrato”, diz a denúncia.

Já as acusações de ocultação de cadáver e fraude processual dizem respeito às tentativas da dupla de se desfazerem do corpo de Rhuan e dificultarem as investigações.

As duas acusadas deixaram o Acre em 2014. Segundo a família, Rosana fugiu do estado com a criança, a companheira e a filha de Kacyla. O pai de Rhuan tinha a guarda do menino, por decisão judicial. A família chegou a registrar um boletim de ocorrência após o sumiço do garoto.

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