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As quatro profissões mais cotadas para o mercado de sustentabilidade 

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Conheça carreiras com maior demanda na área ambiental

As profissões associadas à preservação e cuidado com o meio ambiente estão em alta. Atualmente, a sustentabilidade é uma das áreas que mais cresce no mercado de trabalho. E os cursos acompanham esta tendência de crescimento. Analista de Sustentabilidade, especialista em Construções Sustentáveis, em Energia Renovável e Gerente de Investimentos Sustentáveis são algumas das funções ligadas ao mercado verde. 

Cada vez mais, a sociedade tem se preocupado com as questões ambientais, sendo este um fator decisivo na hora de adquirir determinado produto ou serviço. Por conta disso, as empresas estão mais atentas a essas questões. Com o mercado mais aquecido, algumas profissões voltadas para a sustentabilidade estão obtendo cada vez mais destaque. Além dos cursos que surgiram para dar conta das necessidades do setor ambiental, as profissões mais tradicionais estão se adequando à nova realidade e agregando novos campos para atender as demandas. Algumas profissões tradicionais, como a de urbanista, foram repaginadas para serem capazes de aplicar a sustentabilidade ao desenvolvimento das cidades.

Confira lista de carreiras que estão em alta na área de sustentabilidade:

Física

graduação em Física prepara o estudante para aplicar as leis da física para solução de questões práticas e do cotidiano. A profissão tem sido uma das mais requisitadas quando se fala em sustentabilidade.

Neste segmento, os físicos são responsáveis por pensar em energias não-poluentes. É possível atuar em sistemas de transporte, utilização de energias limpas e distribuição. Outra possibilidade de trabalhar na física ambiental é desenvolver estudos sobre as propriedades físicas que possam estar relacionadas às mudanças climáticas no mundo, além de avaliar a degradação do solo. 

Engenharia 

A área de engenharia é bastante ampla. São 34 cursos que abordam o segmento e muitos deles estão ligados à sustentabilidade, como é o caso da Engenharia Ambiental. Os engenheiros ambientais podem trabalhar com projeto de conservação e recuperação de recursos naturais e avaliação dos impactos da ação humana.

Engenheiros de outras áreas podem atuar em questões relacionadas a sustentabilidade, sendo responsáveis por desenvolver projetos de veículos elétricos, construção de cidades inteligentes e tecnologia verde. 

Direito 

curso de Direito proporciona aos seus profissionais diferentes possibilidades de atuação. No meio da sustentabilidade e economia verde, o advogado pode trabalhar com questões de regulamentação da atuação da empresa no meio ambiente. 

Uma especialização em Direito Ambiental, por exemplo, capacita o profissional sobre a legislação ambiental brasileira e suas atualizações, qualificando-o para atuar em prol do equilíbrio entre os interesses ecológicos, econômicos e sociais. 

Geografia

formação em Geografia, de um modo geral, já proporciona uma boa base para quem pretende trabalhar com sustentabilidade. O curso aborda a geografia física – relevo, vegetação e clima – além disso, também analisa as relações das populações com o ambiente. 

Com esses conhecimentos, estará apto para atuar em prol da redução do impacto ambiental. O profissional pode auxiliar na elaboração de planos diretores de municípios e avaliar os impactos das atividades produtivas no ambiente e no clima global.  

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Cidades

Vacinação contra Covid deve começar com idosos, profissionais da saúde e indígenas

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O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (1) os primeiros pontos da estratégia “preliminar” para a vacinação da população contra a Covid-19. De acordo com a pasta, o plano será dividido em quatro etapas.

Veja abaixo os principais pontos da estratégia preliminar:

Primeira fase: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena
Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares).

Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.
Os pontos foram apresentados após reunião da Câmara Técnica responsável pela elaboração do plano de vacinação. Apesar da divulgação preliminar, o governo afirma que o plano de imunização só ficará pronto quando houver vacina registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“É importante destacar que o plano que está sendo discutido ainda é preliminar e sua validação final vai depender da disponibilidade, licenciamento dos imunizantes e situação epidemiológica de cada região”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.

Vacina para 109 milhões de pessoas

Como já tinha sinalizado anteriormento, o governo federal não prevê – ao menos em 2021 – vacinar toda a população do país. Em nota divulgada nesta terça, o ministério informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas no próximo ano.

Ainda segundo a pasta, a estimativa é que a vacinação ocorra “em duas doses, como previsto pelos esquemas vacinais dos imunizantes já garantidos pelo Ministério da Saúde – Fiocruz/AstraZeneca e por meio da aliança Covax Facility”.

As chamadas “definições preliminares da estratégia” não citam a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac, que está na fase final de testes e já tem previsão de distribuição no Brasil. O governo de São Paulo firmou acordo para a compra de 46 milhões de doses e para a transferência de tecnologia para o Instituto Butantan.

Vacinas do plano federal

O Ministério da Saúde lembrou que o governo tem atualmente garantidas 142,9 milhões de doses de vacinas por meio dos acordos Fiocruz/AstraZeneca (100,4 milhões) e Covax Facility (42,5 milhões). Entretanto, nenhuma vacina obteve registro na Anvisa.

Sem citar a CoronaVac, o governo apontou ainda que, “no mês passado, o Ministério da Saúde sediou encontros com representantes dos laboratórios Pfizer BioNTech, Moderna, Bharat Biotech (covaxin) e Instituto Gamaleya (sputinik V), que também possuem vacinas em estágio avançado de pesquisa clínica, para aproximação técnica e logística”.

Mais cedo nesta terça-feira, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que o plano de vacinação terá como meta a adoção de imunizantes que sejam termoestáveis, ou seja, que não precisem de baixíssimas temperaturas de armazenamento, como ocorre com candidatas da Pfizer e da Moderna.

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Extra Total 2

Nicolau Júnior se reúne com presidente do TCE para tratar sobre medidas de contenção de gastos

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Nesta terça-feira (1) o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (PP), se reuniu com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Cristóvão Messias, e o conselheiro e corregedor Antônio Malheiro para tratar sobre reajustes fiscais e contenção de gastos.

Durante o encontro, o parlamentar fez a apresentação do Plano de Modernização dos Controles do Parlamento Acreano e solicitou orientação para a implementação das medidas no Parlamento Acreano, o que foi prontamente atendido pelos representantes do Órgão fiscalizador, que se prontificou em colaborar no que for necessário.

Nicolau Júnior tratou ainda sobre a Lei Complementar (LC) n° 173/2020, parágrafo 8°, que proíbe até o dia 31 de dezembro de 2021 o reajuste e aumento salarial, assim como também qualquer título, vantagem e adequação de remuneração a membros de Poder ou de órgão, servidores e empregados públicos e militares.

A LC foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em decorrência ao período da pandemia da Covid-19, e os impactos que esta tem causado na economia mundial. O presidente Nicolau Júnior disse ainda que estão sendo cumpridas as solicitações para redução do índice de despesa de pessoal, conforme estabelece o art. 20, inciso II, alínea “a” da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Com base também na Lei de Responsabilidade Fiscal que determina a necessidade da redução de gastos, o presidente do Poder Legislativo Acreano deve tomar mais medidas para enxugar as despesas, e iniciar um segundo mandato à frente da Mesa Diretora da Casa com todas as contas em dia.

Agência Aleac

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Acre 01

Socorro Neri institui comissão de transição e Bocalom indica nove pessoas para o processo

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A prefeita Socorro Neri (PSB) instituiu nesta terça-feira, 01, a Comissão Especial de Transição de Mandato no Poder Executivo com atribuição de organizar as informações da atual gestão municipal.

No domingo, 29, após a derrota para Tião Bocalom (Progressistas), Socorro Neri anunciou, por meio de nota pública, que iniciaria o processo de transição.

Em nota nesta terça-feira, 01, a prefeitura destacou que apesar do Tribunal de Contas do Estado (TCE) ainda não ter emitido o ato com o disciplinamento para o processo de transmissão de cargo, a atipicidade do pleito eleitoral deste ano torna necessário dar celeridade a este processo, já que Bocalom e a sua equipe terão menos de um mês para conhecer a máquina pública e a engrenagem.

Dando prosseguimento a transição, o prefeito eleito, Tião Bocalom (Progressistas) indicou nove pessoas para fazer parte da comissão de transição que terão total acesso às informações sobre o funcionamento dos órgãos e entidades da administração direta e indireta do Município, às contas públicas e aos programas e projetos do governo municipal.

Os nove indicados são: Artur Liborino Neto (gestor público), Antônio Cid Ferreira (contador), Marcus Lucena (administrador), Valtim Silva (gestor público), Francisco Lima (administrador), Eracides Souza (agropecuarista), Joabe Queiroz (bacharel em Direito), Ailton Oliveira (jornalista) e Alcione da Silva (licenciada em Matemática).

Da gestão da prefeita Socorro Neri (PSB), compõem a comissão cinco pessoas: Márcio Oliveira (secretário da Casa Civil – presidente da Comissão), Janete Santos (secretária de Planejamento), Sâmya Gouveia (secretária de Finanças), Ada Derze (Controladora-Geral do Município) e Raquel Eline Albuquerque (Procuradora-Geral do Município).

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Destaque 7

Energisa inaugura subestação em Assis Brasil no dia 8 de dezembro

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As obras da nova linha e subestação de Assis Brasil serão entregues no próximo dia 08 de dezembro, informou na tarde desta terça-feira, 1, a Assessoria de Comunicação da Energisa Acre. Ao todo, são 380 torres e 110km de linha de distribuição para conectar o município ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

De acordo com a concessionária, o investimento para a realização do projeto foi de aproximadamente R$ 52 milhões e vai beneficiar mais de 7,5 mil pessoas do município acreano. A nova linha e subestação têm o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade do fornecimento de energia elétrica.

Os investimentos vão também permitir que Assis Brasil deixe de ser abastecido por usina termoelétrica, que tem limitação no suprimento de energia, provoca emissões de gás carbônico na atmosfera e utiliza óleo diesel na geração de eletricidade.

O diretor-presidente da empresa, José Adriano Mendes Silva, disse que objetivo da distribuidora é potencializar a capacidade de fornecimento de energia para todas as classes de consumo: industrial, comercial, residencial e rural, além de criar condições favoráveis para novos investimentos locais e ainda contribuir para o desenvolvimento econômico e social.

“Com a entrega da linha e da subestação conseguiremos proporcionar uma energia confiável, limpa e de qualidade para o município de Assis Brasil. Além de estar em um ponto estratégico de fronteira internacional entre Brasil e Peru. É uma alegria muito grande inaugurar essa obra que vai transformar a realidade dessa região”, destacou.

Retrospectiva das Grandes Obras

No primeiro ano de atuação no Acre, em 2019, a Energisa fez duas grandes entregas. A primeira delas foi a Subestação de Epitaciolândia, com um investimento de R$ 18 milhões, que duplicou a capacidade de energia para a região do Alto Acre, beneficiando as cidades de Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri.

A segunda entrega foi a subestação de distribuição de energia Alto Alegre com investimento de R$ 17 milhões que atende as cidades de Rio Branco, Porto Acre, Bujari e as vilas do V e do Incra.

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