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Acreana Raissa Barbosa tem mais um surto e quebra porta de banheiro após discussão

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Raissa Barbosa se descontrolou após discussão com Luiza no quarto, saiu xingando a atriz e foi para o banheiro em “A Fazenda 2020”. Ao chegar, a modelo chutou a porta da cabine por várias vezes até ela se quebrar. “Não aguento”, dizia aos berros.

Lucas Maciel foi atrás de Raissa tentando acudi-la. Parte de madeira da porta, quase caiu em sua cabeça e ela não deu ouvidos. Depois foi a vez de Jojo: “Não chuta mais nada, se acalma”, e Raissa continuou berrando dentro da cabine.

As duas discutiram por conta de ontem. Após a saída de Carol Narizinho, Luiza contou para Biel que Mariano disse coisas horríveis sobre ele. Stéfani Bays, que estava no quarto enquanto a atriz falava pra ele, se irritou com Luiza e a chamou de fofoqueira. Foi aí que começou o rompimento do grupo de amigas. Sté foi desabar com Raissa, e as duas se afastaram da atriz.

Hoje, Raissa disse para Luiza que ela abandonou as amigas, que estava do lado do Biel por ele ter voltado de três roças. Luiza se manteve firme em sua opinião e pediu para ela respeitar.

“Foi feio ontem, eu digo a forma como foi dita, Luiza”. A atriz então respondeu: “E a forma como você foi pra cima da Carol?”, Se referindo a treta que elas tiveram no último domingo, na qual Raissa peitou Narizinho. “Eu não acredito que você está usando do meu problema pra se sair da sua situação. Assume o que você fez, seu erro”, disse Raissa, dando a entender que a atriz estava usando do transtorno que ela sofre, a síndrome de borderline.

“Por que eu vou assumir, se eu acho que eu não estou errada. Jamais iria usar do seu problema?”, retrucou Luiza. Raissa então finaliza chorando e dizendo: “Não dá pra conversar contigo. Ainda bem que eu to medicada, porque perco a linha. E eu não tô querendo ser o que eu tô sendo desde o começo. Quero ter o autocontrole das minhas atitudes”.

Veja o vídeo:

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Cotidiano

49% aprovam a gestão de Socorro Neri e apenas 39% avaliam como boa a de Gladson

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A Rede Amazônica divulgou na manhã desta sexta-feira, 27, a avaliação da população de Rio Branco com as gestões do governador Gladson Cameli (Progressistas) e da prefeita Socorro Neri (PSB). Esta é a segunda pesquisa Ibope do segundo turno.

De acordo com os resultados de avaliação de Socorro Neri, 33% dos entrevistados consideram a gestão da prefeita como ótima/boa; 44% como regular e 24% como ruim/péssima. Neste critério, 2% não sabem avaliar.

Com relação ao percentual de aprovação da prefeita candidata à reeleição pelo PSB, 49% dos entrevistados aprovam, 43% desaprovam a gestão de Socorro, e não sabem avaliar registrou 9%.

Em relação aos percentuais de avaliação das administrações do governador Gladson Cameli, 39% dos entrevistados consideram ótima/boa, 42% acham regular e 17% avaliam como ruim/péssima. 2% não sabem avaliar.

Com uma margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica Acre e ouviu 602 eleitores da cidade de Rio Branco no período de 24 a 26 de novembro. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratam o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

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Cotidiano

Após sair da Universal, Andressa desabafa: “Só não me mato porque tenho filho para criar”

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Foto: Reprodução/Instagram 

Andressa Urach está reerguendo sua vida após se decepcionar com a Igreja Universal. A modelo foi demitida da Rede Record de forma inesperada, o que abalou sua saúde mental. “Só não me mato porque tenho um filho para criar. Se eu não tivesse passado pela experiência de quase morte em 2014, eu teria virado ateia”, desabafou ela.

“Eu estava muito mal na semana passada, estou à base de calmantes. Julgar todo mundo sabe, agora estar na minha pele… Ninguém sabe o que estou sentindo. Graças a Deus, tenho bons amigos que estão me ajudando nessa fase delicada da minha vida”, afirmou Andressa.

A modelo contou que teve uma crise de ansiedade e depressão após ser dispensada da Record e teve que voltar a fazer tratamento psiquiátrico. Segundo ela, sua mãe precisou levá-la a um hospital por causa de um pico de pressão alta e como ela e a família não tem plano de saúde, todos recorrem ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Metrópoles/Leo Dias

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Cotidiano

Dirigida a servidores, oficina compatibiliza dinheiro em meio à crise da Covid-19 no Acre

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O Governo do Acre apoia a realização da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira realizando a oficina “É possível ficar de boas com seu dinheiro em meio a essa crise?”.

O evento será em formato online no dia 1º de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo link rb.gy/zvqaew. A Semana é promovida pelo Governo Federal por meio dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Esta edição tem como tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

Com a Covid-19, muitas pessoas tiveram suas vidas afetadas não só pela doença, mas também financeiramente, por isso, curso é direcionado aos servidores públicos e a plataforma possui apenas 100 vagas disponíveis. Neste momento de crise, o planejamento das finanças familiares deve ser um assunto que alcance do servidor, pois estando bem informado poderá tomar as melhores decisões financeiras.

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Cotidiano

Fim das coligações reduziu em 25% representação partidária na Câmara de Rio Branco

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O fim das coligações para eleições de cargos proporcionais provocou mudanças importantes nas Câmaras de Vereadores pelo país. Em Rio Branco não foi diferente, segundo levantamento feito pelo G1 com base nos resultados das disputas em mais de 5 mil municípios mostra que, em 73% deles, houve redução no número de partidos com representação nos Legislativos municipais.

No total, diz o levantamento, 11 capitais -entre elas Rio Branco -apresentaram queda de um a cinco partidos com representação. Quatro capitais mantiveram o número de partidos no Legislativo, enquanto outras dez apresentaram aumento, entre uma e quatro legendas.

A capital do Acre saiu de 12 para 9 partidos em representação na Câmara Municipal, redução de 25% neste novo cenário.

No geral, Câmaras com até seis partidos, que até 2016 representavam 50% dos municípios, agora são 82% do total. Em contrapartida, caiu a quantidade de municípios com mais de seis legendas nos Legislativos locais. Em 2016, essas cidades representavam 50% do total; agora, são apenas 18%.

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