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Hilário Melo é empossado como membro efetivo do TRE-AC

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A presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), desembargadora Denise Bonfim, empossou, na manhã desta quinta-feira, 15, Hilário de Castro Melo Júnior, como membro efetivo da Classe de Advogado da Corte Eleitoral Acreana, para o biênio 2020/2022. A sessão solene de posse foi realizada por videoconferência e transmitida ao vivo pela internet.

A solenidade contou com a presença virtual de todos os membros do TRE-AC, do presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, bem como do secretário de Estado, Ribamar Trindade, representando o governador do Acre, da defensora pública-geral do Estado do Acre, Roberta de Paula, do procurador Regional Eleitoral, Vitor Hugo, do presidente da OAB/AC, Erick Venâncio, e diversas outras autoridades.

Após a leitura do termo de posse, a saudação ao novo integrante da Corte Eleitoral ficou por conta do juiz-membro do TRE-AC, Thales Bordignon, que fez um breve histórico da vida profissional do membro empossado, desejando-lhe boas-vindas ao Tribunal.

Em seu pronunciamento, a desembargadora-presidente Denise Bonfim reiterou as boas-vindas ao novo membro da Corte e enfatizou que sua posse representa um reforço para a Justiça Eleitoral, no sentido de melhorar, ainda mais, os serviços prestados pelo TRE-AC à sociedade e fortalecer a democracia.

Na oportunidade, a desembargadora-presidente agradeceu “o empenho e o trabalho digno” do juiz-membro (Classe Jurista – Substituto) Marcel Chaves, que compôs a Corte nos últimos meses.

Em seu discurso de posse, o juiz-membro Hilário de Castro Melo Júnior, agradeceu as boas-vindas e afirmou ser uma honra compor a Corte Eleitoral do Acre.

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Acre

Acre apresenta piores taxas de sobrevivência de empresas no país

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Das 1.326 empresas nascidas em 2008 no Acre, apenas 17,1% estavam em funcionamento em 2018, uma das piores taxas de sobrevivência de CNPJs no país.

No primeiro ano de funcionamento, a situação é igual: a sobrevivência chega a 68,9%, taxa que ganha apenas da de Roraima, com 66,6% e Amazonas (67,7%).

Os dados constam do estudo Demografia das Empresas, divulgado nesta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que em 2018 a taxa de sobrevivência das empresas foi de 84,1% no Brasil.

Essa taxa representa 3,7 milhões de empresas permanecendo ativas no Brasil (de um total de 4,4 milhões) e foi ligeiramente inferior à de 2017 (84,8%). Já a taxa de entrada de novas empresas, em 2018, foi de 15,9%, enquanto a taxa de saída ficou em 17,4%. Com isso, o saldo de empresas ativas foi negativo (-65,9 mil) e representou uma perda mais acentuada que a de 2017 (-22,9 mil empresas).

Entre 2008 e 2018, a taxa de entrada recuou de 21,8% para 15,9% (-5,9 pontos percentuais), com máximo valor de 22,2% em 2009. Já a taxa de saída, está em patamar semelhante ao de 2008 (17,7%), tendo atingido seu máximo em 2014 (20,7%) e, desde então, encontra-se acima da taxa de entrada.

O período analisado pelo IBGE contrasta com os dados do Mapa das Empresas, do Ministério da Economia, que mostra que mais empresas vem sendo abertas que fechadas no Acre mesmo com a crise da Covid-19.

No 2º quadrimestre de 2020 foram abertas 2.214 e fechadas 547 empresas no Acre. O saldo é de 1.667 CNPJs em atividade no período, segundo o ME.

Há 43.051 empresas em atividade no Acre, onde até ser totalmente viabilizada, uma empresa precisa de três dias e 10 horas para ser aberta. A Junta Comercial prevê que em 2021 o tempo será reduzido para 24 horas.

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Acre

Apreensão de armas pela PRF já é 10,5% maior que no ano passado

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais um revólver calibre 38 com munições na noite dessa quarta-feira (21). A arma estava com uma adolescente, passageira de um táxi e o flagrante aconteceu na BR-317, em Rio Branco, capital do Acre.

A equipe estava realizando comando fiscalizatório e determinou parada a um motorista de táxi. Dentre os passageiros, havia uma jovem de 17 anos que ficou bastante nervosa e incomodada com as indagações dos policiais. Durante busca na bagagem da passageira, estava a arma de fogo com número de série suprimido e três munições intactas.

A adolescente ainda afirmou ironicamente que veio da fronteira com a Bolívia. Ela foi apreendida e encaminhada com os objetos ilícitos para a Delegacia de Polícia Civil.

O total de armas apreendidas pela PRF no Acre em 2020 superou em 10,5% o quantitativo de 2019. Foram 21 armas este ano, contra 19 no ano passado, incluindo pistolas, revólveres e espingardas, dentre outros.

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Acre

Governo alinha com empresários retomada econômica no Acre

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Passado o momento de pico da pandemia do novo coronavírus no Estado, o governador Gladson Cameli tem buscado agora meios que favoreçam a retomada estabilidade econômica após a crise sanitária que atingiu drasticamente o comércio. Nessa quarta-feira, 21, ele se reuniu com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, e o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC), Marcos Lameira, para trocar de ideias sobre a retomada econômica do Acre.

Para Cameli, o Acre vive um momento de superação e reconheceu as instituições que realizaram diversas ações sociais, além do apoio ao empresariado local, no auge da pandemia. “O nosso desafio é a geração de emprego e renda. E contar com o apoio dessas instituições é fundamental nesse momento. Principalmente por estarem lado a lado com o governo, em ações conjuntas, visando o benefício da nossa população”, afirma.

Leandro Domingos reforçou que o Estado vive um momento em que o comércio necessita de uma atenção especial para se recuperar do longo período de baixa causada pela pandemia. “Nossas instituições foram parceiras do governo, inclusive com ações sociais nesse período junto aos mais humildes, aqueles que mais precisavam no momento. Porque o objetivo do Estado é o nosso objetivo, o crescimento da população. E agora precisamos discutir ideias para a retomada desse que é um dos principais setores econômicos do Acre”, disse o presidente da Fecomércio.

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Acre

Onda de calor eleva preço de frutas e hortaliças, diz governo

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As altas temperaturas registradas no país têm impactado nos preços de frutas e hortaliças vendidas nas Centrais de Abastecimentos (Ceasas). O forte calor acelera a maturação de alguns produtos, e com isso, o produtor tem que antecipar a colheita, afetando a oferta e os valores de comercialização, como mostra o boletim divulgado, nesta quarta-feira (21), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Entre os produtos que sofreram a influência do calor está o tomate. O produto apresentou alta nas cotações em praticamente todas as centrais analisadas pela Conab, sendo a maior variação em Brasília, de 32,5%. Apenas na Ceasa do Rio de Janeiro a hortaliça ficou mais barata. Com a maturação precoce, houve muita oferta do tomate nos primeiros dias de setembro, quando o preço baixou, porém a oferta diminuiu no restante do mês, o que trouxe um efeito de elevação de preços na média final. No entanto, pelo acompanhamento dos preços diários, é possível notar uma tendência de queda a partir da segunda quinzena deste mês.

No caso da melancia, as altas temperaturas intensificaram a entrada da fruta no mercado. Com a elevação da oferta, principalmente da região de Uruana (GO), os preços no acatado ficaram mais baixos, estimulando a procura. O volume da melancia negociado em nove centrais de abastecimento chegou a ser 60% superior ao registrado em agosto deste ano. Na primeira quinzena de outubro, os preços apresentaram estabilidade em boa parte do país.

Outro produto é o mamão, que ficou mais barato no mercado atacadista devido ao amadurecimento acelerado. Neste mês, há tendência de estabilização do preço. As condições climáticas também influenciaram na maior demanda pela laranja que, aliada a uma menor oferta da fruta, apresentou alta de preços nas Ceasas pesquisadas.

A cenoura ficou mais cara em todos os mercados atacadistas analisados em setembro. Entanto, para outubro, há previsão de “uma estabilidade nos preços dentro do mês, porém na comparação com a média de setembro, o preço vem declinando”.

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