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Dois anos após ganhar eleição, Gladson diz já ter cumprido 50% das promessas de governo

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Neste dia 7 de outubro de 2020, completa 2 anos desde que o ex-senador Gladson Cameli ganhou as eleições para governador do Acre, nas Eleições 2018. Dois anos se passaram no que ele mesmo configura como “a chance de realizar um maior sonho”.

Ao ac24horas, Cameli falou nesta quarta-feira vinha refletindo sobre o assunto desde essa terça (6). “Estava ontem mesmo pensando no que tinha prometido na campanha”, disse, afirmando já ter cumprido pelo menos 50% das promessas de campanha até essa metade de seu mandato como governador.

“Mais de 50% das promessas já foram cumpridas, mesmo passando por várias dificuldades, mas com o sentimento de que ainda vai aumentar mais a dificuldade e é um dever que deve continuar a ser feito”, disse à reportagem nesta manhã.

Gladson se encontra em Brasília participando de várias agendas com ministro e o presidente da República, Jair Bolsonaro.

“Em 7 de outubro de 2018 fui eleito governador do Estado do Acre. Quero agradecer a confiança depositada em mim. Estou trabalhando para honrar esta missão que me foi dada por meio de cada voto, de cada abraço e de cada olhar de esperança”, compartilhou em suas redes sociais.

Cameli garante estar empenhado em cumprir suas promessas de campanha e proporcionar dias melhores para o Acre. “Com fé em Deus e muito trabalho, tenho certeza que muito mais será feito pelo nosso Acre”, conclui.

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Dupla do CV é condenada a 318 anos de prisão por chacina ocorrida em Assis Brasil

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O 2º Tribunal do Júri condenou nesta segunda-feira, 19, Isaquiel Nascimento Teixeira e Antônio Russenildo Lopes da Costa, integrantes do Comando Vermelho, acusados de serem os autores de uma chacina que aconteceu em Assis Brasil (AC).

O crime ocorreu no dia 1 de julho de 2018. De acordo com a denúncia, a dupla do Comando Vermelho invadiu uma casa, localizada na Rua 4, bairro Bela Vista, onde estavam as vítimas, que seriam de uma organização criminosa rival.

Durante o ataque, Lucas Klauman da Silva, Luiz Felipe Gonçalves e os irmãos Francinildo e Renato Moçambite da Silva foram executados a tiros. Na mesma ação, outras quatro pessoas foram baleadas.

A dupla foi condenada por quatro homicídios, quatro tentativas de assassinatos, corrupção de menores e por integrar organização criminosa. Outros dois acusados do crime foram absolvidos em julgamento realizado em Assis Brasil (AC).

Os criminosos foram condenados a 318 anos de prisão pelo envolvimento na chacina. Isaquiel Nascimento recebeu a maior pena: 164 anos 1 mês e 10 dias. Enquanto, Antônio Russenildo Lopes da Silva foi sentenciado a 154 anos e 8 meses.

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Mortes Violentas Intencionais crescem no Acre, mas ficam abaixo da média nacional

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O número de mortes violentas intencionais no Brasil cresceu 7,1% no primeiro semestre de 2020, revela a 14ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, lançada na manhã desta segunda-feira. Foram registradas 25.712 mortes, o que representa uma pessoa assassinada a cada dez minutos em meio à pandemia de Covid-19, mesmo com as medidas de isolamento social no período. Os dados indicam uma interrupção de uma tendência de queda dos crimes violentos registrada a partir de 2018, com aumento também dos feminicídios, e das vítimas de intervenções policiais e de policiais mortos. O Anuário também compilou as ocorrências registradas ao longo do ano de 2019, que revelam informações sobre o perfil das vítimas da violência letal no país, crimes sexuais e contra as mulheres, crimes contra o patrimônio, apreensões de drogas, registros de novas armas, números do sistema prisional, gastos com segurança pública, entre outros. Além disso, a publicação fez um levantamento inédito sobre a participação de membros das forças de segurança pública nas eleições.

O Anuário Brasileiro de Segurança de Pública é elaborado desde 2007 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, por meio da compilação de dados sobre o setor obtidos junto às unidades da federação e da União. O principal indicador apresentado na publicação é o de registros das Mortes Violentas Intencionais (MVI), baseado nos números absolutos e na taxa de homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte, feminicídios, homicídios de policiais e mortes por intervenções policiais registrados no Brasil em números absolutos e em taxas a cada 100 mil habitantes.

O aumento de 7,1% das mortes violentas intencionais – 25.712 mortes contra 24.012 do ano passado – foi puxado pelas ocorrências de 21 estados, com destaque para o aumento de 96% no Ceará, muito acima do cenário verificado nas demais Unidades da Federação, e que pode ser reflexo da crise no setor no início de 2020, com a greve da Polícia Militar. Paraíba (19,2%), Maranhão (18,5%), Espírito Santo (18,5%), Sergipe (16,8%), Alagoas (15,1%), Paraná (14,8%), Santa Catarina (14%), Rondônia (13,4%), Tocantins (12,5%), Pernambuco (11,8%), Rio Grande do Norte (11,8%), Bahia (10,1%) e São Paulo (8,2%) também apresentaram crescimento acima da média nacional.

Mato Grosso do Sul (6,2%), Acre (5,1%), Amapá (5,1%), Amazonas (3,8%) e Minas Gerais (2,1%), e Mato Grosso (1,4%) também registraram altas, mas ficaram abaixo da média nacional. Apenas seis estados tiveram redução no período: Pará (-25,1%), Roraima (-23,4%), Rio de Janeiro (-10,9%), Rio Grande do Sul (-7,2%) e o Distrito Federal (-2,1). Goiás também apresentou redução de 17% nos registros, mas o estado não disponibilizou o número de mortes decorrentes de intervenção policial para o 1º semestre de 2020.

Nos casos de violência contra a mulher, os casos de feminicídio subiram 1,9%, com 648 mulheres mortas nos primeiros seis meses do ano, os registros de agressões em função da violência doméstica caíram no período e os chamados ao 190 cresceram. Essa incongruência entre aumento de mortes, queda de registros em delegacias e crescimento dos acionamentos à PM pode ser reflexo da dificuldade de as mulheres comparecerem às delegacias para o registro das ocorrências em meio às medidas rígidas de isolamento social necessárias à contenção da pandemia.

Violência contra a mulher

Nesse caso, há uma piora significativa em todos os crimes de violência contra a mulher, com 1.326 vítimas de feminicídio, um aumento de 7,1% na comparação com 2018. A análise dos registros policiais revela que a grande maioria dessas mulheres foi morta por seus próprios companheiros (89,9%), são negras (66,6%) e jovens (56,2% na faixa entre 20 e 39 anos). Outro dado que chama a atenção é a maneira como essas mulheres foram mortas: 53,6% das vítimas de feminicídio foram vítimas de arma branca, 26,9% de armas de fogo e 19,5% por outros meios (como agressão física e asfixia mecânica). Os registros de agressão doméstica também cresceram 5,2% no mesmo período, num total de 266.310 ocorrências – uma a cada dois minutos no país. Pela primeira vez o Fórum coletou o número de medidas protetivas de urgência solicitadas nas delegacias de Polícia no âmbito da lei Maria da Penha e, mesmo com 2/3 dos estados sem capacidade de informar o número, o total chega a 349.942 solicitações, quase mil por dia.

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Ex-prefeito e secretários terão de devolver mais de R$ 350 mil aos cofres públicos

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) condenou o ex-prefeito de Marechal Thaumaturgo, Aldemir Lopes, e dois ex-secretários a devolverem mais de R$ 350 mil aos cofres públicos em razão da falta de comprovação dos serviços realizados por uma terceirizada contratada pela prefeitura. A decisão foi publicada nesta segunda-feira, 19, no Diário Oficial do TCE.

Cada um dos gestores terão de desembolsar de forma solidária à devolução de R$ 202 mil mais multa de 10% sobre o valor a ser devolvido com fundamento no artigo 88 da Lei Complementar 38/1993.

Além disso, Aldemir da Silva Lopes, prefeito à época de Marechal Thaumaturgo, e João Luciano da Costa, ex-secretário municipal de Saúde e Saneamento, foram condenados a devolver de forma voluntária R$ 40 mil aos cofres públicos.

Em outro trecho, a ex-gestora Maria Rosineide de Lima Bezerra, ex-secretária municipal de Educação, Cultura e Desporto e o ex-prefeito Aldemir Lopes terão que devolver a quantia de R$ 148 mil mais uma multa de 10% em cima do valor com fundamento no artigo 88 da Lei Complementar 39/1993.

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TCE quer Alysson Bestene explicando irregularidades em contratos com fornecedores

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A conselheira-substituta do Tribunal de Contas do Estado, Maria de Jesus de Carvalho, instaurou nesta segunda-feira, 19, no Diário Oficial do TCE, quatro processos para inspecionar e acompanhar os contratos celebrados entre a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e empresas privadas contratadas para o enfrentamento da emergência da Covid-19, sem licitação.

A inspeção trata de apurar e acompanhar dois contratos entre a Sesacre e a empresa Recol Distribuição e outros dois com a empresa Eireli acerca de aquisições de medicamentos para atender as necessidades da rede hospitalar estadual.

Em todos, a Conselheira deu prazo de 15 dias, para o secretário de saúde, Alysson Bestene Lins, apresentar justificativas acerca das irregularidades encontradas no Relatório de Procedimento de Investigação Preliminar. No entanto, a publicação não cita detalhes de que irregularidades foram encontradas.

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