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No Acre, apenas 43% das mulheres gostariam de fazer teste de Covid

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No Acre, apenas 43% das mulheres gostariam de fazer o teste que detecta a Covid-19. Muitas não o fazem por considerarem difícil na rede púbica e caro demais nas farmácias e laboratórios particulares. Esse número é o 5º menor do país, quando se compara o resultado de outros Estados.

Essa é a constatação do mais recente estudo do portal Trocando Fraldas, especializado em fertilidade humana. Rio Grande do Norte e Pará são os estados com os maiores percentuais de pessoas que gostariam de fazer um teste, com 68% e 64% respectivamente. No Rio de Janeiro, um dos estados mais afetados pelo vírus, 52% da população gostaria de poder fazer um teste.

Já em São Paulo pelo menos metade da população gostaria de fazer. Mato Grosso é o estado com o menor percentual, mas mesmo assim, 41% da população gostaria de fazer um teste. O Brasil já passou 4 milhões de casos de infecções por coronavírus, porém, sua taxa de recuperados é maior do que a taxa mundial, segundo a Universidade de Johns Hopkins.

Oito em cada dez pacientes contaminados no país se recuperaram da doença, enquanto a taxa média mundial é de pouco mais de seis em cada dez pessoas superando o quadro de infecção (64%).

Mesmo com essa taxa de recuperação, a população continua assustada com o número de casos, e também com a impossibilidade de realizar um teste para Covid.

Diante deste cenário, o Trocando Fraldas identificou que que 82% das brasileiras ainda não realizou um teste para Covid-19 e que metade das participantes gostariam de fazer um teste para coronavírus.

Além disso, 74% das participantes gostariam de fazer o teste pela curiosidade de saber se já tiveram ou têm coronavírus. Além disso, 49% das entrevistadas responderam que gostariam de poder realizar o teste em casa.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado com mais de 5.800 pessoas de 11 à 12 de agosto de 2020. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet.

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Acre

Prova de vida de aposentados segue suspensa até 30 de novembro

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A exigência da prova de vida anual de servidores aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis está suspensa até o dia 30 de novembro de 2020. O Ministério da Economia publicou nesta quinta-feira, 22, a instrução normativa º 103, que estabelece o novo período.

Anteriormente, o recadastramento estava suspenso até o fim deste mês. Segundo o Painel Estatístico de Pessoal, estão nessa situação em torno de 700 mil pessoas.

A prova de vida anual obrigatória deixou de ser exigida desde o dia 18 de março de 2020, como medida de proteção no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A medida, no entanto, não afeta o recebimento de proventos e pensões.

Aqueles que, excepcionalmente, tiveram o pagamento suspenso antes do dia 18 de março de 2020, podem solicitar, conforme Instrução Normativa nº 29, de 1º de abril de 2020, o seu restabelecimento. Para isso, é preciso acessar o Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe) e selecionar, em Requerimento, o documento “Restabelecimento de Pagamento – Covid-19”. O beneficiário receberá um comunicado do deferimento ou não do seu requerimento por e-mail, que é enviado automaticamente pelo Sigepe.

Segundo o ministério, após esse procedimento, a Unidade de Gestão de Pessoas de cada órgão e entidade da Administração Pública Federal, a partir da confirmação do deferimento, deverá realizar o restabelecimento excepcional, obedecendo ao cronograma mensal da folha de pagamento.

A Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, órgão central da gestão de pessoas da Administração Pública Federal, informa que definirá, posteriormente, prazo e forma para realização da comprovação de vida daqueles que foram contemplados na suspensão da Prova de Vida anual, assim como dos que tiveram o pagamento excepcionalmente restabelecido por solicitação via requerimento do Sigepe.

Fonte: EBC

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Acre

Acre apresenta piores taxas de sobrevivência de empresas no país

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Das 1.326 empresas nascidas em 2008 no Acre, apenas 17,1% estavam em funcionamento em 2018, uma das piores taxas de sobrevivência de CNPJs no país.

No primeiro ano de funcionamento, a situação é igual: a sobrevivência chega a 68,9%, taxa que ganha apenas da de Roraima, com 66,6% e Amazonas (67,7%).

Os dados constam do estudo Demografia das Empresas, divulgado nesta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que em 2018 a taxa de sobrevivência das empresas foi de 84,1% no Brasil.

Essa taxa representa 3,7 milhões de empresas permanecendo ativas no Brasil (de um total de 4,4 milhões) e foi ligeiramente inferior à de 2017 (84,8%). Já a taxa de entrada de novas empresas, em 2018, foi de 15,9%, enquanto a taxa de saída ficou em 17,4%. Com isso, o saldo de empresas ativas foi negativo (-65,9 mil) e representou uma perda mais acentuada que a de 2017 (-22,9 mil empresas).

Entre 2008 e 2018, a taxa de entrada recuou de 21,8% para 15,9% (-5,9 pontos percentuais), com máximo valor de 22,2% em 2009. Já a taxa de saída, está em patamar semelhante ao de 2008 (17,7%), tendo atingido seu máximo em 2014 (20,7%) e, desde então, encontra-se acima da taxa de entrada.

O período analisado pelo IBGE contrasta com os dados do Mapa das Empresas, do Ministério da Economia, que mostra que mais empresas vem sendo abertas que fechadas no Acre mesmo com a crise da Covid-19.

No 2º quadrimestre de 2020 foram abertas 2.214 e fechadas 547 empresas no Acre. O saldo é de 1.667 CNPJs em atividade no período, segundo o ME.

Há 43.051 empresas em atividade no Acre, onde até ser totalmente viabilizada, uma empresa precisa de três dias e 10 horas para ser aberta. A Junta Comercial prevê que em 2021 o tempo será reduzido para 24 horas.

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Acre

Apreensão de armas pela PRF já é 10,5% maior que no ano passado

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais um revólver calibre 38 com munições na noite dessa quarta-feira (21). A arma estava com uma adolescente, passageira de um táxi e o flagrante aconteceu na BR-317, em Rio Branco, capital do Acre.

A equipe estava realizando comando fiscalizatório e determinou parada a um motorista de táxi. Dentre os passageiros, havia uma jovem de 17 anos que ficou bastante nervosa e incomodada com as indagações dos policiais. Durante busca na bagagem da passageira, estava a arma de fogo com número de série suprimido e três munições intactas.

A adolescente ainda afirmou ironicamente que veio da fronteira com a Bolívia. Ela foi apreendida e encaminhada com os objetos ilícitos para a Delegacia de Polícia Civil.

O total de armas apreendidas pela PRF no Acre em 2020 superou em 10,5% o quantitativo de 2019. Foram 21 armas este ano, contra 19 no ano passado, incluindo pistolas, revólveres e espingardas, dentre outros.

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Acre

Governo alinha com empresários retomada econômica no Acre

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Passado o momento de pico da pandemia do novo coronavírus no Estado, o governador Gladson Cameli tem buscado agora meios que favoreçam a retomada estabilidade econômica após a crise sanitária que atingiu drasticamente o comércio. Nessa quarta-feira, 21, ele se reuniu com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, e o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC), Marcos Lameira, para trocar de ideias sobre a retomada econômica do Acre.

Para Cameli, o Acre vive um momento de superação e reconheceu as instituições que realizaram diversas ações sociais, além do apoio ao empresariado local, no auge da pandemia. “O nosso desafio é a geração de emprego e renda. E contar com o apoio dessas instituições é fundamental nesse momento. Principalmente por estarem lado a lado com o governo, em ações conjuntas, visando o benefício da nossa população”, afirma.

Leandro Domingos reforçou que o Estado vive um momento em que o comércio necessita de uma atenção especial para se recuperar do longo período de baixa causada pela pandemia. “Nossas instituições foram parceiras do governo, inclusive com ações sociais nesse período junto aos mais humildes, aqueles que mais precisavam no momento. Porque o objetivo do Estado é o nosso objetivo, o crescimento da população. E agora precisamos discutir ideias para a retomada desse que é um dos principais setores econômicos do Acre”, disse o presidente da Fecomércio.

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