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Energisa alerta sobre os riscos de queimadas próximas à rede elétrica

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Queimadas podem danificar cabos e estruturas, interrompendo o fornecimento de energia

A partir de julho, no Acre, a temperatura aumenta e o clima se torna mais seco. E esse cenário é perigoso por proporcionar o aumento no número de queimadas e incêndios no estado. Além dos riscos que o fogo pode representar para as pessoas, vegetação e animais, tem mais um agravante: a interrupção no fornecimento de energia.

Por isso, a Energisa Acre alerta sobre a prevenção de queimadas próximas a estruturas de transmissão ou distribuição de energia.

“As queimadas próximas às redes elétricas podem provocar o desligamento dos circuitos de distribuição de energia elétrica, já que, mesmo que as chamas não encostem nos fios, o calor pode danificar as estruturas, romper cabos e causar curtos-circuitos. Todo mundo fica prejudicado”, explica o diretor técnico e comercial da Energisa Acre, Ricardo Xavier.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Acre foram atendidos mais de 2 mil chamados de janeiro até julho deste ano. Os números representam um aumento de 130% a 140%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Orientações

Uma das principais causas de incêndios florestais são as queimadas preparatórias de pastos e de terrenos para plantio, que se espalham rapidamente, especialmente no período seco. Toda queima deve ser autorizada pelos órgãos competentes.

Fique atento aos cuidados:

– É proibido realizar queimadas perto de subestações;

– Não realize queimadas perto das redes elétricas e fio de energia;

– Faça aceiros (faixas sem vegetação ao longo das cercas) para controlar o fogo;

– Respeite a faixa de servidão (espaço de terra que acompanha o percurso de uma linha de distribuição de energia elétrica) ao realizar o plantio;

– Nunca realize queimadas a menos de 15 metros de rodovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e de distribuição de energia elétrica;

Outras ações também são importantes para evitar incêndios florestais:

– Não solte balões. Além de ser proibido por lei, o balão provoca incêndios;

– Pontas de cigarro acesas em acostamentos das rodovias, por isso, jogue lixo somente nos locais adequados;

– Apague qualquer resto de fogo em acampamentos jogando água, areia ou terra para abafar qualquer brasa;

– Evite colocar fogo em terrenos baldios ou lixões.

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Acre

Acre tem o pior mês de outubro em queimadas desde 1998

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Foto: Sérgio Vale

Desde o início da série histórica (1998) do total de focos ativos detectados pelo satélite de referência (AQUA Tarde) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Acre não tinha um mês de outubro com um volume de focos de queimadas tão intenso quanto em 2020.

De 1º a 18 de outubro deste ano, foram registrados 1.478 focos de queimadas no Acre, superando o total de todo o mês de outubro de 2017, quando o estado teve 1.350 focos detectados, a maior marca até então. No ano passado, outubro registrou apenas 354 ocorrências de queimadas.

Em todo o período deste ano, de 1º de janeiro a 19 de outubro, o Acre acumula 8.879 focos de queimadas, 32% a mais do que o registrado no ano passado – 6.706 focos. O número de queimadas para esse período em 2020 já o terceiro maior desde 1998, quando foi iniciada a série histórica.

Os municípios acreanos com maior número de queimadas em outubro deste ano são: Xapuri (304),Brasiléia (246), Sena Madureira (198), Rio Branco (132) e Epitaciolândia (114). No ano, Feijó (1.546), Sena Madureira (1.067), Tarauacá (1.010), Xapuri (719) e Rio Branco (706) são os campeões do fogo.

Com 402 focos de queimadas registrados apenas em outubro, o que representa 87% do total de todas as outras unidades de conservação federais no Acre, a Resex Chico Mendes chegou a 1.069 focos de queimadas detectados entre janeiro e outubro deste ano – 67% do total das demais UC’s no estado.

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Acre

Soster questiona prefeitura ao apontar falta de médico em UBS

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O empresário do ramo de construção de rodovias, pavimentação asfáltica e candidato à prefeitura de Rio Branco pelo Avante, Jarbas Soster, voltou a criticar a falta de atenção da atual gestão municipal da capital acreana em relação às unidades de saúde que ficam sob a responsabilidade do município.

Nas redes, Jarbas mostrou o caso da Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no bairro Belo Jardim, que estaria sem médico, segundo moradores.

“Saúde da prefeitura, cadê você????De quem é a responsabilidade por este abandono????Não tem médico, segundo moradores. Belo Jardim. #aquinaotemsocorro”, afirmou.

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Acre

Pelo terceiro dia seguido, Acre não tem mortes por Covid-19

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Pela primeira vez desde o início da pandemia, o Acre não registra mortes pela Covid-19 por três dias seguidos. A informação está no boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) na tarde desta segunda-feira, dia 19. Até agora, 679 pessoas morreram vítima da pandemia no Acre.

Em relação aos novos casos, o boletim registra 47 novos casos de contaminação. O número total chega a 29.765 pessoas infectadas.

Até o momento, o Acre registra 77.919 notificações de contaminação pela doença, sendo que 48.153 casos foram descartados, enquanto 1 amostra de RT-PCR está em análise. Pelo menos 27.732 pessoas já receberam alta médica da doença e 63 seguem hospitalizadas.

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Acre

Propaganda ilegal é recorde de denúncias na 9ª Zona Eleitoral

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O novo juiz eleitoral de Rio Branco, Robson Aleixo, disse nesta segunda-feira, 19, que as denúncias mais comuns que chegam à 9ª Zona Eleitoral têm sido atos de propaganda irregular na campanha.

“Temos várias representações por propaganda irregular”, informou Aleixo ao ac24horas. À tarde, ele prepara um levantamento das denúncias até agora protocoladas na Justiça Eleitoral.

Aleixo ocupa a vaga deixada pelo colega Giordane Dourado, afastado da 9ª Zona Eleitoral a partir de uma ação do Ministério Público. Dourado é casado com assessora do candidato a prefeito de Rio Branco pelo MDB, Roberto Duarte. O MP viu que será complicado para o juiz decidir sem suspeições nesta campanha.

Aleixo já foi defensor público da União e agente da Polícia Federal antes de ser juiz no Acre.

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