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Em Xapuri, candidato do MDB adota megafone para pedir voto

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O advogado Carlos Venícius Ferreira Ribeiro Júnior, de 32 anos de idade, é o mais jovem dos quatro concorrentes que protocolaram pedidos de registro de candidatura a prefeito no município de Xapuri, onde compete com o atual gestor, o petista Bira Vasconcelos, com a servidora pública Carla Mendonça, do PP, e com o vereador Gessi Capelão, do PSD.

Apontado por alguns adversários como “forasteiro”, apesar de ser filho da cidade, de onde saiu pequeno para estudar e para onde voltou com o fim de exercer a advocacia, Carlos Venícius adotou uma maneira inovadora de contato com o eleitor neste começo de campanha que tem chamado a atenção por onde passa, assim como nas redes sociais.

Com um megafone na mão e um chapelão de palha na cabeça, ele percorre os mais diferentes lugares da cidade, desde as áreas centrais às periféricas, fazendo o chamado corpo a corpo com os moradores e levando suas propostas de maneira direta, mas, segundo ele, respeitando o distanciamento social, em razão das medidas de prevenção ao coronavírus.

Se o método surtirá efeito, as urnas dirão, mas que a alternativa tem atraído os olhares e ouvidos do público, isso é fato incontestável a se comprovar pelas manifestações via rede social, seja a favor ou contra o candidato. “O nosso objetivo é chegar perto das pessoas, com as precauções necessárias, e levar a nossa proposta de mudança”, diz o advogado.

Candidato em chapa puro sangue, tendo a professora Marlene Cândido como postulante ao cargo de vice-prefeita, o emedebista se propõe como inovação à política que administra Xapuri por vários mandatos. Para impor o seu nome, resistiu a pressões do grupo político liderado pelo DEM no município para compor, como vice, a chapa de Carla Mendonça.

Com 11.298 eleitores aptos, Xapuri deverá ter uma eleição disputada voto a voto. As campanhas no município costumam ser marcadas pela proximidade e pelo contato direto dos candidatos a prefeito com o eleitor. Nos próximos 45 dias, a cobertura do ac24horas estará próxima às ações, eventos e fatos interessantes que cercam o pleito deste ano.

Veja o vídeo:

 

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Acre

Prova de vida de aposentados segue suspensa até 30 de novembro

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A exigência da prova de vida anual de servidores aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis está suspensa até o dia 30 de novembro de 2020. O Ministério da Economia publicou nesta quinta-feira, 22, a instrução normativa º 103, que estabelece o novo período.

Anteriormente, o recadastramento estava suspenso até o fim deste mês. Segundo o Painel Estatístico de Pessoal, estão nessa situação em torno de 700 mil pessoas.

A prova de vida anual obrigatória deixou de ser exigida desde o dia 18 de março de 2020, como medida de proteção no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A medida, no entanto, não afeta o recebimento de proventos e pensões.

Aqueles que, excepcionalmente, tiveram o pagamento suspenso antes do dia 18 de março de 2020, podem solicitar, conforme Instrução Normativa nº 29, de 1º de abril de 2020, o seu restabelecimento. Para isso, é preciso acessar o Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe) e selecionar, em Requerimento, o documento “Restabelecimento de Pagamento – Covid-19”. O beneficiário receberá um comunicado do deferimento ou não do seu requerimento por e-mail, que é enviado automaticamente pelo Sigepe.

Segundo o ministério, após esse procedimento, a Unidade de Gestão de Pessoas de cada órgão e entidade da Administração Pública Federal, a partir da confirmação do deferimento, deverá realizar o restabelecimento excepcional, obedecendo ao cronograma mensal da folha de pagamento.

A Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, órgão central da gestão de pessoas da Administração Pública Federal, informa que definirá, posteriormente, prazo e forma para realização da comprovação de vida daqueles que foram contemplados na suspensão da Prova de Vida anual, assim como dos que tiveram o pagamento excepcionalmente restabelecido por solicitação via requerimento do Sigepe.

Fonte: EBC

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Acre

Acre apresenta piores taxas de sobrevivência de empresas no país

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Das 1.326 empresas nascidas em 2008 no Acre, apenas 17,1% estavam em funcionamento em 2018, uma das piores taxas de sobrevivência de CNPJs no país.

No primeiro ano de funcionamento, a situação é igual: a sobrevivência chega a 68,9%, taxa que ganha apenas da de Roraima, com 66,6% e Amazonas (67,7%).

Os dados constam do estudo Demografia das Empresas, divulgado nesta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que em 2018 a taxa de sobrevivência das empresas foi de 84,1% no Brasil.

Essa taxa representa 3,7 milhões de empresas permanecendo ativas no Brasil (de um total de 4,4 milhões) e foi ligeiramente inferior à de 2017 (84,8%). Já a taxa de entrada de novas empresas, em 2018, foi de 15,9%, enquanto a taxa de saída ficou em 17,4%. Com isso, o saldo de empresas ativas foi negativo (-65,9 mil) e representou uma perda mais acentuada que a de 2017 (-22,9 mil empresas).

Entre 2008 e 2018, a taxa de entrada recuou de 21,8% para 15,9% (-5,9 pontos percentuais), com máximo valor de 22,2% em 2009. Já a taxa de saída, está em patamar semelhante ao de 2008 (17,7%), tendo atingido seu máximo em 2014 (20,7%) e, desde então, encontra-se acima da taxa de entrada.

O período analisado pelo IBGE contrasta com os dados do Mapa das Empresas, do Ministério da Economia, que mostra que mais empresas vem sendo abertas que fechadas no Acre mesmo com a crise da Covid-19.

No 2º quadrimestre de 2020 foram abertas 2.214 e fechadas 547 empresas no Acre. O saldo é de 1.667 CNPJs em atividade no período, segundo o ME.

Há 43.051 empresas em atividade no Acre, onde até ser totalmente viabilizada, uma empresa precisa de três dias e 10 horas para ser aberta. A Junta Comercial prevê que em 2021 o tempo será reduzido para 24 horas.

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Acre

Apreensão de armas pela PRF já é 10,5% maior que no ano passado

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais um revólver calibre 38 com munições na noite dessa quarta-feira (21). A arma estava com uma adolescente, passageira de um táxi e o flagrante aconteceu na BR-317, em Rio Branco, capital do Acre.

A equipe estava realizando comando fiscalizatório e determinou parada a um motorista de táxi. Dentre os passageiros, havia uma jovem de 17 anos que ficou bastante nervosa e incomodada com as indagações dos policiais. Durante busca na bagagem da passageira, estava a arma de fogo com número de série suprimido e três munições intactas.

A adolescente ainda afirmou ironicamente que veio da fronteira com a Bolívia. Ela foi apreendida e encaminhada com os objetos ilícitos para a Delegacia de Polícia Civil.

O total de armas apreendidas pela PRF no Acre em 2020 superou em 10,5% o quantitativo de 2019. Foram 21 armas este ano, contra 19 no ano passado, incluindo pistolas, revólveres e espingardas, dentre outros.

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Acre

Governo alinha com empresários retomada econômica no Acre

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Passado o momento de pico da pandemia do novo coronavírus no Estado, o governador Gladson Cameli tem buscado agora meios que favoreçam a retomada estabilidade econômica após a crise sanitária que atingiu drasticamente o comércio. Nessa quarta-feira, 21, ele se reuniu com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, e o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC), Marcos Lameira, para trocar de ideias sobre a retomada econômica do Acre.

Para Cameli, o Acre vive um momento de superação e reconheceu as instituições que realizaram diversas ações sociais, além do apoio ao empresariado local, no auge da pandemia. “O nosso desafio é a geração de emprego e renda. E contar com o apoio dessas instituições é fundamental nesse momento. Principalmente por estarem lado a lado com o governo, em ações conjuntas, visando o benefício da nossa população”, afirma.

Leandro Domingos reforçou que o Estado vive um momento em que o comércio necessita de uma atenção especial para se recuperar do longo período de baixa causada pela pandemia. “Nossas instituições foram parceiras do governo, inclusive com ações sociais nesse período junto aos mais humildes, aqueles que mais precisavam no momento. Porque o objetivo do Estado é o nosso objetivo, o crescimento da população. E agora precisamos discutir ideias para a retomada desse que é um dos principais setores econômicos do Acre”, disse o presidente da Fecomércio.

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