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Quase meia tonelada de maconha aprendida no Rio Juruá era trazida do Peru a Cruzeiro do Sul

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A polícia descobriu que dois homens que transportavam 415 quilos de maconha no Rio Juruá, estavam trazendo o entorpecente do Peru para Cruzeiro do Sul. A dupla foi presa nas primeiras horas da manhã desta quinta feira, 24, ainda no rio, nas proximidades de Rodrigues Alves. Uma arma também foi encontrada com a dupla que transportava a droga em canoas.

Por volta de 2h30 da madrugada de hoje, os policiais encontram uma pequena quantidade da maconha em uma canoa de pequeno porte e prenderam o condutor. Uma hora mais tarde, abordaram um segundo barco, de médio porte, onde estavam mais dois suspeitos e a maior parte da droga. Um deles pulou na água e conseguiu fugir entrando na mata bruta. O segundo suspeito foi preso.
Como a origem da droga é peruana, tudo foi levado para a delegacia da Polícia Federal, onde os suspeitos disseram pertencer a uma organização criminosa e revelaram inclusive o nome da pessoa a quem iriam entregar o entorpecente.

Os homens serão conduzidos para o Complexo Penitenciário Manoel Neri em Cruzeiro do Sul, onde aguardarão à disposição da justiça e responderão pelo crime de tráfico de entorpecentes, podendo pegar até 15 anos de prisão.

O delegado da Polícia Federal de Cruzeiro do Sul, Fabrício Silva, disse que as investigações continuam e que o objetivo é chegar ao dono do entorpecente. O delegado de Polícia Civil, Venicius Almeida, e o comandante da Polícia Militar, tenente-coronel Evandro Bezerra, ressaltam a importância da integração das forças de segurança do Juruá, que apreenderam esse ano, mais de uma tonelada de maconha e cocaína.

A investigação, abordagem e prisões foram feitas pelas Polícias Civil, Federal, Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar e pelo Grupamento Especial de Fronteira (GEFRON).

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‘Vakinha’ virtual para garoto de 13 anos não perder a visão ultrapassa meta de R$ 5 mil

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Após ser noticiada pelo ac24horas, em menos de um dia a vakinha virtual encabeçada pela família do jovem Ivan de Oliveira da Costa, de 13 anos, conseguiu ultrapassar a meta de R$ 5 mil para custear a cirurgia que deve impedir que o garota perca a visão dos dois olhos.

Até às 11 horas da manhã deste sábado, 17, a campanha virtual já havia arrecadado R$ 5.050, R$ 50 a mais que a meta estipulada. A mãe do menino, a diarista Célia Maria de Oliveira, se surpreendeu com as doações. “Só tenho muito a agradecer por essa ajuda. Meu muito obrigada a todos, não tenho nem como agradecer essa ajuda”. Ela afirma que já na próxima segunda-feira, 19, já irá procurar clínica para a cirurgia do filho.

Ivan mobilizou junto a familiares e amigos uma campanha na cidade para ajudar a custear a cirurgia que custa em torno de R$ 5 mil. Somente esse procedimento médico pode impedir que ele perca sua segunda visão e fique totalmente cego.

Ele perdeu um olho devido à Ceratocone, uma condição em que o tecido transparente na superfície anterior do olho (córnea) se curva para fora. Segundo os familiares, caso ele não faça esta cirurgia, perderá a outra visão.

O rapaz é portador de Ceratocone em ambos os olhos em estágio avançado, já perdeu a visão no olho direito e precisa operar para que a doença pare de progredir e assim preservar a visão esquerda.

A família deixou o telefone (68) 99221-1754 para quem desejasse entrar em contato e o link da vakinha virtual (acesse aqui) para quem preferisse contribuir online.

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Gladson e Rocha inauguram juntos nova Defensoria e Biblioteca Pública em Tarauacá

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A tensão política entre o governador Gladson Cameli e o seu vice major Rocha (PSL) não impediu que os dois inaugurassem juntos os novos prédios da Defensoria Pública e da Biblioteca Pública, em Tarauacá, na manhã deste sábado, 17. Além da primeira dama, Ana Paula Cameli, governador e vice r[estavam acompanhados do deputado federal Jesus Sérgio (PDT) e do deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB).

Em seu pronunciamento, Gladson Cameli citou Rocha afirmando da importância do compromisso assumido com a população quando chegaram ao governo. Rocha também destacou o esforço que o governo vem fazendo para honrar os compromissos.

Sobre a tensão política, que tem gerado uma série de exonerações de pessoas ligadas ao vice-governador, há um esforço concentrado de parlamentares e assessores para contornar a situação. Gladson está indo em visita para uma aldeia no rio Gregório. Rocha retorna para Rio Branco pela BR-364.

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Estudo da Embrapa vê viabilidade na criação de abelhas sem ferrão no Acre

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Foto: Internet/Divulgação 

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (16) pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) conclui que é viável economicamente para a agricultura familiar do Acre a implantação de meliponários para criação de abelhas indígenas, conhecidas como abelhas sem ferrão.

Um dos modelos calcula que a renda líquida positiva indica que a renda média familiar calculada chega a R$ 2.522,81 por coleta de mel. Para cada real investido tem-se R$1,28 de retorno.

“Segundo o modelo pressuposto no início deste estudo, pode-se concluir que a criação de uruçus no Acre, para produção de mel, é uma atividade viável no aspecto econômico, uma vez que todos os indicadores foram favoráveis, confirmando os resultados obtidos em outros estudos”, diz a Embrapa.

Todavia, segundo os pesquisadores que assinam o estudo, a consolidação dessa atividade, como fonte regular de renda na agricultura familiar, requer alterações na legislação em vigor, conhecida como Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), que não reconhece as diferenças físico-químicas e microbiológicas existentes entre os méis das abelhas africanizadas e os das nativas.

Consequentemente, os meliponicultores têm uma série de dificuldades para obter os selos exigidos pelos serviços de inspeção, os quais atestam a qualidade da produção, inviabilizando, portanto, a comercialização do mel in natura em estabelecimentos sob a fiscalização da vigilância sanitária.

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No Acre, vendas nos supermercados crescem 2% até agosto e seguem tendência de alta

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Os supermercados acreanos continuam constatando aumento nas vendas, mesmo em meio à pandemia da Covid-19. O representante da Associação Brasileira de Supermercados no Acre (ABRAS), empresário Adem Araújo, afirma que o crescimento mais considerável realmente foi até agosto, alcançando cerca de 2%. “Esse mês de setembro ainda teve um crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, mas tímido. Até agosto o crescimento foi mais considerável”.

Até agosto, os supermercados brasileiros acumularam crescimento real de 3,94% na comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Esse índice é apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da associação e foi divulgado nesta quinta-feira (15). No mês, a alta foi de 2,56% em relação a julho, e de 4,44% na comparação com agosto do ano anterior.

Os supermercados acreanos seguiram funcionando durante a pandemia por ser atividade essencial e os resultados têm se mantido próximos da projeção da Abras divulgada no início do ano, de 3,9% de crescimento para 2020.

O pagamento do auxílio emergencial e outros programas de estímulo do governo federal ajudaram a evitar uma queda mais abrupta da economia. As restrições mais brandas em muitas localidades do Brasil, devido ao controle da disseminação da covid-19, queda no número de casos da doença e de mortes, tem impulsionado a volta gradual do consumo e a melhora em diversas atividades econômicas.

Em agosto, o Abrasmercado (cesta dos 35 produtos mais vendidos nos supermercados do país) registrou alta de 1,83% na comparação com julho, passando de R$ 542,91 para R$ 552,84. Já na comparação com agosto de 2019 o valor da cesta apresentou crescimento de 16,48%.
As maiores altas foram registradas nos produtos: óleo de soja, 14,16%, tomate, 13,82%, queijo mussarela, 8,84%, pernil, 8,65%, arroz, 8,21%. As maiores quedas nos preços foram verificadas nos itens: cebola, -28,01%, batata -16,54%, feijão, -4,81%, ovo, -4,42%, e farinha de mandioca, -3,71%.

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