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Uninorte diz que reunião para discutir antecipação de formatura já faz parte da instituição

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O Centro Universitário Uninorte se manifestou mais uma vez nesta quarta-feira, 09, acerca do episódio no qual alunos da 10º turma do curso de Odontologia usaram as redes sociais para criticar a decisão da instituição em ignorar a Medida Provisória (MP) Nº 934. A MP permite que a instituição de educação superior pode abreviar a duração dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, odontologia e fisioterapia, desde que o acadêmico cumpra, no mínimo, 75% da carga horária do internato.

Em nota ao ac24horas, a Uninorte afirma que o ato de se reunir para discutir temas relevantes faz parte do cotidiano da instituição e enfatizou que a reunião que será marcada para discutir a MP 934 não será promovida por causa de postagens feitas em redes sociais.

“Todas as medidas provisórias e resoluções que foram publicadas no período da pandemia foram discutidas em reuniões com o Conselho Universitário. O item que é pauta a ser discutido no momento é a Medida Provisória nº 934, mas não é caso isolado, pois todas as outras demandas relativas à pandemia foram tratadas. Ainda sobre o assunto em questão, a comunidade acadêmica está ciente de que a MP nº 934 seria discutida em reunião ordinária, então não é novidade para o corpo discente”, afirmou.

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Cotidiano

Acre inicia semana com 27 novos casos e nenhuma morte por Covid-19

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A semana começa com uma boa notícia em relação à Covid-19 no Acre. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), não houve nenhuma morte causada pela doença nas últimas 24 horas. Com isso, o total de óbitos permanece em 649 vítimas fatais.

Já em relação aos novos casos, houve o registro de 27 novas pessoas contaminadas pelo novo coronavírus no estado nesta segunda-feira, 21. Assim, o número de infectados subiu de 27.079 para 27.106, nas últimas 24 horas.

O Acre, até o momento, registra 69.199 notificações de contaminação pela doença, sendo que 42.093 casos foram descartados. Não há teste aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 24.370 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 77 seguem hospitalizadas.

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Cotidiano

Esposa de Kinpara mostra publicação em que Duarte declarava apoio ao tucano

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A esposa do candidato a prefeitura de Rio Branco, Minoru Kinpara (PSDB), Degmar Kinpara, decidiu revidar as cutucadas do também candidato Roberto Duarte (MDB), que volta e meia faz questão de lembrar o passado petista do professor universitário.

Degmar compartilhou a publicação no Facebook do ex-diretor do Iapen, Lucas Gomes, que disponibilizou uma matéria do ac24horas há 2 anos atrás, onde o emedebista declarava apoio ao ex-reitor da Ufac.

“Há dois anos Roberto Duarte queria o Professor Minoru como candidato a prefeitura pelo seu partido, o MDB. Como não conseguiu, passou a atacá-lo diariamente. Enfim, a hipocrisia”, disse Gomes. Na época, Duarte negava que seria candidato.

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Cotidiano

Tribunal Superior do Trabalho determina fim da greve dos Correios

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu determinar o fim da greve dos funcionários dos Correios e o retorno ao trabalho a partir desta terça-feira (22). O tribunal julgou nesta tarde o dissídio de greve dos trabalhadores da estatal, que estão parados desde 17 de agosto, diante das discussões do novo acordo coletivo.

Por maioria de votos, os ministros da Seção de Dissídios Coletivos consideraram que a greve não foi abusiva. No entanto, metade dos dias parados serão descontados e o restante deverá ser compensado. Além disso, somente 20 cláusulas que estavam previstas no acordo anterior deverão prevalecer. O reajuste de 2,6% previsto em uma das cláusulas foi mantido.

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Segundo a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte, auxílio-creche, entre outros benefícios.

Durante a audiência, os advogados dos sindicatos afirmaram que a empresa não está passando por dificuldades financeiras e que a estatal atua para retirar direitos conquistados pela categoria, inclusive os sociais, que não têm impacto financeiro.

Os representantes dos Correios no julgamento afirmaram que a manutenção das cláusulas do acordo anterior podem ter impacto negativo de R$ 294 milhões nas contas da empresa. Dessa forma, a estatal não tem como suportar essas despesas porque teve seu caixa afetado pela pandemia. A empresa também sustentou que não pode cumprir cláusulas de acordos que expiraram, sob forma de “conquista histórica” da categoria.

Agência Brasil

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Cotidiano

Sancionada lei que regula pagamento de auxílio a quem teve redução de salário

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Quem aceitou reduzir o salário e a jornada para garantir o emprego pelos próximos meses vai receber uma compensação do governo federal. O valor pago será calculado com base no seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito e no acordo fechado e varia de R$ 261,25 até R$ 1.813,03.

A Lei 14.058, publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (18), define as regras para os bancos federais pagarem os benefícios aos trabalhadores atingidos pela redução de salário e jornada ou pela suspensão temporária do contrato de trabalho em razão da pandemia da Covid-19. A norma teve origem na Medida Provisória 959/2020, aprovada pelo Senado em agosto. A lei permite ao Governo Federal contratar sem licitação a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para repassar os recursos aos bancos em que os trabalhadores possuem conta.

Segundo o texto, se essas instituições financeiras tiverem de depositar os benefícios em uma conta digital de poupança (poupança social), seus titulares terão 180 dias para movimentar o dinheiro antes que ele retorne à União. Para que ocorra o depósito, a conta deverá ser do tipo poupança ou conta corrente, segundo dados repassados pelo empregador por meio de autorização do trabalhador. Fica proibido o depósito em conta salário. Se o trabalhador não tiver indicado uma conta ou se, por algum motivo, o depósito voltar, os bancos federais poderão usar outra conta poupança à qual terão acesso por meio do cruzamento de dados.

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