Conecte-se agora

Após exonerações ligadas à irmã, Major Rocha lamenta rumo que o governo está tomando

Publicado

em

O vice-governador do Acre, Major Rocha (PSL), usou as redes sociais nesta sexta-feira, 04, para lamentar as exonerações de cargos comissionados ligados a sua irmã, deputada federal Mara Rocha, do governo Gladson Cameli.

As exonerações são resultado das farpas públicas trocadas entre Gladson e Mara nas últimas semanas e o consequente rompimento político entre os dois. Ao anunciar que iria para o PSDB, Gladson teve como boas vindas a declaração da parlamentar, que no ninho tucano “tinha ordem”.

No Facebook, Rocha afirmou que dos 17 exonerados, apenas nove são de indicação da irmã e destacou que os demais sonharam com a mudança.

“Pra esses 9 e para muitos outros resta agora a frustração de ver as “sombras” do governo que ajudaram a eleger abrigar quem estava do outro lado, quem estava na Frente Popular e até trabalhando contra”, afirmou.

Em outro trecho, o vice-governador afirmou que os exonerados são vítimas de uma briga política no qual não tiveram participação. Ele afirmou que os nove exonerados trabalharam na eleição passada para Gladson, Petecão, Márcio Bittar e Mara Rocha.

“O velho General Sun Tzu ensinava que não é prudente um exército abandonar seus soldados após a batalha. Que um bom General está com os seus comandados no campo de batalha e na alegria das vitórias. De minha parte, como um velho soldado que enfrentou o petismo de frente, enquanto muitos que estão no nosso governo se banqueteavam com o PT no Acre e/ou em Brasília, como alguém que ajudou a conquistar a vitória que tivemos, me resta lamentar o rumo que estamos tomando”, encerrou.

Anúncios

Destaque 4

Flores tem queda em bens, Lopes e Neide informam altos valores e Everton declara motos

Publicado

em

Os candidatos à prefeitura de Epitaciolândia, em sua maioria, apresentaram declarações patrimoniais relativamente modestas no ato de registro das chapas junto à Justiça Eleitoral com vistas às eleições no próximo dia 15 de novembro.

Em meio aos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, chama a atenção a redução de quase 100% no valor declarado pelo atual prefeito e candidato à reeleição Tião Flores (PP) – de R$ 1.060.000,00 declarados em 2016 para R$ 570.000,00 em 2020.

No entanto, os bens declarados por Flores foram praticamente os mesmos nas duas eleições, mas com valores bem inferiores em 2020 se comparados com o que foi informado em 2016, quando se elegeu para o segundo mandato de prefeito.

Como exemplo da desvalorização de bens pertencentes ao gestor de Epitaciolândia, uma casa residencial localizada no conjunto Procon, em Rio Branco, que em 2016 foi avaliada em R$ 400 mil, consta na declaração atual com o valor de R$ 120 mil.

O delegado Sérgio Lopes, candidato pelo PSDB, e a professora Neide Lopes, do PT, apresentaram valores em bens parecidos, mas o policial civil declarou possuir apenas uma casa residencial, no valor de R$ 353 mil.

Já a candidata petista cadastrou duas casas, sendo uma mista e outra em alvenaria, um carro Fiat Idea Adventure, ano 2009/2010, e uma área de terra medindo 6 hectares, avaliados conjuntamente em R$ 398 mil.

O empresário Everton Soares declarou apenas duas motocicletas de grande porte, uma Honda CB, modelo 500f, Ano Modelo 2016 cor branca e uma JTA Suzuki GSX-S750 A, Ano Modelo 2019 cor vermelha no valor total de R$ 63 mil.

Total em bens declarados pelos candidatos a prefeito

Tião Flores (PP) – R$ 570.000,00 (R$ 1.060.000,00 em 2016)

Delegado Sérgio Lopes (PSDB) – R$ 353.000,00

Everton Soares (PSL) – R$ 63.000,00

Neide Lopes (PT) – R$ 398.000,00

Requisito

A Declaração de Bens dos candidatos, disponível ao público no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deve ser feita de acordo com a Declaração de Imposto de Renda. A Justiça Eleitoral recebe as informações como verdadeiras e não cabe a ela fiscalizar a veracidade dos bens declarados pelos candidatos.

O que a Justiça Eleitoral pode fazer é julgar casos individuais, quando surge uma denúncia de irregularidade na declaração, que deve ter origem no Ministério Público (MP), de acordo com o TRE. Se comprovada alguma irregularidade, o caso poderá ser enquadrado como falsidade ideológica.

Vale ressaltar que a declaração de bens dos candidatos é apenas um mero requisito para a obtenção do registro, não tendo relação com limite de gastos de campanha que, no caso da grande maioria dos municípios acreanos, entre eles todos os da regional do Alto Acre, está estipulado em R$ 123.077,42 para o cargo de prefeito.

Continuar lendo

Destaque 4

Polícia Civil do Acre diz ter 72% de elucidação de crimes contra a vida em 2020

Publicado

em

O balanço das ações realizadas pela Polícia Civil do Acre apresentado na manhã desta terça-feira, 29, aponta que de janeiro a este mês de setembro de 2020, a instituição já cumpriu 846 mandados de prisão e 398 mandados de busca e apreensão. As ordens de prisões mais recorrentes são para os crimes de roubo, tráfico de drogas, homicídios, pensão alimentícia e violência doméstica.

As ações desenvolvidas ao longo dos nove meses de 2020 resultaram, de acordo com os dados, em 757 quilos de drogas apreendidos, 1.959 munições e 134 armas de fogo também capturadas. Além dos inquéritos em andamento, a Polícia Civil do Acre instaurou outros 3.932 para apuração de infrações penais e sua autoria.

A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP) garante ter instaurado e remetido ao Poder Judiciário 146 inquéritos, além de ter cumprido 53 mandados de prisão e 39 mandados de busca e apreensão, chegando à porcentagem de 72% de elucidação de crimes contra a vida, identificando os autores e colocando-os à disposição da Justiça.

Do total de mandados de prisões cumpridos, 128 foram executados pelo Núcleo de Captura da Polícia Civil (Necap), com 120 capturados do sexo masculino e oito do feminino.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

Continuar lendo

Destaque 4

Justiça acreana nega habeas corpus a menor que ajudou matar mãe e filhos bolivianos

Publicado

em

A desembargadora Waldirene Cordeiro indeferiu o habeas corpus impetrado, com pedido de liminar, em favor de um menor de 17 anos de idade acusado pela prática de ato infracional análogo ao crime de homicídio. O menor está internado provisoriamente, por ordem do Juízo de Direito da Vara Criminal da Comarca de Acrelândia, por ser acusado de desferir disparos de arma de fogo contra cidadãos bolivianos.

O adolescente é acusado de tentar resgatar um familiar acusado de estupro, que ocorreu em 13 de setembro de 2020. De acordo com os autos, o menor utilizou-se de meios que dificultaram a defesa das vítimas, desferindo disparos de arma de fogo contra duas pessoas, sendo considerado um homicídio consumado e o outro uma tentativa de homicídio.

No pedido, a defesa alega padecer de ilegalidade a decisão que decretou a internação provisória do menor, a ensejar sua imediata soltura, por violação ao art. 108, parágrafo único do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A desembargadora ressalta sobre a questão da extraterritorialidade da lei penal brasileira, principalmente referente ao alcance também de ‘atos infracionais’ cometidos no exterior e diz existir indícios suficientes de autoria infracional praticada pelo menor e considerou um ilícito gravíssimo. “Ainda que seja o paciente primário, sua atuação no evento, segundo se extrai dos autos, apresentam uma escalada meteórica ao mundo do ‘crime’”, diz trecho da decisão.

Entenda o caso

O menor, segundo os autos, teria participação no resgate de um familiar acusado de estuprar uma adolescente de 14 anos, em uma cidade boliviana, próximo dos municípios de Acrelândia e Plácido de Castro, na região de fronteira com a Bolívia. O acusado de estupro e outro membro da família trabalhavam com a retirada de madeira em uma propriedade boliviana.

O pai da menina, que é boliviano, flagrou o ato de estupro e amarrou o homem em um tronco de árvore enquanto se dirigia até o lado brasileiro para pedir ajuda da polícia. Nesse intervalo de tempo, o outro homem acreano que estava no local, soube do ocorrido e avisou aos outros familiares, que foram até a propriedade boliviana para resgatar o suspeito.

No local, os familiares do acusado de estupro mataram a mãe da adolescente, dois irmãos da vítima e ainda atiraram contra a menor. Os corpos foram jogados próximos a uma árvore, e a casa da família foi queimada. A vítima, mesmo feriada, conseguiu fugir.

Continuar lendo

Destaque 4

Do mais rico ao mais pobre: os bens dos candidatos a prefeito do município de Brasiléia

Publicado

em

Manoel Prete e Leila Galvão triplicaram patrimônio, enquanto Fernanda Hassem teve menor evolução

Com o maior eleitorado da regional do Alto Acre, o município de Brasiléia terá uma disputa de peso nessas eleições, que será marcada por embates entre velhos conhecidos.

A atual prefeita e candidata à reeleição, Fernanda Hassem, do PT, já foi assessora de comunicação da ex-petista Leila Galvão, hoje MDB, quando esta administrou o município.

O empresário Manoel Prete, do PSDB, foi um adversário duro para Fernanda Hassem na última eleição, em 2016, quando obteve 6.013 votos contra 6.819 da petista.

Se os bens patrimoniais declarados à Justiça Eleitoral fossem critério para um bom desempenho nas urnas, Prete estaria com larga vantagem sobre as duas adversárias.

Da declaração que fez em 2016 para a atual, o empresário triplicou o seu patrimônio, que passou de R$ 1.120.703,94 para R$ 3.455.380,03.

Entre os bens declarados, destacam-se áreas de terra rurais e lotes urbanos, além de capital aplicado na própria empresa. Ele declarou um terreno de R$ 500 mil e uma antena parabólica de R$ 1.040,97.

A ex-prefeita e ex-deputada estadual Leila Galvão também triplicou o seu patrimônio desde a declaração de bens que fez à Justiça Eleitoral quando foi eleita para administrar o município, em 2008.

Naquele ano, ela declarou R$ 340.164,76 que evoluíram para R$ 504.110,53 quando foi eleita deputada estadual, em 2014, e para R$ 914.685,22, quando não conseguiu se reeleger, em 2018. Na atual declaração, ela cadastrou R$ 921.788,61 em bens.

Entre os bens declarados por Galvão, estão três propriedades rurais avaliadas em R$ 296 mil, um lote de terra urbano avaliado em R$ 219 mil, além de prédio comercial, casa residencial e veículos.

Já a atual gestora, Fernanda Hassem, tinha R$ 178.500,00 quando foi eleita vereadora, em 2012, evoluiu para R$ 366.595,00, em 2016, quando se elegeu prefeita, e decaiu para R$ 341.925,90 na atual declaração de bens.

O patrimônio declarado por Hassem consta de uma casa com terreno, avaliados em R$ 250.000,00, e um carro Honda FIT – Cor Preta – Ano 2018/2019 financiado, no valor R$ 71 mil, além de investimentos e aplicações bancárias.

Vale lembrar que o valor dos imóveis declarados nem sempre significa o que valem hoje. Normalmente se declara o quanto se pagou pelo imóvel na época da compra – ou no máximo se adiciona ao valor da compra o que foi gasto com obras e reformas.

Evolução patrimonial dos candidatos em Brasiléia

Fernanda Hassem (PT)

2012 – R$178.500,00

2016 – R$ 366.595,00

2020 – R$ 341.925,90

Manoel Prete (PSDB)

2016 – R$ 1.120.703,94

2020 – R$ 3.455.380,03

Leila Galvão (MDB)

2008 – R$ 340.164,76

2014 – R$ 504.110,53

2018 – R$ 914.685,22

2020 – R$ 921.788,61

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas