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Acre tem início de setembro animador na pandemia

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Foto: ac24horas.com/Sérgio Vale

Na última quarta-feira, 2, o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 decidiu manter o Acre na fase de alerta (laranja) no nível de classificação da pandemia.

A estratégia de mudar de fase com prudência para tentar evitar o que tem acontecido em outros estados e países, que é o aumento de novos casos após o relaxamento das medidas de isolamento e que tentam evitar a aglomeração de pessoas, ao que parece vai dando certo no Acre.

Nos primeiros 4 dias do mês de setembro, o Acre tem conseguido manter a tendência de diminuição de novos casos da doença e da taxa de óbitos. Da última terça-feira, dia 1º, até esta sexta, dia 4, o estado registrou 409 casos da doença. O número ainda é alto, mas mostra uma taxa de contaminação em queda que chega a 102 novos casos diários.

Já em relação as mortes, o estado também está diminuindo o índice de mortalidade pela pandemia. Nos primeiros quatros dias do mês, a pandemia provocou a morte de 7 pessoas, com idades entre 43 e 85 anos. O número representa uma média diária de óbitos de 1,75 vítimas fatais.

Outro fator levando em conta para a análise do impacto da pandemia é a ocupação nas unidades de saúde. Neste aspecto, o Acre também vive um momento muito bom, com taxas de ocupação bem inferiores as registradas durante o auge da pandemia. Nesta sexta-feira, 4, dos 90 leitos de UTI ocupados em toda a rede pública, a taxa de ocupação é de 44,4%. Já em relação aos leitos clínicos, a situação é ainda mais confortável. Dos 352 leitos existentes, apenas 104 estão ocupados, o que representa um percentual de 29,5% de ocupação.

Na atual fase amarela, praticamente todas as atividades comerciais já estão liberadas com restrições. Restaurantes, bares, academias funcionam, por exemplo, com capacidade de ocupação menor e com protocolos sanitários bem definidos.

Na educação, as aulas, tanto públicas, quanto particulares, continuam paradas e a expectativa é que só retornem no ano que vem.

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PP oficializa Carla Mendonça em Xapuri, mas não define vice

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O Progressistas (PP) foi o último partido a realizar a sua convenção em Xapuri. O evento foi realizado na noite desta quarta-feira, 16, poucas horas antes do encerramento do prazo limite estabelecido pela Justiça Eleitoral, nas dependências da Associação dos Servidores Municipais (Assemux).

Prestigiaram o ato oficial do partido, o articulador político do governador Gladson Cameli, o ex-deputado Moisés Diniz, e o ex-prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, que representou a sua esposa, a senadora Mailza Gomes. Além da aglomeração promovida, a convenção foi marcada pela indefinição.

Apesar de oficializar o nome da esposa do deputado Antônio Pedro (DEM) como a candidata do PP em Xapuri, não houve a definição do candidato ao cargo de vice-prefeito. Com o prazo de 24 horas após o término do ato político para entregar a ata da reunião, o partido terá que correr contra o tempo para resolver o problema.

A indecisão na composição da chapa do PP se deu porque o grupo político tentou até os últimos momentos convencer o advogado Carlos Venícius (MDB) a renunciar à sua candidatura em favor do nome de Carla Mendonça. O emedebista foi taxativo em recusar todas as propostas que lhe foram feitas.

Uma reunião de mais de três horas chegou a ser realizada em Brasiléia, na última terça-feira, 15, entre lideranças do PP e o candidato do MDB. A conversa resultou em nova negativa do advogado em abrir mão de sua candidatura, que foi tornada oficial na quinta-feira da semana passada.

Amparada pela executiva estadual do seu partido, a decisão de Carlos Venícius, teve, segundo fontes internas, repercussão no apoio do PP de Brasiléia à prefeita Fernanda Hassem (PT). A desistência de Venícius seria, segundo as informações, garantia para que o Progressistas se coligasse com Leila Galvão (MDB).

Com o encerramento das convenções, e se nada de extraordinário ocorrer, Xapuri confirmará quatro candidaturas para as eleições deste ano, a exemplo das últimas três. Além de Carla Mendonça e Carlos Venícius, estão no páreo o atual prefeito, Ubiracy Vasconcelos (PT) e Gessi Capelão (PSD).

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Em Brasiléia, MDB fecha aliança com PSL e PSDB fica fora da eleição

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Os últimos momentos do prazo para a realização das convenções partidárias em Brasiléia foram de polêmicas e reviravoltas entre os partidos de oposição. A previsão de que o município poderia ter três candidaturas à prefeitura não se confirmou e o número de chapas que vão disputar a eleição se resumiu a duas.

Uma composição entre a ex-deputada e ex-prefeita Leila Galvão (MDB) com o vereador Joelson Pontes (PP) chegou a ser dada como sacramentada por membros de ambos os partidos, mas no soar do gongo o Progressistas confirmou a tendência que já existia e anunciou adesão à coligação de Fernanda Hassem (PT).

Com a impossibilidade de ter Pontes na sua chapa, o MDB correu atrás de um substituto, que foi encontrado no PSL. O vereador Charbel Saady abriu mão de sua pretensão para ser o candidato a vice-prefeito de Leila Galvão. A oficialização da aliança ocorreu na noite desta quarta-feira, 16, data limite para o procedimento.

Como não aceitou apoiar Leila Galvão, o outro pretenso concorrente em Brasiléia, o empresário Manoel Prete (PSDB), que chegou a tentar uma aliança com o PSL para criar uma terceira via no pleito do município, desistiu da candidatura. Segundo uma fonte do ac24horas, sua militância deve se dividir entre as duas candidaturas que restaram.

A definição do cenário eleitoral em Brasiléia colocou em campos opostos duas antigas aliadas. Fernanda Hassem foi secretária de comunicação da prefeita Leila Galvão. Depois disso, ambas foram eleitas para os mandatos de vereadora e deputada estadual, respectivamente. Galvão não conseguiu a reeleição e Hassem foi eleita prefeita.

O confronto entre as duas passou a ser chamado em Brasiléia, em tom bem-humorado, como o embate entre a criadora e a criatura. Em entrevista antes da sua convenção, Fernanda Hassem disse a seguinte frase: “Respeito muito a história de quem veio antes mim, mas entendo que essa é a hora de continuar trabalhando”.

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TSE decide na próxima terça cassação dos mandatos de Manuel Marcos e Doutora Juliana

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima terça-feira, 22, a sessão que vai julgar o recurso ordinário eleitoral que pode confirmar a cassação dos mandatos do deputado federal Manuel Marcos e da deputada estadual Doutora Juliana, ambos do PRB.

Os dois parlamentares são acusados de captação ou gasto Ilícito de recursos financeiros de campanha eleitoral, abuso de poder econômico, captação ilícita de sulfrágio.

Manuel Marcos e Doutora Juliana chegaram a ser presos em dezembro de 2018 durante uma operação da Polícia Federal do Acre de combate a desvios de recursos públicos do fundo partidário e fundo especial de financiamentos de campanha, chamada de Operação “Santinhos”.

O relator do recurso contra Ministério Público Eleitoral, pelo PSL e por Tião Bocalom está nas mãos do ministro Edson Fachin. Há dois caminhos, caso a decisão da justiça eleitoral acreana for mantida e os parlamentares sejam cassados. Se o entendimento for de que os votos dados aos dois devem ser analisados, o beneficiado seria Tião Bocalom. Ocorre que Bocalom deixou o PSL e foi para o Progressistas, onde é candidato à prefeitura de Rio Branco. Há um questionamento sobre se a mudança e partido fez com que Bocalom perdesse o direito à vaga. Uma outra corrente acredita que o ex-prefeito e Acrelândia pode ser chamado para ser diplomado e que o PSL poderia questionar o fato.

Se o entendimento for de que os votos dados aos dois permanecem na coligação que os elegeu, os agraciados com os mandatos seriam o vereador Railson Correia (Podemos), que herdaria a vaga na Câmara dos Deputados, e André da Droga Vale, que assumiria a cadeira na Assembleia Legislativa.

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Mailza celebra reabertura do auxílio da Lei Aldir Blanc

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Após o Governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) anunciar nesta quarta-feira, 16, a reabertura do cadastro cultural da Lei Emergencial Aldir Blanc para os trabalhadores da cultura acreana que perderam o prazo anterior, a senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) comemorou e disse que os tributos pagos pela população “devem reverter em favor daqueles que alimentam a arte e cultura no no Acre e no país”.

Mailza fala ainda, da importância dos recursos para os artistas acreanos independentes e que mais precisam neste momento. “Quem vive da cultura sabe que não tem salário fixo e nem todo mês consegue honrar seu compromissos financeiros. Essa reabertura é um compromisso do governo com nossos artistas acreanos, pois esse setor foi o primeiro a parar e um dos últimos a voltar. Esse recurso vai garantir que nossos artistas sejam beneficiados”, completa.

As inscrições reabrem na próxima quinta-feira, 17, e se estenderão até o dia 5 de outubro. Os interessados poderão preencher o formulário disponível no portal da Fundação Elias Mansour, www.femcultura.ac.gov.br até às 23:59 do dia 5 de outubro.

O que é a Lei Aldir Blanc

Aprovada pelo Senado Federal em junho, a Lei de Emergência Cultural batizada pela sua relatora, a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ), como a Lei Aldir Blanc — em homenagem ao compositor morto em maio em decorrência da Covid-19—, a PL 1075 destina R$ 3,6 bilhões da União para trabalhadores da cultura de todo o país.

A proposta prevê um auxílio emergencial de R$ 600, pagos em três parcelas, para trabalhadores da área cultural com atividades suspensas por conta da pandemia. Esse benefício contempla artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte. O auxílio poderá ser prorrogado no mesmo prazo do auxílio emergencial do governo federal aos informais.

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