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Alunos de medicina da Ufac exigem retorno dos internatos

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Alunos da XVI turma de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) emitiram uma nota de repúdio criticando a omissão da instituição de ensino em relação às atividades de internato que estão suspensas desde 18 de março em decorrência da pandemia de Covid-19.

Os acadêmicos exigem a volta do internato e argumentam que a autorização para o retorno já foi concedida, inclusive, pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (SESACRE). Eles endossam o pedido através de documento pela Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD) da Ufac, restando para a readmissão dos alunos apenas a realização de um cronograma por parte dos coordenadores dos estágios do internato.

Segundo os estudantes, está ocorrendo omissão por partes dos professores coordenadores dos rodízios do internato e que eles não apresentam sequer justificativa para o não retorno do internato da XVI turma de medicina da Ufac.

“A recusa é por parte de alguns preceptores [instrutores] em receber os demais acadêmicos de medicina da Universidade, uma vez que tal atitude representa o não cumprimento integral da função do preceptor, acordo esse firmado ao receber a bolsa de preceptoria da Instituição”, afirmou.

Ao ac24horas, a Ufac afirmou que no final de julho as secretarias de Saúde municipal e estadual apontaram a possibilidade de receber os alunos, mas de forma lenta e gradual para evitar aglomeração.

“Além disso, muitos campos de estágio não estão atendendo em sua capacidade total; outros foram destinados a casos de Covid-19. Por isso, ambas as secretarias decidiram receber apenas as turmas concludentes”, disse.

A instituição de ensino afirmou que no decorrer deste mês de setembro há possibilidade de elaboração de um cronograma para entrada da 16ª turma de Medicina da Ufac, porém destacou que neste momento a universidade enfrenta dificuldade para definir o cronograma porque o coordenador do curso de Medicina pediu exoneração.

“A instituição busca, com apoio do Colegiado do curso, um novo coordenador para que o processo do internato seja agilizado. A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) está em contato com as Secretarias de Saúde e realiza reuniões com docentes para que essa situação seja resolvida o mais rápido possível”, encerrou

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WWF incentiva uso de drones contra crimes ambientais no Acre

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A organização WWF está apostando no uso de drones para monitoramento de áreas remotas e desde o ano passado, com o registro de altas taxas de desmatamento e queimadas na Amazônia brasileira, deu início a um projeto de utilização de veículos aéreos não tripulados –popularmente conhecidos como drones- para monitorar territórios e tentar antecipar problemas.

Desde então, foram doados 19 drones para 18 organizações diferentes, espalhadas em seis estados do Norte do Brasil –num investimento que, apenas em equipamentos, soma cerca de R$ 300 mil. Essas organizações recebem ainda capacitações e outras ferramentas que otimizam o uso dos dados gerados pelos drones, como GPS, telefones celulares e notebooks.

Entre as organizações que estão recebendo este apoio estão o Batalhão de Policiamento Ambiental do Acre; a Apitem (Associação do Povo Indígena Tenharim Morõgwitá), no Sul do Amazonas; a Amoprex (Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes), em Xapuri, no Acre; o Instituto Kabu, no Pará; e as prefeituras das cidades amazonenses de Boca do Acre, Apuí e Humaitá.

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Imac já emitiu 4 mil licenças ambientais no governo Cameli

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O governo do Acre publicou nesta sexta-feira, 18, um comunicado afirmando que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) “trabalha dentro legais e de forma não burocrática” e que, em função disso, já expediu cerca de 4 mil licenças ambientais desde 2019 até este mês de setembro.

Esse trabalho, diz o órgão, possibilita a aquisição de linhas de crédito junto às instituições bancárias pelos produtores.

Atualmente, no instituto, não existe nenhum licenciamento atrasado, informou o presidente do Imac, André Hassem. “A demora maior dos licenciamentos é daqueles que não preenchem as formalidades requeridas pela legislação estadual e federal. Quando assumimos, havia processos parados desde 2011, hoje não há mais”, esclareceu.

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Acre supera 6 mil focos de queimadas em 2020, mostra o Inpe

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Desde 2016, o Acre não registrava essa quantidade de focos de calor no período de 1º de janeiro a 17 de setembro. Naquele ano, foram 6.588 contra 6.260 em 2020.

Com relação a 2019, há um crescimento de 15% no número de focos detectados pelo satélite de referência AQUA Tarde – 6.260 contra 5.417 focos.

No total de focos por estado, o Acre está em 8º lugar no Brasil, com 4,4% do total acumulado nas 27 unidades da federação. Nas últimas 24 horas, foram 314 registros, 57 apenas em Rio Branco.

Sena Madureira (56), Xapuri (43), Bujari (36), Brasiléia (16) e Porto Acre (14) foram os outros municípios acreanos com mais registros nesta quinta-feira,17 de setembro.

A Amazônia tem a maior quantidade de focos de queimadas desde o ano de 2010. Em 2020, são 68.486 focos registrados contra 60.470 do ano passado, uma diferença de 13%.

A situação mais dramática do fogo hoje no Brasil é a do Pantanal, com 15.835 focos de queimadas, 202% a mais do que em 2019, quando foram registrados 5.233 focos.

Os dados completos estão no Boletim de Monitoramento de Focos de Calor do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

 

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Prefeito de Porto Walter tem prestação de contas negada

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O prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary (MDB), que é o atual presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), teve sua prestação de contas do exercício de 2017 considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que aponta uma série de erros do gestor.

A Corte de contas encaminhou cópia da prestação ao Ministério Público do Estado do Acre e à Câmara Municipal de Porto Walter para adoção de procedimentos administrativos.

Segundo o TCE, Barbary descumpriu o limite máximo de 54% da receita corrente líquida com despesas de pessoal e não criou o sistema de controle interno da gestão. Segundo o conselheiro Ronald Polanco, a prefeitura deixou de contabilizar R$ 43 mil do valor integral das Obrigações Patronais, além de empenho em valor maior que o contratado, referente ao contrato nº 001/2016, firmado com a empresa Vance Assessoria & Auditoria Contábil Eireli – ME. As informações são do Diário Eletrônico do Tribunal de Contas.

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