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Acre é o único estado onde empresas estatais dependem 100% do dinheiro público para viver

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As sete empresas estatais existentes no Acre, dependem 100% dos recursos do Estado para sobreviver, muito superior à média nacional: em termos relativos, 43% das empresas declaradas pelos Estados são dependentes, ou seja, 114 empresas do total de 263 espalhadas pelo país.

O número de estatais por Estado varia de 0 a 21, sendo que o Acre possui apenas empresas dependentes –conforme destaca a Secretaria de Tesouro Nacional.

O Distrito Federal lidera o ranking com um total de 21 empresas, seguido por São Paulo com 20 e, em terceiro lugar, Minas Gerais com 18. Entre os Estados com a menor quantidade de empresas controladas, tem-se Mato Grosso do Sul e Tocantins com, respectivamente, 3 e 2 empresas. O Amapá não possui nenhuma estatal.

Em termos de dependência, Rio de Janeiro apresenta o maior número de empresas (nove), seguido pela Paraíba e Distrito Federal, empatados com oito. Ao focalizar em empresas não dependentes, Minas Gerais lidera com um conjunto de 15 empresas, seguido por São Paulo e Distrito Federal, ambos com 13.

Segundo a Resolução 43 do Senado Federal de 2001, uma empresa dependente é aquela que tenha recebido no exercício anterior recursos do seu controlador destinados ao pagamento de despesas com pessoal, de custeio em geral ou de capital, excluídos, neste último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária, e tenha, no exercício corrente, autorização orçamentária para recebimento de recursos financeiros com idêntica finalidade.

O Governo do Acre atua para desestatizar a economia o quanto for possível. Algumas empresas, como a Administradora da Zona de Processamento de Exportação e a Peixes da Amazônia S/A, que tem o Estado como acionista principal, estão na lista de venda.

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Acre tem a maior taxa de pessoas ocupadas que tiveram de se afastar do trabalho na pandemia

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A população desocupada no Brasil, que era de 10,1 milhões no começo da pesquisa PNAD Covid19, do IBGE, passou para 12,3 milhões em julho e, agora, 12,9 milhões de pessoas –um aumento de 5,5% no mês e de 27,6% desde o início da pesquisa.

“Entre as Unidades da Federação, o Acre apresentou a maior proporção de pessoas ocupadas afastada do trabalho que tinha devido ao distanciamento social, 12,4%. Com exceção do Acre, Amapá e Rondônia, todas as Unidades da Federação registraram quedas no percentual de pessoas ocupadas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social em agosto, frente a julho”, diz o IBGE na pesquisa PNAD Covid19.

A força de trabalho subiu de 93,7 milhões em julho para 95,1 milhões em agosto (aumento de 1,4% em relação a julho).

O contingente de pessoas fora da força de trabalho passou de 76,5 milhões em julho e 75,2 milhões de pessoas em agosto, o que corresponde a uma redução de 1,6% em relação ao mês anterior.

Entre os 6,7 milhões de ocupados que estavam afastados do trabalho que tinham na semana de referência no Brasil, aproximadamente 1,6 milhão de pessoas (23,7%) estavam sem a remuneração do trabalho.

Um reflexo do avanço no processo de retomada gradual das atividades foi o segundo aumento consecutivo, tanto no âmbito nacional quanto em todas as Grandes Regiões, do número de horas efetivamente trabalhadas. O número médio de horas habituais foi de 40,1 horas por semana e as que de fato foram trabalhadas na semana de referência foi, em média, de 34,1 horas.

Norte e Nordeste apresentaram as maiores proporções de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial. Da Região Norte, três estados estão entre os cinco primeiros com maior percentual: Amapá (71,4%); Maranhão (65,5%); Pará (64,5%); Alagoas (63,5%) e Amazonas (61,9%).

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Técnica de enfermagem no Acre diz que foi demitida por recusar fazer campanha política

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A técnica em enfermagem do município de Rodrigues Alves, Estefani Plácido de Oliveira, procurou o ac24horas para denunciar que foi demitida da função que ocupava na Unidade de Saúde Padre Teodoro por simplesmente não fazer parte do grupo político do prefeito Jailson Amorim. Ela foi contratada por meio de Processo Seletivo Simplificado em 2017.

Estefani conta que no município há duas listas: a de pessoas a serem demitidas e outra com os que serão contratados. O critério que define cada lista seria o compromisso com a candidatura à reeleição do prefeito. Ela afirma que para as unidades de saúde da zona rural que ainda estão sem funcionamento, a prefeitura está contratado coordenadores, faxineiras e vigias. Para cada unidade, estariam sendo contratadas 10 pessoas.

Segundo a técnica em enfermagem, mais de 20 pessoas que não manifestaram intenção de participar da campanha de Jailson também foram dispensadas. Para justificar a demissão dela, o secretário municipal de saúde, Everton da Silva Farias, alegou que a técnica teria “arrumado brigas e discussões no local de trabalho”, o que Estefane nega.

“Fiz um concurso provisório no ano de 2017, que era válido por um ano só que podendo ser prolongando. Trabalhei dois anos e meio. Hoje fui demitida por uma justificativa totalmente sem fundamento, segundo secretário de saúde por conta de estar arrumando brigas discussões, sendo que isso é mentira e sempre fiz meu trabalho direito. Isso foi por politicagem porque não apoio politicamente o prefeito. Sendo que se eles me tirar deveria tira todos do concurso. O secretário só chegou e disse que tinha que resolver o problema e resolveu me demitindo sem justa causa”.

Segundo a Legislação Eleitoral, 3 meses antes da eleição é proibido: nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex-officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito.

O secretário Municipal de Saúde de Rodrigues Alves Everton da Silva Farias, não respondeu às mensagens e ligações do ac24horas para falar sobre as demissões e contratações no período eleitoral.

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Freteiro tem caminhão roubado por criminosos que se passaram por clientes na OLX

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Um motorista que trabalha fazendo frete viveu momentos de terror na tarde dessa segunda-feira, 21, ao se deslocar com seu caminhão-baú, modelo Agrale/7000D, de cor branca e placa GXM-3099, para fazer a mudança de um suposto ‘cliente’ que o havia solicitado para uma corrida do bairro Panorama ao Mocinha Magalhães, em Rio Branco.

A vítima relatou ao ac24horas que fez um anúncio no site OLX informando seus serviços e quando foi pela tarde dessa segunda-feira, uma mulher entrou em contato pelo WhatsApp afirmando que precisaria do caminhão para fazer a mudança de sua casa.

Quando o motorista chegou ao local indicado pela mulher no bairro Panorama, um homem acenou com a mão e em seguida saiu do local. Quando o trabalhador percebeu que havia algo de errado, três homens não identificados, armados, entraram no caminhão e anunciaram o assalto.

A vítima foi colocada para banco detrás do caminhão e um dos criminosos assumiu a direção do veículo. Em seguida, os bandidos levaram a vítima até uma área de matagal, amarraram os pés e as pernas em uma árvore. Dois dos criminosos ficaram com o trabalhador e o terceiro assaltante levou o caminhão.

Segundo a vítima, ele ficou refém das 13h até às 16h, quando percebeu que os dois bandidos haviam ido embora. O trabalhador conseguiu se soltar e pedir ajuda em uma residência.

A Polícia Militar esteve no local e em seguida encaminhou a vítima a Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi registrado o boletim de ocorrência. O proprietário pede que quem encontrar o caminhão entre em contato com a polícia pelo número 190.

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Voluntários retiram 100 quilos de lixo em mutirão de limpeza no Lago do Amapá

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Oito voluntários se mobilizaram no último sábado, 19, para fazer um mutirão de limpeza em praias e trilhas na Área de Proteção Ambiental (APA) Lago do Amapá, em Rio Branco. Em apenas três horas, os estudantes universitários e um professor do curso de Biologia da Universidade Federal do Acre (Ufac) coletaram aproximadamente cem quilos de resíduos sólidos deixados nas praias do Rio Acre e espalhados na natureza em uma área de 12 hectares.

A ação ocorreu pelo Dia Mundial da Limpeza e contou com o apoio do Governo do Estado, que doou sacos plásticos, luvas e auxiliou no deslocamento dos voluntários até o local. Participaram alunos de Biologia no movimento. A ideia é ainda despertar na sociedade a conscientização da preservação do ecossistema.

A APA Lago do Amapá é administrada pela secretaria de Meio Ambiente. Mirna Caniso, gestora da unidade de conservação (UC), acompanhou o mutirão de limpeza. Segundo informou Cosmo Lopes de Freitas ao portal do governo, Notícias do Acre, “os banhistas deixam todo tipo de lixo no local; garrafas pets, de vidro e alumínio são os tipos mais comuns”.

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