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Acidentes com pipa na rede elétrica do Acre crescem 740%

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Soltar pipa é uma brincadeira que atravessa gerações. É um dos passatempos preferidos das crianças e dos adultos, sendo mais praticada, principalmente agora que estão passando mais tempo em casa. Porém, é necessário tomar certos cuidados, tanto para não ficar exposto ao risco de acidentes com energia elétrica, como não comprometer o fornecimento de energia.

Entre janeiro e abril deste ano, houve um aumento de 740% no número de ocorrências de pipa na rede elétrica na área de concessão da Energisa Acre, em comparação a 2019. No mesmo período do ano passado, foram registradas 15 ocorrências, enquanto em 2020 essa quantidade subiu para 111.

Em relação ao número de clientes atingidos por algum tipo de interrupção no fornecimento de energia ocasionada por pipas na rede, no período em questão, o aumento foi ainda maior. O quantitativo subiu de 11.710 mil em 2019 para 32.332 mil em 2020.

Rio Branco é a cidade que registra o maior número de ocorrências, com 92 casos do total. Cruzeiro do Sul é a segunda, com 9 casos. É comum as pipas ficarem presas na rede elétrica, por isso, é importante brincar em campos abertos e longe da fiação.

Além disso, não tentar remover a pipa que tenha ficado enroscada na rede elétrica e nem utilizar materiais cortantes, como linha chilena e o cerol, pois pode prejudicar a fiação elétrica, causando interrupção do fornecimento de energia.

O diretor técnico e comercial da Energisa Acre, Ricardo Xavier, explica que a linha chilena é mais perigosa por ser transmissora de corrente elétrica, já que sua composição é óxido de alumínio. “Este tipo de linha pode causar tanto a interrupção do fornecimento de energia, por romper os fios, como ao cair por estar energizada e provocar graves acidentes”, conclui.

O aumento das ocorrências é confirmado pelo Corpo de Bombeiro do Acre, que aponta uma alta de 50% dos acidentes com linha de cerol e/ou linha chilena, que possui quatro vezes mais poder de corte, deixam sequelas permanentes. E 25% vão a óbito.

A corporação faz um alerta sobre a utilização de linha chilena que é ainda mais perigosa, já que em sua composição o óxido de alumínio é transmissor de corrente elétrica. Com isso, essa linha tem o poder fazer corte na fiação elétrica.

Caso verifique pipas ou outros objetos presos na rede elétrica, entre em contato com a Energisa Acre por meio dos canais de atendimento, 0800 647 7196 e WhatsApp Gisa 68.99233-0341, informe o endereço e o ponto de referência.

Preocupada com a segurança da população, a Energisa Acre preparou algumas orientações importantes:

– Jamais solte pipa próximo à rede elétrica;

– Não utilize materiais cortantes, como a linha chilena e o cerol;

– Nunca tente remover a pipa que tenha ficado enroscada na rede elétrica. Apenas os profissionais autorizados pela Energisa, munidos de todos os itens de segurança e treinamentos necessários, podem fazer a retirada de objetos presos a rede elétrica;

– Não solte pipa próximo a ruas e avenidas. A linha pode ser perigosa para os condutores, causando, principalmente, acidentes;

– Alerte outras pessoas sobre o risco de soltar pipas sem os devidos cuidados. A conscientização é fundamental para reduzir transtornos e acidentes;

– Ao verificar pipas presas à rede elétrica, entre em contato com a Energisa por meio dos canais de atendimento.

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WWF incentiva uso de drones contra crimes ambientais no Acre

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A organização WWF está apostando no uso de drones para monitoramento de áreas remotas e desde o ano passado, com o registro de altas taxas de desmatamento e queimadas na Amazônia brasileira, deu início a um projeto de utilização de veículos aéreos não tripulados –popularmente conhecidos como drones- para monitorar territórios e tentar antecipar problemas.

Desde então, foram doados 19 drones para 18 organizações diferentes, espalhadas em seis estados do Norte do Brasil –num investimento que, apenas em equipamentos, soma cerca de R$ 300 mil. Essas organizações recebem ainda capacitações e outras ferramentas que otimizam o uso dos dados gerados pelos drones, como GPS, telefones celulares e notebooks.

Entre as organizações que estão recebendo este apoio estão o Batalhão de Policiamento Ambiental do Acre; a Apitem (Associação do Povo Indígena Tenharim Morõgwitá), no Sul do Amazonas; a Amoprex (Associação dos Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes), em Xapuri, no Acre; o Instituto Kabu, no Pará; e as prefeituras das cidades amazonenses de Boca do Acre, Apuí e Humaitá.

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Imac já emitiu 4 mil licenças ambientais no governo Cameli

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O governo do Acre publicou nesta sexta-feira, 18, um comunicado afirmando que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) “trabalha dentro legais e de forma não burocrática” e que, em função disso, já expediu cerca de 4 mil licenças ambientais desde 2019 até este mês de setembro.

Esse trabalho, diz o órgão, possibilita a aquisição de linhas de crédito junto às instituições bancárias pelos produtores.

Atualmente, no instituto, não existe nenhum licenciamento atrasado, informou o presidente do Imac, André Hassem. “A demora maior dos licenciamentos é daqueles que não preenchem as formalidades requeridas pela legislação estadual e federal. Quando assumimos, havia processos parados desde 2011, hoje não há mais”, esclareceu.

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Acre supera 6 mil focos de queimadas em 2020, mostra o Inpe

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Desde 2016, o Acre não registrava essa quantidade de focos de calor no período de 1º de janeiro a 17 de setembro. Naquele ano, foram 6.588 contra 6.260 em 2020.

Com relação a 2019, há um crescimento de 15% no número de focos detectados pelo satélite de referência AQUA Tarde – 6.260 contra 5.417 focos.

No total de focos por estado, o Acre está em 8º lugar no Brasil, com 4,4% do total acumulado nas 27 unidades da federação. Nas últimas 24 horas, foram 314 registros, 57 apenas em Rio Branco.

Sena Madureira (56), Xapuri (43), Bujari (36), Brasiléia (16) e Porto Acre (14) foram os outros municípios acreanos com mais registros nesta quinta-feira,17 de setembro.

A Amazônia tem a maior quantidade de focos de queimadas desde o ano de 2010. Em 2020, são 68.486 focos registrados contra 60.470 do ano passado, uma diferença de 13%.

A situação mais dramática do fogo hoje no Brasil é a do Pantanal, com 15.835 focos de queimadas, 202% a mais do que em 2019, quando foram registrados 5.233 focos.

Os dados completos estão no Boletim de Monitoramento de Focos de Calor do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

 

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Prefeito de Porto Walter tem prestação de contas negada

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O prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary (MDB), que é o atual presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), teve sua prestação de contas do exercício de 2017 considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que aponta uma série de erros do gestor.

A Corte de contas encaminhou cópia da prestação ao Ministério Público do Estado do Acre e à Câmara Municipal de Porto Walter para adoção de procedimentos administrativos.

Segundo o TCE, Barbary descumpriu o limite máximo de 54% da receita corrente líquida com despesas de pessoal e não criou o sistema de controle interno da gestão. Segundo o conselheiro Ronald Polanco, a prefeitura deixou de contabilizar R$ 43 mil do valor integral das Obrigações Patronais, além de empenho em valor maior que o contratado, referente ao contrato nº 001/2016, firmado com a empresa Vance Assessoria & Auditoria Contábil Eireli – ME. As informações são do Diário Eletrônico do Tribunal de Contas.

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