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Acre 01

“Espessura do asfalto da prefeitura não é metade de uma caneta”, diz Jarbas ao vistoriar rua

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O empresário do ramo de construção de rodovias e pavimentação asfáltica e candidato à prefeitura pelo Avante, Jarbas Soster, voltou a criticar nas redes sociais nesta terça-feira, 22, a qualidade do serviço executado nas ruas da capital pela prefeitura de Rio Branco.

No vídeo, Jarbas raspa o asfalto que a prefeitura utilizou na rua Marina, na Vila da Amizade, na Vila Acre e mostra a espessura do asfalto que não chega nem a metade de uma caneta.

Revoltado, Jarbas afirmou que essa pavimentação feita pela gestão Socorro Neri (PSB) e pelo secretário de infraestrutura, Edson Rigaud, é uma forma de enganar a população em plena campanha eleitoral. Ele pediu uma investigação do Ministério Público do Acre.

“Isso é maquiar a cidade e tentar enganar a população. Estão queimando dinheiro público e a população não merece isso”, afirmou.

Veja o vídeo:

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Cotidiano

Indígena acreano faz parte de campanha da ONU com o Papa Francisco e Greta Thunberg

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O que o Papa Francisco, o indígena ashaninka Benki Piyãko e a ativista ambiental Greta Thunberg têm em comum? São protagonistas, junto com outras celebridades mundiais, de uma campanha através de um vídeo com um minuto de duração que deixa no ar a pergunta: que futuro você quer? A ideia é fazer essa pergunta para que as respostas circulem ao redor do mundo.

Benki Piyãko é índio ashaninka do Rio Amônia de Marechal Thaumaturgo e é reconhecido como um dos mais importantes ativistas ambientais do mundo. O vídeo será exibido na cúpula da biodiversidade da Organização das Nações Unidas (ONU) e na da Assembleia Geral da ONU (TBC), que vai ocorrer de forma virtual, além de escolas e estações de rádio e TV do mundo, além de poder ser compartilhado por quem quiser.

Os diretores Tom Mustill e Alex Kiehl tiveram a ideia do vídeo na quarentena: um pequeno filme de um minuto, como uma espécie de meditação/visualização furtiva, onde figuras globais de todos os diferentes credos e origens leem uma espécie de exercício de visualização, onde o espectador é solicitado a pensar no que seria um futuro melhor, e depois a falar sobre ele. Cada um gravou de sua casa ou do lugar onde estava.

Eles esperam que o material seja visto no Twitter, TikTok e instagram. Esperam que as pessoas o vejam repetidamente, pensem sobre sua mensagem e falem sobre ele. “Foi projetado para ser pequeno o suficiente para ser transmitido como um anexo do que se pode esperar”, explica Tom.

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Quem está no vídeo:

Papa Francisco, UNSG António Guterres, Prêmio Nobel Mario Molina, Amma, Greta Thunberg, Dan Carter, Paulo Dybala, Nico Rosberg, Mathieu Flamini, Benki Piyako, Hindou Ibrahim. Valarie Kaur, Nina Sosanya, Christiana Figueres, Imam Mohammed Mahmoud, Dhammananda Bhikkhuni, Arizona Muse, Radhanath Swami.

Tem também um coro de vozes de dez escritores/ ativistas do clima de todo o mundo: Catarina Lorenzo, Jeremy Raguain, Juan Jose Martin, Adrian Toth, aluki Paul Mutuku, Ricardo Pineda, Shannon Lisa, Stamatis Psaroudakis, Tatanya Sin, Theresa Rose Sebastian.

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Acre

“Aqui não tem Socorro”, diz Jarbas ao mostrar ‘lagoa verde’

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Revoltado com a falta de atenção do poder público na periferia, o empresário do ramo de construção de rodovias e pavimentação asfáltica e candidato à Prefeitura pelo Avante, Jarbas Soster, usou as redes sociais para mostrar uma situação curiosa que ocorre na Rua Amoty Pascoal, bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco.

Ao lado de dois moradores do bairro, Jarbas mostra a ‘lagoa verde’ e pede que o poder público compareça e dê um fim ao problema que se vem arrastando há anos no bairro.

No vídeo, os moradores cobram uma ação da prefeitura e pedem que o Ministério Público (MPAC) compareça ao local. A moradora relatou que na rua moram idosos e crianças e que o mal cheiro a noite é insuportável.

“Traz material e vamos tirar a população do meio da lama e do esgoto. Tem crianças e idosos que moram aqui. Socorro e Edson [Infraestrutura] vamos trazer a máquina aqui para ajudar esse povo”, afirmou Jarbas.

 

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Notícias

Conheça o “Velho do Rio Acre” que encontra o sustento no cemitério das águas

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“Não tem lugar mais gostoso que esse Rio”. Esse é o sentimento do catador Argemiro Oliveira de Carvalho, 78 anos, que dedica a maior parte do seu tempo a navegar pelo Rio Acre na busca de catar coisas de valores que são descartadas pelos acreanos

Com a estiagem forte este ano, o cenário das águas barrentas do maior manancial do estado deu origem a uma espécie de “cemitério” entre a Ponte Metálica e a Ponte Nova, que unem o primeiro ao segundo distrito da cidade. Nas imagens e vídeos captados pelo fotojornalista do ac24horas, Sérgio Vale, é possível verificar a quantidade de lixo acumulado no fundo do rio que agoniza com o passar dos anos.

Atualmente, o Rio Acre na capital chegou à cota de 1,54 metro e está a 24 centímetros da menor cota histórica, registrada em 2016, quando o governo decretou emergência ambiental.

O idoso revelou a reportagem um pouco da sua vida. Aposentado, ele já foi casado, tem filhos e conta que já viu de tudo e lembra com saudosismo o governo de Orleir Cameli, tio de Gladson Cameli.

“O Orleir, em Rio Branco, na Vila Betel, era seis carretas dando mercadoria para a população. Estou aqui há muito tempo e ninguém fez isso. Se hoje, fosse o Orleir, era tudo bacana em Rio Branco”, afirmou.

Com um sorriso no rosto, Argemiro conta que dedica seu tempo a encontrar coisas no Rio Acre para que possa vender ou mesmo reutilizar. Argemiro é o tipo “Bombril”: “Já fiz barcos, tamboretes e várias coisas”.

“Já achei cobre e vendi, já achei algumas coisas que até levei para casa. Achei até um motor de barco e eles me deram R$ 500 no motor. Já achei até revólver cheio de bala nesse Rio”, afirmou.

Ele relata que antigamente o Rio Acre dava muito peixe, mas que ultimamente o peixe ficou escasso. Seu Argemiro admite que sabe que a sua vida está chegando ao fim, mas não mostra nenhum tipo de arrependimento e destaca: “O futuro nosso é só esse mesmo, Deus me levando, não tem outro”.

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