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Acre é o único que dispõe boletim com dados gerais dos pacientes

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O Acre é o único Estado brasileiro que agrega dados gerais sobre idade, raça/cor, comorbidade e sexo nas informações de pacientes acometidos pela Covid-19. De acordo com o artigo “Insuficiência de dados demográficos dificulta controle da pandemia em grupos mais vulneráveis”, de autoria da jornalista Daniela Soares, da Rede Covid19BR, o Amazonas é o 2° Estado em apresentação desses dados.

As análises epidemiológicas sobre o curso de uma pandemia são imprescindíveis para o seu controle. Entretanto, têm faltado informações precisas sobre os casos, óbitos e hospitalizações relacionadas à Covid-19 no Brasil, principalmente relacionadas à raça/cor. Esta é uma das descobertas da nota técnica “Informação sobre gênero, raça/etnia e posição social para o controle da Pandemia de Covid-19 no Brasil”, publicada pela Rede CoVida –base para o artigo de Daniela.

A nota analisa as formas como os dados sobre a Covid-19 vêm sendo produzidos e divulgados pelos Estados, Distrito Federal e pelo Ministério da Saúde. O documento examina o grau de desagregação das informações oficiais, segundo características sociodemográficas (sexo, raça/etnia, idade, ocupação e escolaridade), e traz recomendações aos gestores de saúde para aprimoramento do processo de produção e divulgação de informações para orientar a tomada de decisões.

A nota aponta ainda que falta um padrão na apresentação dos dados pelos estados e Distrito Federal. Segundo a pesquisa, a maioria deles publica painéis de monitoramento (16), boletins (5), informes epidemiológicos (3) e dados epidemiológicos (1). Em cinco estados, mais de uma forma é usada para apresentar os dados, o que pode resultar em informações diferentes ou complementares.

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Sesc reabre hotel de Cruzeiro do Sul e treina colaboradores

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Principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus

A coordenação de Saúde do Sesc no Acre realizou exames dos profissionais do Hotel Sesc Cruzeiro do Sul e capacitações de como proceder no período de pandemia. As medidas fazem parte das ações de reabertura do local, já que o serviço estava interrompido por conta da Covid-19 e o principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus.

Para Thaís Roma, coordenadora de Saúde do Sesc no Acre, a formação vai dar oportunidade de atuação em vários territórios onde a Covid- 19 se faz presente e encontrar melhores alternativas para atender à comunidade. “Além de corroborar com informações assertivas, pautada em modelo de saúde sistemático, inclusivo e de valorização à pessoa humana”, disse.

O Sesc está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança e proteção de clientes e equipes. Por isso, os colaboradores estão usando máscaras e orientando os clientes a manter a distância indicada pelo Ministério da Saúde; hóspedes também serão orientados a usar máscaras nas dependências do hotel e higienizar frequentemente as mãos, além de usar as escadas do prédio, evitando ainda o uso de áreas coletivas.

O Sistema Fecomércio /Sesc/Senac no Acre segue atendendo às recomendações de evitar aglomerações e com o cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde e permaneçam em casa, especialmente grupos de risco.

Por medida de segurança, neste momento de reabertura não estarão em funcionamento áreas comuns e coletivas. No restaurante, serão servidos pratos a la carte e não haverá buffet disponível no formato tradicional até que se tenha novas orientações das autoridades. Informações sobre reservas e detalhes sobre hospedagens podem ser obtidos pelo telefone (68) 3311-0050 e e-mail [email protected]

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Após polêmica, ex-miss é aceita no curso de medicina da Ufac

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A ex-miss Acre, Hyalina Lins Farias, teve a sua inscrição aceita pela Universidade Federal do Acre. Ela virou assunto no começo do ano, após ser classificada na modalidade L9, que é destinada a candidatos com deficiência, que tenham renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino Médio em escolas públicas.

No começo do ano, a Universidade Federal do Acre (Ufac) negou a matrícula, afirmando que além da análise de laudos médicos, fez entrevista para identificar as características da deficiência alegada e que a decisão foi baseada em um parecer profissional.

Agora, Hyalina Lins concorreu novamente e conseguiu classificação na 3º chamada do Sisu para o curso de Medicina na modalidade L13, que reserva vagas a candidatos com deficiência, independente da renda, e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas

Ao ac24horas, a UFAC afirmou que no momento a matrícula de Hyalina Lins Farias está validada, o que não significa que ela foi aprovada, pois as perícias serão feitas em momento posterior, quando a situação da pandemia permitir.

Recentemente, em um post no Instagram a ex-miss lamentou a repercussão do caso e pediu que “os interessados” buscasse saber dos dois problemas que ela sofre na visão.

“Baixa visão e ambliopia lateral são dois dos problemas que eu tenho. E isso tá causando uma euforia grande porque as pessoas não estão aceitando. Eu não me orgulhei de ter nascido com isso, mas o foco não é esse!. O foco é que vocês vão ficar mais esclarecimentos e informados. A trave do olho de vocês vai sair pelo menos 25%”, afirmou.

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Homens vão parar na delegacia após briga em posto de gasolina

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Com pontapés e socos, um grupo de jovens se desentendeu na madrugada desta quarta-feira, 12, no Auto Posto Gurgel, que fica no bairro Bosque, em Rio Branco.

O vídeo da briga ganhou as redes sociais. A confusão tem pouco tempo de duração, já que a Polícia Militar estava no local e acabou intervindo.

Os policiais militares acabaram levando o grupo de jovens para a Delegacia para prestar esclarecimentos sobre ocorrido. Ainda não se sabe o que teria motivado a briga.

Assista:

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Seminário de Educação discute medidas para retorno das aulas

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Mesmo não tendo uma data definida para o retorno às aulas presenciais, a prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme), promoveu nesta terça-feira, 11, por videoconferência, um seminário de educação para discutir como será o retorno das aulas. Com o tema ‘Educação Municipal no Contexto da Pandemia’, a reunião foi aberta pela prefeita Socorro Neri que fez uma breve saudação a todos os participantes.

De acordo com a secretária Vomea Araújo, a ideia é debater com os profissionais da Educação quais as alternativas para o ajuste do calendário escolar com o ano civil e as providências que devem ser adotadas para quando a reabertura das escolas for possível. Ela observou ainda, que por enquanto não existe qualquer perspectiva de quando isso vai ocorrer e as aulas seguem suspensas por tempo indeterminado. “O que estamos fazendo hoje é refletir sobre o papel da Educação na construção de relações baseadas na empatia, na solidariedade e cooperação. Nós precisamos ter o entendimento de como será a organização do cenário escolar no pós-pandemia”, disse.

Os novos processos de aprendizagem, a partir das condições da rede municipal de ensino, e as experiências de outros sistemas educacionais também permearam a conversa com os educadores. O coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento e Monitoramento de Emergência para Infecção Humana pelo novo coronavírus (Ceme), Osvaldo Leal, também participou do seminário e destacou a importância de discutir as medidas e consequências para o retorno das aulas.

“O que estamos iniciando hoje é a preparação para elaboração de um plano diretor para o retorno das atividades presenciais nas escolas de Rio Branco quando autorizadas. Preservar a vida das pessoas é o que vai balizar todas as outras medidas tomadas pela gestão da prefeita Socorro Neri enquanto toda essa situação da pandemia permanecer”.

O professor doutor Mark Assen, da Universidade Federal do Acre, destacou o público específico do Ensino Público Municipal, “não é possível falar em modelo padrão que possa vir a atender todas as peculiaridades desta etapa do atendimento que a rede municipal faz”.

O chefe da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Educação de Rio Branco, do Ministério Público do Estado, Ricardo Coelho, recomendou a existência de todos os mecanismos possíveis para que ‘nenhuma criança fique para trás’, destacando a necessidade de orientar, também, os pais para que não exista qualquer resistência quanto às medidas sanitárias necessárias neste momento de pandemia.

O presidente do Colegiado Municipal de Diretores das Escolas Públicas (Codep), professor Valquírio Firmino, também participou do webinar.

De acordo com a secretária Vômea Araújo, novos encontros serão realizados pela SEME para discutir o retorno seguro às aulas, quando assim for permitido pelas autoridades.

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