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Prefeitura e Funtac firmam parceria por qualidade em obras

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Sabe aquele asfalto que se pavimenta uma rua e que não aguenta um período de chuvas infelizmente tão comum no Acre? A prefeitura de Rio Branco promete acabar com essa história.

Pelo menos é o objetivo de uma parceria firmada com a Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac) para a prestação de serviços de controle tecnológico em obras de pavimentação e civis. O objetivo é que o município seja auxiliado pela instituição no controle de qualidade das obras executadas.

Nesta quinta-feira, 30, o secretário municipal de obras, Edson Rigaud, e a diretora executiva da Funtac, Paola Daniel, fizeram uma reunião de alinhamento para o início da fiscalização nas intervenções realizadas pela Seinfra já na próxima semana.

“Nós vamos nos empenhar bastante na execução desses laudos periciais para verificar se as empresas contratadas pela Prefeitura de Rio Branco realmente estão cumprindo o que foi contratado”, disse a diretora da Funtac.

De acordo com Edson Rigaud, por determinação da prefeita Socorro Neri, a ordem é fazer fiscalizações minuciosas e constantes em todos os serviços de infraestrutura sob responsabilidade da Seinfra, especialmente nas obras de pavimentação da cidade. “Todos os serviços da Prefeitura vão passar por exames laboratoriais para garantir a qualidade das nossas obras. A prefeita tem feito a autorização de várias ordens de serviço nos últimos dias para aproveitar ao máximo o período de estiagem e essa fiscalização será feita de forma contínua e com muita intensidade a partir da próxima semana”, finalizou.

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Acre

Seca de rios na fronteira facilitam comércio ilegal no Acre

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Há barreiras vigiadas pelas forças de segurança nas fronteiras do Acre, Peru e Bolívia, mas o baixo nível do Rio Acre favorece o trânsito, inclusive a pé, para quem deseja atravessar as divisas internacionais. As fronteiras estão fechadas por causa da Covid-19.

O jornal O Alto Acre denuncia um vaivém de comerciantes ilegais nas fronteiras, tudo facilitado pela seca do rio que separa um país do outro.

“A estiagem das chuvas fez com que o rio chegue ao ponto de oferecer passagem a pé com água nos calcanhares. Sem um contingente de homens suficiente para fiscalizar, faz com que pessoas passem para ambos os lados afim de fazer compras de alimentos e remédios”, conta Alexandre Lima, do Alto Acre.

Já em Epitaciolândia, o igarapé Bahia que separa o Brasil pelo Acre da Bolívia, é o grande vilão. Alguns bolivianos e brasileiros vem enfrentando as forças policiais para poder fazer compras de comida e remédios.

Fonte: O Alto Acre

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Acre

Estudo diz que Covid-19 deixou 48% das acreanas sem emprego

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Um estudo feito pela Famivita com mais de 7,5 mil brasileiras entre 27 e 28 de julho de 2020 concluiu que 48% das acreanas perderam o emprego durante a pandemia da Covid-19. A Famivita é especializada em saúde reprodutiva.

Nesse contexto, e segundo essa pesquisa, o Acre é o 3º onde mais mulheres perderam seus postos de trabalho por causa da crise imposta pelo novo coronavírus. No ranking dos Estados, o Amazonas lidera com 61% das entrevistadas afirmando que ficaram sem trabalho formal quando a pandemia se instalou. O 2º é o Amapá, com 50%.

O Estado onde menos mulheres perderam o emprego na pandemia é Santa Catarina (28%). No País, média de 35% das brasileiras perderam seus empregos durante a pandemia, incluindo as trabalhadoras informais.

De todas as faixas etárias, as mais jovens entre 18 e 24 anos, foram as mais afetadas.

Para referência, antes da pandemia, pelo menos 53% das entrevistadas tinham um trabalho. s mães com filhos pequenos são as que mais estão sentindo os impactos com a perda de seus empregos, sendo que 39% delas estão desempregadas e 52% perderam renda.

As grávidas também estão sofrendo com a crise, e 34% delas perderam seus empregos, desde que a pandemia começou.

Até mesmo mulheres que não trabalhavam antes, acabaram perdendo renda de forma indireta, com a perda por parte de membros da família.

Outro ponto a ser considerado, é que até mesmo as participantes que ainda possuem emprego, acabaram perdendo renda, 47% delas.

O estudo da Famivita também abordou sobre o Auxílio Emergencial a desempregados e autônomos e detectou que 62% dos acreanos com esse perfil receberam o benefício. Essa taxa é a maior do País, de acordo com a Famivita.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado entre 27 e 28 de julho. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet com várias perguntas.

O estudo completo pode ser acessado em: https://www.famivita.com.br/estudo-coronavirus-julho-2020/

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Acre

Em julho, Acre desmatou mais que o Mato Grosso, diz Imazon

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Em julho, o Acre desmatou mais que o Mato Grosso, segundo se constata do último boletim do Sistema de Alerta de Desmate (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Naquele mês o Acre contribuiu com 12% do desmate na Amazônia, enquanto o Mato Grosso desflorestou 9% do total registrado na região. Pará (41%), Amazonas (23%) e Rondônia (13%) lideraram no período.

Considerando o calendário de desmatamento 2020, que compreende o período de agosto de 2019 a julho de 2020, o desmatamento na Amazônia Legal foi de 6.536 quilômetros quadrados, o que corresponde a um aumento de 29% em relação ao mesmo período do calendário anterior.

Em julho de 2020, o SAD detectou 1.147 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 11% em relação a julho de 2019, quando o desmatamento somou 1.287 quilômetros quadrados. O desmatamento detectado em julho de 2020 ocorreu no Pará (42%), Amazonas (23%), Rondônia (13%), Acre (12%), Mato Grosso (9%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 283 quilômetros quadrados em julho de 2020, o que representa um aumento de 110% em relação a julho de 2019, quando a degradação detectada foi de 135 quilômetros quadrados. Em julho de 2020 a degradação foi detectada no Mato Grosso (78%), Pará (10%), Amazonas (5%), Roraima (5%) e Acre (2%).

Em julho de 2020, a maioria (59%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (19%), Unidades de Conservação (18%) e Terras Indígenas (4%).

De agosto de 2018 a julho de 2019, foram desmatados 371 quilômetros quadrados. Já entre agosto de 2019 e julho de 2020 o desmate foi de 476 km2, diferença de 28% entre um e outro período.

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Acre

Sobe número de acreanos que conhecem alguém com Covid-19

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FOTO: SÉRGIO VALE

A nova atualização da pesquisa sobre o impacto da Covid-19 no Brasil, do portal Trocando Fraldas (www.trocandofraldas.com.br) mostra que cresceu o número de acreanos que conhecem alguém que foi ou está infectado pelo novo coronavírus: em junho eram 52%; depois, em julho, 68%. E agora, em agosto, subiu para 78%.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado com mais de 7.500 pessoas de 27 à 28 de julho de 2020. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet. .

Em Roraima, líder do ranking nos Estados, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. Maranhão aparece na sequência, com 80% dos entrevistados afirmando conhecer alguém contaminado. Na primeira pesquisa o Amazonas era o líder, com 77%, mas agora é o 12º, com 70%.

Em Roraima, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. No estudos anterior, o percentual era de 81%.

No Rio de Janeiro, 62% dos participantes conhecem alguém que já foi acometido. E esse percentual era de 59% no último estudo.

Já em São Paulo pelo menos metade da população conhece alguém já infectado.

No Rio Grande do Sul, no estudo anterior somente 23% da população conhecia alguém que já pegou o vírus. No novo estudo, o percentual aumentou para 46%.

Dentre todos os estados, 3 em cada 5 participantes conhecem alguém que já foi infectado pela Covid-19. E esses percentuais só crescem com o passar dos meses.

Filas, aglomerações, festas e outros comportamentos inadequados para o período de isolamento social na fase vermelha do risco de Covid-19 eram constantes no Acre. Agora, na fase amarela, a situação deve piorar ainda mais.

Desde que surgiram os primeiros casos de coronavírus na China em dezembro de 2019, o vírus têm se espalhado de forma devastadora em todo o mundo.

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