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Jarude denuncia falta remédios nas UBSs e líder da prefeita admite dificuldades

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O vereador Emerson Jarude (MDB) usou o seu tempo nesta quinta-feira, 30, para disparar críticas à gestão da prefeita Socorro Neri (PSB) pela falta de medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde de Rio Branco.

O vereador mostrou em sessão online, relato da morada, Rossilene Anastácio, que falava acerca da falta de azitromicina e outros medicamentos na Unidade Cláudia Vitorino.

O vereador aproveitou e ironizou a fala da Secretária de Planejamento, Janete Santos, feita na semana passada que a Prefeitura não precisava realocar R$ 22 milhões destinado a infraestrutura para a saúde.

“O questionamento que fica é o seguinte: a secretária Janete mentiu ao dizer que tinha recursos para a saúde ou se de fato os recursos existem e o que falta é gestão?”, indagou Jarude.

“Agora, eu peço ajuda dos senhores para a gente reivindicar da prefeitura aquilo que está faltando medicamentos em postos de saúde. Em plena pandemia as pessoas estão procurando remédio e não acham! Mas isso, infelizmente, acontece por questões eleitorais, afinal com remédios você não consegue fazer inauguração, com remédios você não assina uma ordem de serviço, como tá acontecendo em todos os cantos. Isso é uma prática não só da Socorro Neri, mas infelizmente em todo o país”, afirmou.

Em resposta a Jarude, a líder da prefeita na Câmara, vereadora Elzinha Mendonça (PSB) admitiu que há dificuldades no sistema de saúde pública de Rio Branco e afirmou que, em conversa com o Comitê Municipal da Covid-19 e a Secretaria de Saúde, Maria Jesuíta, ficou acordado que virão à Câmara explicar o que será feito com os R$ 5,8 milhões destinados à compra de medicamentos e ações para o Covid-19.

“Existe sim dificuldades, mas não podemos fechar os olhos diante das coisas que estão acontecendo. Diante de umas falas aqui, eu estava falando com a Secretária de Saúde pra gente trazer algumas informações para que a gente possa esclarecer algumas coisas”, afirmou a parlamentar.

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Cotidiano

Prazo para resgate da taxa do IBGE termina nesta segunda-feira (10)

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Termina nesta segunda-feira (10) o prazo para resgate, via aplicativo, da taxa de inscrição do processo seletivo para o Censo 2020. Cerca de 60 mil candidatos já resgataram os valores por meio da carteira digital do Banco do Brasil. No próximo dia 17, o IBGE divulgará a nova forma de devolução para os que ainda não retiraram o dinheiro. Nesse caso, cerca de 40 mil pessoas.

O processo seletivo simplificado para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS) e Recenseador foi cancelado em março, devido à pandemia de Covid-19.

Desde o dia 12 de maio, começaram a ser restituídos R$ 2.823.775,95 referentes a 100.735 inscrições pagas. As taxas foram de R$ 35,80 para concorrer a funções de nível médio (ACM e ACS) e de R$ 23,61 para disputar as vagas de ensino fundamental (Recenseador).

“Para evitar que essas pessoas tivessem que se dirigir a uma agência bancária no período de confinamento, foi disponibilizado o procedimento de devolução da taxa de inscrição através do aplicativo carteira digital do Banco do Brasil”, explica Antonio Carlos Mantuano, coordenador de Orçamento e Finanças do IBGE.

Além de ampla divulgação na imprensa, na internet, nas redes e nos canais oficiais do IBGE, foram enviados e-mails para todos os beneficiários informando sobre a disponibilidade dos recursos para ressarcimento. Passados quase três meses do início da devolução, cerca de 60% dos candidatos que faziam jus à restituição já resgataram seus valores.

Aqueles que não concretizarem o procedimento até o dia 10 deverão aguardar as orientações sobre a nova modalidade de restituição, que serão divulgadas pelo IBGE a partir do dia 17. Os canais de atendimento do IBGE, através do telefone 0800 721 8181 e do e-mail [email protected], continuam à disposição dos interessados para mais informações e esclarecimentos.

Confira o passo a passo para resgatar hoje (10/8) os valores

Após baixar a Carteira Digital bB na loja de aplicativos do celular, o candidato deve selecionar “criar carteira bB” e em seguida preencher o cadastro com CPF, nome completo, data de nascimento e número do celular.

O beneficiário deverá selecionar a opção “receber” na tela inicial do aplicativo e responder às perguntas de segurança baseadas nas informações fornecidas quando se inscreveu no processo seletivo. Em seguida, é só clicar em “confirmar” e o dinheiro já estará disponível na conta da Carteira Digital bB.

Com o valor liberado no aplicativo, o beneficiário poderá:

– Sacar a quantia em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil;

– Transferir para outra conta (TED);

– Transferir para um contato que também tenha a Carteira Digital bB ativa;

– Realizar pagamentos com código de barras ou em estabelecimentos credenciados.

Em caso de dúvidas sobre o aplicativo, o candidato pode entrar em contato com o Banco do Brasil por telefone 0800 729 5293, chat no próprio aplicativo ou pelo e-mail [email protected]

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Cotidiano

Dependendo da decisão do TRE, Cruzeiro do Sul poderá ter novo prefeito

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A sessão virtual do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre o julgamento do recurso do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PP), contra a cassação de seu mandato, está marcada para às 13 horas desta segunda-feira, 10. Se o pleno do TRE confirmar a decisão do juiz Erik Farhat, o vice Zequinha Lima (PP) também perde o cargo.

A decisão da corte eleitoral poderá alterar a gestão de Cruzeiro do Sul nestes últimos meses do ano. De acordo com a legislação eleitoral, se o mandato de Ilderlei Cordeiro for cassado em definitivo a menos de 6 meses do término, a Câmara Municipal elege indiretamente o novo prefeito.

O atual presidente, Clodoaldo Rodrigues, é do PP, partido de Ilderlei, mas o MDB tem maioria na Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul e o vereador com mais idade, o que deverá decidir a eleição. O ex-prefeito Vagner Sales afirma que “o MDB volta pra a prefeitura de Cruzeiro do Sul”.

Ilderlei diz que não participou da conversa que gerou a denúncia de corrupção eleitoral e que “confia na justiça dos homens e de Deus”.

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Cotidiano

Mais de 100 mil alunos da rede pública de Manaus voltam às aulas nesta segunda

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Cerca de 110 mil alunos da rede pública estadual de Manaus (AM) retornam às aulas presenciais nesta segunda-feira (10). A volta acontece cinco meses após a suspensão das atividades por conta da pandemia do novo coronavírus, e um mês após o retorno das escolas particulares.

Nesse primeiro momento voltam às escolas alunos do Ensino Médio e da modalidade de Ensino de Jovens e Adultos (EJA). No interior do estado do Amazonas, as aulas seguem pela televisão e sem previsão para o retorno presencial.

“O Amazonas é o primeiro estado a retomar as atividades presenciais”, disse Luís Fabian Barbosa, titular da Secretaria de Educação e Desporto (Seduc).
A volta ocorre cerca de quatro meses após a capital sofrer, em abril, com colapsos no sistema de saúde e no sistema funerário por conta da pandemia, que já infectou mais de 106 mil pessoas em todo o estado e matou cerca de 3 mil amazonenses.

Desde junho, o estado tem apresentado queda nos números da Covid-19 e flexibilizando a quarentena, com reabertura do comércio e espaços de lazer. As escolas fazem parte do quarto ciclo de reabertura estabelecido pelo governo do estado, e as escolas públicas municipais seguem sendo as únicas que ainda não retornaram.

De acordo com a Seduc, a volta às salas de aula será de maneira gradativa e híbrida e com apenas com 50% da capacidade. Os primeiros a retornarem são os estudantes do Ensino Médio regular e da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Já no dia 24 de agosto, retornam os alunos do Ensino Fundamental (anos iniciais e finais). Eles serão divididos em grupos e só comparecerão às aulas em dois dias da semana. Nos outros, seguirão acompanhando, de casa, as teleaulas.

Ao G1, Barbosa afirmou que o retorno foi pensado com cuidado e que as escolas seguirão um rigoroso protocolo.

“O protocolo [que será seguido] é igual ao da rede privada. Adquirimos um milhão de máscaras, instalamos tapetes sanitizantes [nas portas das escolas], pias. Tem sabonete líquido, papel e álcool em gel suficientes para os próximos seis meses. Colocamos dispensadores de álcool em gel em todas as salas, reduzimos as carteiras nas salas, ou seja, todas as medidas que as escolas particulares estão tomando, nós também vamos tomar”, disse.

“Foram 60 dias de planejamento para o retorno das atividades presencias. Existe um protocolo de ‘seguracão’ junto a Fundação de Vigilância em Saúde que exigiu investimentos para aquisição de materiais. Estamos tranquilos. Tudo retorna com tranquilidade”, completou Barbosa.

O plano prevê:

– Distribuição de um milhão de máscaras a todos os profissionais e estudantes, e uso obrigatório das mesmas;

– Reforço nas práticas de higiene pessoal, como lavagem correta das mãos nas pias instaladas nos ambientes comuns

– Distanciamento de, pelo menos, 1,5 metro entre as pessoas, tanto na sala de aula como nos corredores e refeitórios

– Limpeza constante das superfícies para evitar a proliferação do vírus.

Para o retorno às aulas, todas as turmas serão divididas em blocos A e B, frequentando as escolas de maneira intercalada:

– Às segundas e quartas-feiras, o bloco A assiste às aulas presenciais.

– Às terças e quintas-feiras, será a vez do bloco B conferir as atividades presenciais.

– As sextas-feiras serão destinadas aos professores, que realizarão o seu planejamento de conteúdos.

Nos dias em que os estudantes estiverem em casa, eles deverão acompanhar os conteúdos por meio do projeto “Aula em Casa”, que terá a sua programação adaptada.

Na Escola Estadual Jacimar da Silva Gama, no Petrópolis, Zona Sul da capital, uma equipe de funcionários media a temperatura dos alunos com um termômetro nesta manhã, antes do início das atividades escolares. Os alunos receberam, também, máscaras e álcool em gel.

A escola, que é de tempo integral, deve continuar com o horário normalizado. Os alunos entram às 7h e são liberados às 16h30.

“Entre os novos procedimentos, as salas de aulas estão só com metade das carteiras. São dois grupos: o grupo de hoje recebe aulas às segundas-feiras e quartas. O segundo grupo, às terças e quintas. Enquanto um está aqui, o outro assiste aula de casa. Os alunos vão receber as orientações, padrões de segurança de saúde com relação a como se comportar”, explicou.

Ação na Justiça

Na semana passada, os professores chegaram a fazer uma manifestação contra a volta às aulas e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) também acionou a Justiça para barrar a volta. A entidade protocolou uma Ação Civil Pública pedindo a suspensão do plano de retomada, e defendendo a manutenção das teleaulas. No entanto, na sexta-feira (7), a Justiça indeferiu o pedido e manteve o retorno dos estudantes. Na decisão, a juíza Etelvina Lobo Braga afirmou que, ao contrário do que o sindicato alegou, o Estado apresentou comprovação de que vem atuando para proporcionar segurança aos professores, alunos e demais trabalhadores.

A volta das escolas públicas acontece um mês após o retorno das atividades da rede privada de ensino. Segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM), cerca de 60 mil alunos, distribuídos em pouco mais de 200 instituições privadas, já voltaram à “rotina” no modelo híbrido.

Já no interior a previsão é de que o retorno aconteça a partir de setembro e que as aulas se estendam até o início do ano que vem. Na capital Manaus a rede municipal de ensino também segue sem definição da data de retorno das atividades presenciais.

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Cotidiano

MEC repassa segunda parcela do recurso para ensino médio integral no Acre

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O Ministério da Educação divulgou na edição desta segunda-feira (10) do Diário Oficial da União a relação de Estados que estão aptos a receber recursos referentes ao Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

Ao Acre estão destinados R$1.851.771,80 resultado da soma da 2ª parcela do recurso de capital (R$726.820,43) e da 2a parcela do repasse de custeio (R$1.124.951,37).

Na mesma portaria, o MEC autoriza o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação a realizar o empenho de recursos financeiros aos Estados contemplados.

O Ministério da Educação redefiniu as regras do programa que leva ensino integral, de 7 horas diárias, para escolas de ensino médio do país. O novo Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) entrou em vigor em 2020.

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