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Após desembarque, Bruno faz treino com equipe do Rio Branco

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FOTO: CLICKAC

O goleiro Bruno Fernandes, reforço do Rio Branco Football Club (RBFC) para a temporada 2020, mal desembarcou em Rio Branco (AC) e já iniciou os treinos com a bola com os colegas do time na tarde desta quinta-feira (30).

A volta aos treinos foi permitida nesta quarta-feira, 30. Desde de março, por causa da pandemia de Covid-19, as atividades dos times profissionais do Acre estavam suspensas. Os jogadores foram divididos em dois grupos.

Bruno desembarcou no aeroporto de Rio Branco, por volta das 12 horas e foi recepcionado por representantes do “Estrelão”, como é conhecido o time local.

Bruno Fernandes foi condenado a mais de 20 anos por homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio. A contratação do atleta tem sido alvo de repúdios e até petição pedindo o cancelamento do contrato com o time acreano.

O presidente do Rio Branco, Neto Alencar, destacou que não vai faltar dinheiro para pagar o salário do atleta. O valor, que não foi anunciado, vai ser pago por uma empresa parceira do Rio de Janeiro, que viabilizou a contratação de Bruno, e de dois empresários do Acre que prometeram contribuir com o pagamento. Alencar não divulgou o nome das empresas.

Após o anúncio da contratação de Bruno, o Rio Branco perdeu o apoio que recebia da rede de supermercados Araújo que ajudava no fornecimento de alimentação aos atletas da base do clube.

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Acre

Seca de rios na fronteira facilitam comércio ilegal no Acre

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Há barreiras vigiadas pelas forças de segurança nas fronteiras do Acre, Peru e Bolívia, mas o baixo nível do Rio Acre favorece o trânsito, inclusive a pé, para quem deseja atravessar as divisas internacionais. As fronteiras estão fechadas por causa da Covid-19.

O jornal O Alto Acre denuncia um vaivém de comerciantes ilegais nas fronteiras, tudo facilitado pela seca do rio que separa um país do outro.

“A estiagem das chuvas fez com que o rio chegue ao ponto de oferecer passagem a pé com água nos calcanhares. Sem um contingente de homens suficiente para fiscalizar, faz com que pessoas passem para ambos os lados afim de fazer compras de alimentos e remédios”, conta Alexandre Lima, do Alto Acre.

Já em Epitaciolândia, o igarapé Bahia que separa o Brasil pelo Acre da Bolívia, é o grande vilão. Alguns bolivianos e brasileiros vem enfrentando as forças policiais para poder fazer compras de comida e remédios.

Fonte: O Alto Acre

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Acre

Estudo diz que Covid-19 deixou 48% das acreanas sem emprego

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Um estudo feito pela Famivita com mais de 7,5 mil brasileiras entre 27 e 28 de julho de 2020 concluiu que 48% das acreanas perderam o emprego durante a pandemia da Covid-19. A Famivita é especializada em saúde reprodutiva.

Nesse contexto, e segundo essa pesquisa, o Acre é o 3º onde mais mulheres perderam seus postos de trabalho por causa da crise imposta pelo novo coronavírus. No ranking dos Estados, o Amazonas lidera com 61% das entrevistadas afirmando que ficaram sem trabalho formal quando a pandemia se instalou. O 2º é o Amapá, com 50%.

O Estado onde menos mulheres perderam o emprego na pandemia é Santa Catarina (28%). No País, média de 35% das brasileiras perderam seus empregos durante a pandemia, incluindo as trabalhadoras informais.

De todas as faixas etárias, as mais jovens entre 18 e 24 anos, foram as mais afetadas.

Para referência, antes da pandemia, pelo menos 53% das entrevistadas tinham um trabalho. s mães com filhos pequenos são as que mais estão sentindo os impactos com a perda de seus empregos, sendo que 39% delas estão desempregadas e 52% perderam renda.

As grávidas também estão sofrendo com a crise, e 34% delas perderam seus empregos, desde que a pandemia começou.

Até mesmo mulheres que não trabalhavam antes, acabaram perdendo renda de forma indireta, com a perda por parte de membros da família.

Outro ponto a ser considerado, é que até mesmo as participantes que ainda possuem emprego, acabaram perdendo renda, 47% delas.

O estudo da Famivita também abordou sobre o Auxílio Emergencial a desempregados e autônomos e detectou que 62% dos acreanos com esse perfil receberam o benefício. Essa taxa é a maior do País, de acordo com a Famivita.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado entre 27 e 28 de julho. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet com várias perguntas.

O estudo completo pode ser acessado em: https://www.famivita.com.br/estudo-coronavirus-julho-2020/

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Acre

Em julho, Acre desmatou mais que o Mato Grosso, diz Imazon

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Em julho, o Acre desmatou mais que o Mato Grosso, segundo se constata do último boletim do Sistema de Alerta de Desmate (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Naquele mês o Acre contribuiu com 12% do desmate na Amazônia, enquanto o Mato Grosso desflorestou 9% do total registrado na região. Pará (41%), Amazonas (23%) e Rondônia (13%) lideraram no período.

Considerando o calendário de desmatamento 2020, que compreende o período de agosto de 2019 a julho de 2020, o desmatamento na Amazônia Legal foi de 6.536 quilômetros quadrados, o que corresponde a um aumento de 29% em relação ao mesmo período do calendário anterior.

Em julho de 2020, o SAD detectou 1.147 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 11% em relação a julho de 2019, quando o desmatamento somou 1.287 quilômetros quadrados. O desmatamento detectado em julho de 2020 ocorreu no Pará (42%), Amazonas (23%), Rondônia (13%), Acre (12%), Mato Grosso (9%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 283 quilômetros quadrados em julho de 2020, o que representa um aumento de 110% em relação a julho de 2019, quando a degradação detectada foi de 135 quilômetros quadrados. Em julho de 2020 a degradação foi detectada no Mato Grosso (78%), Pará (10%), Amazonas (5%), Roraima (5%) e Acre (2%).

Em julho de 2020, a maioria (59%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (19%), Unidades de Conservação (18%) e Terras Indígenas (4%).

De agosto de 2018 a julho de 2019, foram desmatados 371 quilômetros quadrados. Já entre agosto de 2019 e julho de 2020 o desmate foi de 476 km2, diferença de 28% entre um e outro período.

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Acre

Sobe número de acreanos que conhecem alguém com Covid-19

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FOTO: SÉRGIO VALE

A nova atualização da pesquisa sobre o impacto da Covid-19 no Brasil, do portal Trocando Fraldas (www.trocandofraldas.com.br) mostra que cresceu o número de acreanos que conhecem alguém que foi ou está infectado pelo novo coronavírus: em junho eram 52%; depois, em julho, 68%. E agora, em agosto, subiu para 78%.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado com mais de 7.500 pessoas de 27 à 28 de julho de 2020. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet. .

Em Roraima, líder do ranking nos Estados, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. Maranhão aparece na sequência, com 80% dos entrevistados afirmando conhecer alguém contaminado. Na primeira pesquisa o Amazonas era o líder, com 77%, mas agora é o 12º, com 70%.

Em Roraima, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. No estudos anterior, o percentual era de 81%.

No Rio de Janeiro, 62% dos participantes conhecem alguém que já foi acometido. E esse percentual era de 59% no último estudo.

Já em São Paulo pelo menos metade da população conhece alguém já infectado.

No Rio Grande do Sul, no estudo anterior somente 23% da população conhecia alguém que já pegou o vírus. No novo estudo, o percentual aumentou para 46%.

Dentre todos os estados, 3 em cada 5 participantes conhecem alguém que já foi infectado pela Covid-19. E esses percentuais só crescem com o passar dos meses.

Filas, aglomerações, festas e outros comportamentos inadequados para o período de isolamento social na fase vermelha do risco de Covid-19 eram constantes no Acre. Agora, na fase amarela, a situação deve piorar ainda mais.

Desde que surgiram os primeiros casos de coronavírus na China em dezembro de 2019, o vírus têm se espalhado de forma devastadora em todo o mundo.

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