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Acreanos dividem opiniões sobre a contratação de Bruno ao RBFC

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A notícia de que o Rio Branco Football Clube já teria contratado o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes de Souza, provocou uma avalanche de comentários e posicionamentos de rio-branquenses por meio das redes sociais. A repercussão se divide entre quem apoia e quem não apoia a chegada do atleta ao time acreano.

“É muito triste ver o que esse cara fez eu jamais ficaria a seu favor, mas qualquer ser humano precisa de uma segunda chance”, disse um internauta. Outra enfatizou: “quem somos nós para condenar ele? Quem nunca pecou atire a primeira pedra. Não é tempo de ficar odiando as pessoas”.

Apesar de haver um grupo que apoia a “segunda chance” ao jogador, que foi condenado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver há cerca de 10 anos pela morte de sua ex-companheira Eliza Samudio, outro grupo se mostra irredutível quanto à presença de Bruno em campo.

“Sou totalmente a favor de inclusão social de ex-detentos. Porém, não no futebol! O cara acaba virando inspiração para jovens e crianças. Imagina seu filho pedindo pra comprar a camisa do Bruno?”, pontuou um dos internautas ainda na noite desse domingo (26). “Espero realmente que isso seja mentira e o Rio Branco não suje a história do clube contratando um assassino condenado”, afirmou outro.

A apresentação oficial do jogador só deve acontecer quando estiver permitida a presença de torcedores nos treinos, conforme anunciou a diretoria do Rio Branco FC. O reforço de Bruno inclui a disputa do segundo turno do estadual, além da Série D do Campeonato Brasileiro e a Copa Verde.

O presidente do time, Neto Alencar, disse ao portal AcreNews que o jogador deve chegar a Rio Branco na próxima sexta-feira, 31, e se juntar ao grupo que aguarda autorização das autoridades de saúde para a retomada dos treinos em virtude da pandemia da Covid-19.

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Acre

Subsídio da borracha não é pago desde 2019 no Acre

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A Comissão de Serviço Público, Trabalho e Municipalismo da Assembleia Legislativa do Acre, presidida pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), recebeu nesta quarta-feira (12), o secretário de Estado de Produção e Agronegócio, Edivan Maciel de Azevedo, o superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, representantes da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). Na pauta, o atraso no pagamento do subsídio da borracha aos extrativistas.

De acordo com o apurado, há recurso em caixa desde 2017. Os recursos são de serviços ambientais praticados pelo Acre. O dinheiro é proveniente do banco alemão KFW. São recursos carimbados para esta finalidade e o montante a ser executado passa de R$ 1 milhão.

“Na mudança do governo, houveram vários questionamentos acerca de como encaminhar esse pagamento. Havia um resíduo de 2018, que me parece que foi quitado ano passado, e nós temos uma pendência de 2019 e 2020. Resolvemos fazer essa audiência para saber onde está o gargalo, o que está dificultando o pagamento desse serviço, tendo em vista a importância dele para a cadeia produtiva da borracha”, destaca Edvaldo Magalhães.

O superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, disse que “se fosse direto, eles estariam na porta da SEPA. A gente toma o cuidado de protocolar tudo para mostrar para eles [extrativistas] que não é uma questão nossa. Nós temos uma conta bancária exclusiva para receber esse recurso e fazemos a conciliação disso. O recurso está na conta [do governo] e desde 2019 que não paga um processo”.

Edivan Maciel de Azevedo mencionou que, desde que assumiu, convocou uma força-tarefa para que apresentasse um plano de pagamento do subsídio da borracha. “Também me aflige bastante essa situação. Sou um produtor rural, sou filho de produtor familiar e isso me incomoda. Mas, sem querer falar mal de gestões passadas e dizer que herdei uma situação delicada. Ele vinha sendo pago até 2018 amparado por uma legislação com a Cooperacre. Recebemos uma situação complicada. Paralelo a isso, o secretário que me antecedeu, ele não fez o esforço necessário para que isso andasse. Desse secretário aqui, nós temos feito tudo para agilizar o processo”, disse o secretário.

Já o representante da Seplag, Alexandre Tostes, mencionou que “existe o recurso para pagar”. São quase R$ 4 milhões para o subsídio da borracha e do murmurú. “A forma que a gente pagava era através da Cooperacre, e esse convênio venceu em 2018, não foi renovado, e por isso não conseguimos pagar em 2019. A gente vai ter que achar uma solução de como pagar cada produtor. Fazer em forma de reconhecimento de dívida e será individualmente”. Tostes disse, ainda, que será aberto um edital para selecionar uma nova cooperativa para efetuar os próximos pagamentos.

Solução

Ficou encaminhado que a Procuradoria Geral do Estado vai buscar o entendimento junto à SEPA e a Seplag para que a Cooperacre, excepcionalmente, possa fazer os pagamentos residuais que existem aos extrativistas. A ideia é evitar a burocracia e garantir que o recurso chegue na ponta da cadeia produtiva.

“Eu posso me comprometer de estar olhando hoje mesmo isso. A partir da análise que eu fizer, eu já faço a orientação com a SEPA de qual seria o documento que vamos precisar e aí eles fazem o contato direto com a Cooperativa. Acredito que até o final da semana nós estaremos finalizando esse parecer”, disse Janete Melo D’Albuquerque, procuradora do Estado.

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Acre

Sesc reabre hotel de Cruzeiro do Sul e treina colaboradores

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Principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus

A coordenação de Saúde do Sesc no Acre realizou exames dos profissionais do Hotel Sesc Cruzeiro do Sul e capacitações de como proceder no período de pandemia. As medidas fazem parte das ações de reabertura do local, já que o serviço estava interrompido por conta da Covid-19 e o principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus.

Para Thaís Roma, coordenadora de Saúde do Sesc no Acre, a formação vai dar oportunidade de atuação em vários territórios onde a Covid- 19 se faz presente e encontrar melhores alternativas para atender à comunidade. “Além de corroborar com informações assertivas, pautada em modelo de saúde sistemático, inclusivo e de valorização à pessoa humana”, disse.

O Sesc está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança e proteção de clientes e equipes. Por isso, os colaboradores estão usando máscaras e orientando os clientes a manter a distância indicada pelo Ministério da Saúde; hóspedes também serão orientados a usar máscaras nas dependências do hotel e higienizar frequentemente as mãos, além de usar as escadas do prédio, evitando ainda o uso de áreas coletivas.

O Sistema Fecomércio /Sesc/Senac no Acre segue atendendo às recomendações de evitar aglomerações e com o cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde e permaneçam em casa, especialmente grupos de risco.

Por medida de segurança, neste momento de reabertura não estarão em funcionamento áreas comuns e coletivas. No restaurante, serão servidos pratos a la carte e não haverá buffet disponível no formato tradicional até que se tenha novas orientações das autoridades. Informações sobre reservas e detalhes sobre hospedagens podem ser obtidos pelo telefone (68) 3311-0050 e e-mail [email protected]

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Acre

Homens vão parar na delegacia após briga em posto de gasolina

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Com pontapés e socos, um grupo de jovens se desentendeu na madrugada desta quarta-feira, 12, no Auto Posto Gurgel, que fica no bairro Bosque, em Rio Branco.

O vídeo da briga ganhou as redes sociais. A confusão tem pouco tempo de duração, já que a Polícia Militar estava no local e acabou intervindo.

Os policiais militares acabaram levando o grupo de jovens para a Delegacia para prestar esclarecimentos sobre ocorrido. Ainda não se sabe o que teria motivado a briga.

Assista:

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Acre

Seminário de Educação discute medidas para retorno das aulas

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Mesmo não tendo uma data definida para o retorno às aulas presenciais, a prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme), promoveu nesta terça-feira, 11, por videoconferência, um seminário de educação para discutir como será o retorno das aulas. Com o tema ‘Educação Municipal no Contexto da Pandemia’, a reunião foi aberta pela prefeita Socorro Neri que fez uma breve saudação a todos os participantes.

De acordo com a secretária Vomea Araújo, a ideia é debater com os profissionais da Educação quais as alternativas para o ajuste do calendário escolar com o ano civil e as providências que devem ser adotadas para quando a reabertura das escolas for possível. Ela observou ainda, que por enquanto não existe qualquer perspectiva de quando isso vai ocorrer e as aulas seguem suspensas por tempo indeterminado. “O que estamos fazendo hoje é refletir sobre o papel da Educação na construção de relações baseadas na empatia, na solidariedade e cooperação. Nós precisamos ter o entendimento de como será a organização do cenário escolar no pós-pandemia”, disse.

Os novos processos de aprendizagem, a partir das condições da rede municipal de ensino, e as experiências de outros sistemas educacionais também permearam a conversa com os educadores. O coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento e Monitoramento de Emergência para Infecção Humana pelo novo coronavírus (Ceme), Osvaldo Leal, também participou do seminário e destacou a importância de discutir as medidas e consequências para o retorno das aulas.

“O que estamos iniciando hoje é a preparação para elaboração de um plano diretor para o retorno das atividades presenciais nas escolas de Rio Branco quando autorizadas. Preservar a vida das pessoas é o que vai balizar todas as outras medidas tomadas pela gestão da prefeita Socorro Neri enquanto toda essa situação da pandemia permanecer”.

O professor doutor Mark Assen, da Universidade Federal do Acre, destacou o público específico do Ensino Público Municipal, “não é possível falar em modelo padrão que possa vir a atender todas as peculiaridades desta etapa do atendimento que a rede municipal faz”.

O chefe da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Educação de Rio Branco, do Ministério Público do Estado, Ricardo Coelho, recomendou a existência de todos os mecanismos possíveis para que ‘nenhuma criança fique para trás’, destacando a necessidade de orientar, também, os pais para que não exista qualquer resistência quanto às medidas sanitárias necessárias neste momento de pandemia.

O presidente do Colegiado Municipal de Diretores das Escolas Públicas (Codep), professor Valquírio Firmino, também participou do webinar.

De acordo com a secretária Vômea Araújo, novos encontros serão realizados pela SEME para discutir o retorno seguro às aulas, quando assim for permitido pelas autoridades.

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