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Fique por dentro das regras para reabertura das igrejas no Acre

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Após pressão do setor evangélico, o governador Gladson Cameli (Progressistas) publicou nesta sexta-feira, 24, decreto nº (6.422), que autoriza a reabertura dos templos religiosos no Acre com a capacidade máxima de lotação em 20%.

Segundo consta no Manual de Orientações Sanitárias, as igrejas e denominações religiosas de qualquer credo devem seguir as seguintes regras:

As igrejas devem disponibilizar lugares de assento de maneira alternada nas fileiras do bancos, respeitando um distanciamento linear de dois metros entre as pessoas.

Devem também disponibilizar na entrada dos templos lavatório com dispensador de sabonete líquido e papel toalha ou dispensador com álcool gel a 70%.

Em cultos e missas em que ocorra a celebração da ceia ou comunhão, os elementos partilhados deverão estar pré-embalados para uso individual.

Fica estabelecido ainda que os pastores devem suspender a participação do público nos palcos durante os cultos, bem como as fotos entre membros.

Os pastores e padres devem sempre priorizar o atendimento individualizado com agendamento prévio.

Caso, a igreja opte por não abrir e continuar com a transmissão ao vivo a quantidade de pessoas participantes da gravação de cultos e missas ou da transmissão online devem também ser restringidas, a fim de evitar aglomeração.

Para saber mais, acesse o Manual de Orientações Sanitária: http://covid19.ac.gov.br/static/v1/docs/pacto/orientacoes_sanitarias_v2.pdf

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Acre

Subsídio da borracha não é pago desde 2019 no Acre

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A Comissão de Serviço Público, Trabalho e Municipalismo da Assembleia Legislativa do Acre, presidida pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), recebeu nesta quarta-feira (12), o secretário de Estado de Produção e Agronegócio, Edivan Maciel de Azevedo, o superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, representantes da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). Na pauta, o atraso no pagamento do subsídio da borracha aos extrativistas.

De acordo com o apurado, há recurso em caixa desde 2017. Os recursos são de serviços ambientais praticados pelo Acre. O dinheiro é proveniente do banco alemão KFW. São recursos carimbados para esta finalidade e o montante a ser executado passa de R$ 1 milhão.

“Na mudança do governo, houveram vários questionamentos acerca de como encaminhar esse pagamento. Havia um resíduo de 2018, que me parece que foi quitado ano passado, e nós temos uma pendência de 2019 e 2020. Resolvemos fazer essa audiência para saber onde está o gargalo, o que está dificultando o pagamento desse serviço, tendo em vista a importância dele para a cadeia produtiva da borracha”, destaca Edvaldo Magalhães.

O superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, disse que “se fosse direto, eles estariam na porta da SEPA. A gente toma o cuidado de protocolar tudo para mostrar para eles [extrativistas] que não é uma questão nossa. Nós temos uma conta bancária exclusiva para receber esse recurso e fazemos a conciliação disso. O recurso está na conta [do governo] e desde 2019 que não paga um processo”.

Edivan Maciel de Azevedo mencionou que, desde que assumiu, convocou uma força-tarefa para que apresentasse um plano de pagamento do subsídio da borracha. “Também me aflige bastante essa situação. Sou um produtor rural, sou filho de produtor familiar e isso me incomoda. Mas, sem querer falar mal de gestões passadas e dizer que herdei uma situação delicada. Ele vinha sendo pago até 2018 amparado por uma legislação com a Cooperacre. Recebemos uma situação complicada. Paralelo a isso, o secretário que me antecedeu, ele não fez o esforço necessário para que isso andasse. Desse secretário aqui, nós temos feito tudo para agilizar o processo”, disse o secretário.

Já o representante da Seplag, Alexandre Tostes, mencionou que “existe o recurso para pagar”. São quase R$ 4 milhões para o subsídio da borracha e do murmurú. “A forma que a gente pagava era através da Cooperacre, e esse convênio venceu em 2018, não foi renovado, e por isso não conseguimos pagar em 2019. A gente vai ter que achar uma solução de como pagar cada produtor. Fazer em forma de reconhecimento de dívida e será individualmente”. Tostes disse, ainda, que será aberto um edital para selecionar uma nova cooperativa para efetuar os próximos pagamentos.

Solução

Ficou encaminhado que a Procuradoria Geral do Estado vai buscar o entendimento junto à SEPA e a Seplag para que a Cooperacre, excepcionalmente, possa fazer os pagamentos residuais que existem aos extrativistas. A ideia é evitar a burocracia e garantir que o recurso chegue na ponta da cadeia produtiva.

“Eu posso me comprometer de estar olhando hoje mesmo isso. A partir da análise que eu fizer, eu já faço a orientação com a SEPA de qual seria o documento que vamos precisar e aí eles fazem o contato direto com a Cooperativa. Acredito que até o final da semana nós estaremos finalizando esse parecer”, disse Janete Melo D’Albuquerque, procuradora do Estado.

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Acre

Sesc reabre hotel de Cruzeiro do Sul e treina colaboradores

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Principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus

A coordenação de Saúde do Sesc no Acre realizou exames dos profissionais do Hotel Sesc Cruzeiro do Sul e capacitações de como proceder no período de pandemia. As medidas fazem parte das ações de reabertura do local, já que o serviço estava interrompido por conta da Covid-19 e o principal objetivo dessa qualificação é habilitar o corpo técnico para atuar em ações educativas e formativas com temáticas voltadas ao coronavírus.

Para Thaís Roma, coordenadora de Saúde do Sesc no Acre, a formação vai dar oportunidade de atuação em vários territórios onde a Covid- 19 se faz presente e encontrar melhores alternativas para atender à comunidade. “Além de corroborar com informações assertivas, pautada em modelo de saúde sistemático, inclusivo e de valorização à pessoa humana”, disse.

O Sesc está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança e proteção de clientes e equipes. Por isso, os colaboradores estão usando máscaras e orientando os clientes a manter a distância indicada pelo Ministério da Saúde; hóspedes também serão orientados a usar máscaras nas dependências do hotel e higienizar frequentemente as mãos, além de usar as escadas do prédio, evitando ainda o uso de áreas coletivas.

O Sistema Fecomércio /Sesc/Senac no Acre segue atendendo às recomendações de evitar aglomerações e com o cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde e permaneçam em casa, especialmente grupos de risco.

Por medida de segurança, neste momento de reabertura não estarão em funcionamento áreas comuns e coletivas. No restaurante, serão servidos pratos a la carte e não haverá buffet disponível no formato tradicional até que se tenha novas orientações das autoridades. Informações sobre reservas e detalhes sobre hospedagens podem ser obtidos pelo telefone (68) 3311-0050 e e-mail [email protected]

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Acre

Homens vão parar na delegacia após briga em posto de gasolina

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Com pontapés e socos, um grupo de jovens se desentendeu na madrugada desta quarta-feira, 12, no Auto Posto Gurgel, que fica no bairro Bosque, em Rio Branco.

O vídeo da briga ganhou as redes sociais. A confusão tem pouco tempo de duração, já que a Polícia Militar estava no local e acabou intervindo.

Os policiais militares acabaram levando o grupo de jovens para a Delegacia para prestar esclarecimentos sobre ocorrido. Ainda não se sabe o que teria motivado a briga.

Assista:

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Acre

Seminário de Educação discute medidas para retorno das aulas

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Mesmo não tendo uma data definida para o retorno às aulas presenciais, a prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme), promoveu nesta terça-feira, 11, por videoconferência, um seminário de educação para discutir como será o retorno das aulas. Com o tema ‘Educação Municipal no Contexto da Pandemia’, a reunião foi aberta pela prefeita Socorro Neri que fez uma breve saudação a todos os participantes.

De acordo com a secretária Vomea Araújo, a ideia é debater com os profissionais da Educação quais as alternativas para o ajuste do calendário escolar com o ano civil e as providências que devem ser adotadas para quando a reabertura das escolas for possível. Ela observou ainda, que por enquanto não existe qualquer perspectiva de quando isso vai ocorrer e as aulas seguem suspensas por tempo indeterminado. “O que estamos fazendo hoje é refletir sobre o papel da Educação na construção de relações baseadas na empatia, na solidariedade e cooperação. Nós precisamos ter o entendimento de como será a organização do cenário escolar no pós-pandemia”, disse.

Os novos processos de aprendizagem, a partir das condições da rede municipal de ensino, e as experiências de outros sistemas educacionais também permearam a conversa com os educadores. O coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento e Monitoramento de Emergência para Infecção Humana pelo novo coronavírus (Ceme), Osvaldo Leal, também participou do seminário e destacou a importância de discutir as medidas e consequências para o retorno das aulas.

“O que estamos iniciando hoje é a preparação para elaboração de um plano diretor para o retorno das atividades presenciais nas escolas de Rio Branco quando autorizadas. Preservar a vida das pessoas é o que vai balizar todas as outras medidas tomadas pela gestão da prefeita Socorro Neri enquanto toda essa situação da pandemia permanecer”.

O professor doutor Mark Assen, da Universidade Federal do Acre, destacou o público específico do Ensino Público Municipal, “não é possível falar em modelo padrão que possa vir a atender todas as peculiaridades desta etapa do atendimento que a rede municipal faz”.

O chefe da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Educação de Rio Branco, do Ministério Público do Estado, Ricardo Coelho, recomendou a existência de todos os mecanismos possíveis para que ‘nenhuma criança fique para trás’, destacando a necessidade de orientar, também, os pais para que não exista qualquer resistência quanto às medidas sanitárias necessárias neste momento de pandemia.

O presidente do Colegiado Municipal de Diretores das Escolas Públicas (Codep), professor Valquírio Firmino, também participou do webinar.

De acordo com a secretária Vômea Araújo, novos encontros serão realizados pela SEME para discutir o retorno seguro às aulas, quando assim for permitido pelas autoridades.

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