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Duarte diz que “não é natural” Gladson apoiar Socorro Neri

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Pré-candidato pelo MDB fala que povo ainda sonha com mudança proposta em 2018

O deputado Roberto Duarte (PMD), pré-candidato a prefeito de Rio Branco pelo MDB, foi o primeiro nome a ser lançado na arena eleitoral desde o ano passado. Em entrevista ao jornalista Astério Moreira, no Boa Conversa, do ac24horas, o emedebista ressaltou a dor da perda de vidas para a Covid-19. Ele acha que o governo poderia fazer mais, mas o que tem feito é louvável para preservar vidas.

Duarte diz que o MDB trabalha alianças, porém, não descarta chapa puro sangue. “Bons nomes nós temos, de mulheres e homens”. O pré-candidato afirma que nunca tratou desse assunto, mas compreende a posição de lideranças do seu partido e do PT em falar de alianças para o futuro.

Sobre o suposto apoio do governador Gladson Cameli a reeleição da prefeita Socorro Neri, do PSB, ele afirmou: “Em 2018 uma aliança de 11 partidos elegeu o governador e o vice com proposta de mudança. Havia a esperança de que o governador ou o vice-governador escolhessem um candidato que os ajudou, seria o natural. É gratidão até. Não acho natural apoiar uma candidatura de uma pessoa que era vice do PT, que estava no palanque adversário, fica muito ruim para quem os apoiou quando a proposta era de mudança. Acabar com 20 anos de um partido no poder. O povo ainda quer essa mudança”.

Assista a entrevista na íntegra:

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Cotidiano

Polícia fecha ‘boca de fumo’ e prende traficante com drogas, no Esperança

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Uma ação dos Policiais Militares do Tático, do 1°Batalhão, resultou na prisão um jovem de 23 anos e na apreensão de entorpecentes, na noite desta quinta-feira (6). A prisão aconteceu na rua Maria das Dores, no bairro Esperança, em Rio Branco.

A polícia recebeu uma denúncia de que havia uma casa que estava servindo como ponto de venda de drogas. A guarnição policial se deslocou até ao local e, quando o jovem viu a polícia, ainda tentou fugir, mas foi abordado. Foi feito um vistoria dentro da casa e os policiais encontraram 20 trouxinhas de skunk, 3 tabletes de maconha, 12 trouxinhas de cocaína, 10 gramas de merla, material para embalo da droga, um simulacro, balança de precisão e um caderno com anotações do tráfico de drogas.

Diante dos fatos foi dada foi de prisão e o traficante foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos. A polícia pede a população que ajude no combate ao tráfico de drogas fazendo as denúncias através dos números 180 ou 181.

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Cotidiano

Homem é preso pela PRF com 10 kg de pasta de cocaína e skunk na BR-317

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Uma operação entre as policiais Civil e Rodoviária Federal prendeu, tarde desta quinta-feira (6), um motorista com vários tipos de drogas. O flagrante ocorreu no km 140 da BR-317, no município de Capixaba.

Por volta das 13h30, agentes da PRF e PC realizavam fiscalização na BR-317 quando os policiais ordenaram que um condutor parasse. O motorista estava sozinho, durante a entrevista policial apresentou várias contradições às perguntas a ele formuladas e ficou visivelmente nervoso.

Diante da suspeição, os policiais realizaram uma inspeção veicular e localizaram debaixo dos bancos traseiros vários tabletes contendo substâncias com características de skunk e cocaína, que foi confirmada no teste preliminar.

Diante do flagrante delito, o condutor de 20 anos de idade confessou que foi contratado por R$ 1 mil para levar a mercadoria ilícita da fronteira com a Bolívia até a capital acreana. Os entorpecentes (2,09 Kg de cloridrato de cocaína, 2,075 kg de pasta-base de cocaína e 5,470 Kg de skunk) e o veículo foram apreendidos e o viajante recebeu voz de prisão.

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Destaque 4

Justiça anula deportação de 18 migrantes acampados na ponte entre Assis Brasil e Peru

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O juiz Jair Facundes, da 3ª Vara da Justiça Federal do Acre, acatou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) e anulou a deportação sumária de 18 estrangeiros que ingressaram no Brasil pelo Peru no último dia 4 de agosto.

Segundo narrou a DPU, um grupo formado por 12 venezuelanos, 5 colombianos e 1 cubano, dos quais 8 são crianças ou adolescentes entrou em território brasileiro atravessando o Rio Acre na divisa com o Peru, depois de trilhar vários quilômetros por dia sob sol, chuva e frio. Ao ingressarem no Brasil, os estrangeiros não se submeteram ao controle migratório.

Por conta disso, e após ser constatada a situação pela Polícia Federal foram ouvidos e posteriormente deportados com base em portaria Interministerial que restringiu a entrada de estrangeiros no Brasil devido à pandemia do coronavírus.

Em cumprimento à medida, foram levados à ponte da divisa entre Assis Brasil e Iñapari, no Peru, onde permanecem, uma vez que o país vizinho não permitiu seu reingresso.

“Por se tratar de fato público e notório, desnecessária maior digressão sobre as graves violações das liberdades praticadas na Venezuela, país de origem da maioria dos integrantes do grupo. Esse contexto fático revela que os autores tentavam fugir de condições de vida pretéritas opressivas e insustentáveis, buscando no Brasil um futuro melhor, com maior liberdade e bem-estar”, observa Facundes em sua peça.

“Com essas razões, defiro parcialmente a tutela de urgência para suspender os atos de deportação, repatriação ou outra medida compulsória de saída dos autores, bem como assegurar-lhes o direito de requererem administrativamente o reconhecimento da condição de refugiado, sem prejuízo de reexame em final sentença”, conclui.

Essa decisão não exclui todas as medidas sanitárias necessárias à contenção da Covid-19.

 

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Acre

Assuero alega que aterramento de geoglifos foi culpa de tratorista

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FOTO: REPRODUÇÃO/REDE SOCIAL

O atual proprietário da Fazenda Crixá, o pecuarista Assuero Veronez, lamentou em entrevista ao jornalista Altino Machado nesta quinta-feira, 06, o aterramento da área de terra de geoglifos. Ele afirmou que teria instruído o tratorista da existência do sítio arqueológico, mas, ao executar o trabalho, o mesmo findou não “observando os cuidados necessários” e aterrou as valas dos geoglifos quando realizava serviço de terraplanagem no solo para o cultivo agrícola.

“Eu, sinceramente, não sei como resolver isso. Vou aguardar as orientações do Iphan para ver o que pode ser feito para mitigar os danos. Além disso, o sítio arqueológico é semelhante a centenas de outros existentes na região. Se existem centenas de geoglifos semelhantes, no meu entendimento a gravidade do fato tem uma importância relativa…”, defendeu.

Assuero Veronez, que é presidente da Federação de Agricultura do Estado do Acre, disse estar ciente da possibilidade de ter sua propriedade embargada, porém alega que tal medida não irá contribuir para resolução do problema.

De acordo com relatório do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o sítio arqueológico situado na Fazenda Crichá teria sido impactado pelo plantio de milho, “sendo possível, também, notar sinais de colheita recente com uso de maquinário”.

O Iphan destaca ainda que em nenhum momento houve registro de qualquer consulta prévia por parte de Assuero para execução do plantio, o que implica numa situação irregular do ponto de vista da Lei Lei Nº 3.924 /61 que proíbe, em todo o território nacional, o aproveitamento econômico, a destruição ou mutilação, para qualquer fim, das jazidas arqueológicas ou pré-históricas. Essas e outras informações constam em relatório minucioso encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF) para adoção das medidas cabíveis.

Com informações de Altino Machado

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