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“Vou conviver com a Covid”, diz Gladson para classe empresarial

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Na manhã desta segunda-feira, 20, o governador Gladson Cameli (Progressistas) se reuniu com representantes da classe empresarial do Acre para anunciar a reforma do cercamento e iluminação do Parque Industrial. O evento contou com a participação do vice-governador Major Rocha (PSL), prefeita Socorro Neri (PSB) e José Adriano da FIEAC.

Dentre as demandas apresentadas pelos empresários estava a recuperação do Parque.

A prefeita Socorro Neri (PSB) afirmou que percorreu algumas ruas do local, verificando de perto a situação das ruas, da falta de iluminação e do mato, que tomava conta do terreno, trazendo perigo aos funcionários e empresas.

Gladson afirmou que essa reforma pretende fortalecer a classe empresarial. O governador pontuou que vem sofrendo com a burocracia. Em seu discurso, Cameli destacou que o Acre é um estado muito rico.

“Esse nosso estado é muito rico porque se ele fosse quebrado, já tinha quebrado há muito tempo. Pra aguentar o que eu tenho visto de desperdício de coisas simples e desnecessárias”, afirmou.

Em outro ponto, Gladson anunciou que o decreto previsto para ser publicado às 15 horas irá trazer novas medidas acerca do combate ao Covid-19 ao enfatizar que tomou a decisão de conviver com a Covid-19.

“Daqui a pouco sai um decreto que vão anunciar às 15 horas. Eu tomei uma decisão: vou conviver com a Covid! O que tinha que fazer, eu fiz! Todo mundo é de maior. A imprensa ajudou muito. Ajudou a divulgar e a orientar, e todo mundo sabe o que tem que fazer. Eu não sei e ninguém tem dado técnico oficial de como é essa pandemia. Eu sei que tá na hora da gente virar a página. Fizemos ali dois hospitais de campanha”, pontuou.

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Acre

Governo não paga empresas e funcionários sofrem sem salários

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Mesmo oficialmente empregados, centenas de funcionários de empresas terceirizadas que prestam serviços ao governo do Estado estão passando por dificuldades financeiras, sem nada para alimentar a família e até recebendo ameaça de despejo por falta de pagamento do aluguel. Um deles, que prefere não se identificar, trabalha na empresa Maia e Pimentel, que presta serviço nas escolas estaduais.

Só nesta empresa são mais de 100 funcionários que auxiliam na limpeza de escolas públicas em Rio Branco. “Isso é triste demais. Nós já ganhamos pouco e não recebemos os meses de junho e julho. Tem gente que está com a pensão atrasada, aluguel, luz e até já recebeu ameaça de despejo”, afirma.

Engana-se quem pensa que a situação dos servidores neste caso é provocada por algum tipo de irresponsabilidade da empresa. A culpa dos trabalhadores estarem sem dinheiro é do governo estadual, que não tem feito os repasses às empresas terceirizadas. O motivo alegado pela gestão é a redução da arrecadação estadual provocada pela pandemia da Covid-19.

Em nota enviada ao ac24horas, a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte garante que “mesmo a SEE estando com horário de expediente reduzido e realizando rodízio entre servidores, conforme orientação do decreto governamental, à medida que as liberações financeiras vão acontecendo os repasses estão sendo imediatamente realizados”.

Leia a nota enviada ao ac24horas pela Secretaria de Educação, Cultura e Esporte:

ESCLARECIMENTO

A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) esclarece que o repasse de recurso para algumas empresas de serviços terceirizados encontra-se atrasado devido a redução de arrecadação do Estado, em virtude da Pandemia da Covid-19.

Mesmo a SEE estando com horário de expediente reduzido e realizando rodízio entre servidores, conforme orientação do decreto governamental, à medida que as liberações financeiras vão acontecendo os repasses estão sendo imediatamente realizados.

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Acre

Grupo de venezuelanos no Acre está ameaçado de deportação

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Um novo grupo de migrantes cruzou a fronteira do Peru com o Acre e entrou no Brasil no sábado passado, 8 de agosto, e demandou mais uma ação judicial da Defensoria Pública da União contra sua deportação.

Pelo menos 8 venezuelanos, sendo 6 crianças e adolescentes com idades entre 3 e 17 anos, entrou em solo brasileiro atravessando a ponte de Assis Brasil após trilhar vários quilômetros por 15 dias em alguns momentos conseguindo carona desde Lima, Peru.

Em suas declarações à Polícia Federal os migrantes contaram que quando ingressaram pela ponte não foram abordados ou parados por qualquer membro do Exército ou força policial. Pegaram, então, um táxi em Assis Brasil e pagaram R$70 por pessoa até Rio Branco.

“À PF disseram que não foram informadas de nenhum impedimento de entrar no Brasil em decorrência de fechamento das fronteiras, tanto que compareceram hoje, 10/08/2020, na Delegacia de Imigração da Polícia Federal em Rio Branco para regularizar sua situação migratória e, somente nesse momento, souberam do fechamento das fronteiras e de que teriam de ser deportados imediatamente. O grupo, composto por uma mulher com seus dois filhos crianças e outra mulher, com dois filhos, nora e neta, tem por destino final a cidade de Porto Velho”, diz a peça da DPU.

Os defensores Matheus Alves do Nascimento, Gustavo Zortéa da Silva, João Freitas de Castro Chaves e Ana Luisa Zago de Moraes pedem que a Justiça suste a possibilidade de deportação e que o poder público os acolha até que tenham documentação para seguir viagem.

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Acre

Família de Jonhliane realiza manifestação para cobrar justiça

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“Não foi acidente, foi crime”, “Chega de impunidade” e “O luto virou luta”, são algumas das frases que vão estampar os cartazes de familiares, amigos e demais pessoas da sociedade ainda indignadas com a morte de Jonhliane Paiva de Souza, provocada pelo fisioterapeuta Ícaro José da Silva Pinto, 33, que a atropelou enquanto disputava um racha na Avenida Antônio da Rocha Viana na manhã da última quinta-feira, 6.

A manifestação estava marcada para acontecer nesta terça-feira, 11, mas foi mudada para quarta-feira, às 8:30h em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). A família já tinha deixado claro que não vai se conformar enquanto Ícaro não for preso pelo que os familiares chamam de assassinato. Inclusive, no final de semana, a advogada Gicielle Rodrigues anunciou que vai defender os interesses da família de forma gratuita.

A manifestação, de acordo com os organizadores, é uma forma de pressionar a justiça para que Ícaro seja preso.

“Esse protesto é por ele ter se apresentado e não ter sido preso, isso é um absurdo. A gente sabe que a culpa não é delegado, mas sim, dessas leis vergonhosas do Brasil. Na verdade, só queremos justiça, que ele vá preso. Não é o primeiro acidente que ele se envolve. O que a gente pergunta é porque esse homem ainda não foi preso? Esse crime não pode ficar impune, isso é um absurdo. Eles destruiu todos os sonhos da Jonhliane e destroçou uma família inteira”, diz Sandra Nascimento, prima da vítima.

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Acre

Prefeitura de Rio Branco vai retirar site e redes sociais do ar

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A prefeitura de Rio Branco vai retirar do ar o site oficial e as redes sociais a partir das vinte e três horas da tarde da próxima sexta-feira, dia 14. A gestão vai deixar de publicar conteúdo noticioso na página oficial da internet e também vai retirar do ar totalmente as páginas e perfis em redes sociais.

Segundo o município, a medida visa atender à legislação eleitoral, que estabelece uma série de restrições para a divulgação de atos do poder público durante o período eleitoral. A prefeita Socorro Neri, do PSB, deve ser candidata à reeleição.

As publicações da prefeitura ficarão suspensas até o fim do período eleitoral, previsto para o dia 15 de novembro, no primeiro turno, ou no dia 29 de novembro, em caso de segundo turno na eleição municipal. As áreas de serviço do portal da Prefeitura vão continuar ativas para uso dos cidadãos.

Os usuários que costumavam receber atendimento nesses espaços serão orientados a buscar os serviços oferecidos diretamente no site da Prefeitura. A prefeitura vai manter redes sociais específicas para a divulgação de informações, boletins e orientações à população quanto ao enfrentamento ao novo coronavírus, através do Portal Covid (https://portalcovid.riobranco.ac.gov.br/) e redes sociais criadas especificamente para divulgação das ações relacionadas à pandemia.

Fonte: Ascom/PMRB

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