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Em Rio Branco, 91,7% fazem distanciamento e Acre segue com mais de 40% isolados em casa

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FOTO: SÉRGIO VALE - ac24horas.com

Quase esquecido pelos acreanos, que lotam as ruas das cidades praticamente todos os dias da semana, o índice de isolamento social do Estado segue entre os maiores do país e neste fim de semana ocupou a 2ª colocação no ranking nacional, com 43,6% da população em confinamento domiciliar contra a Covid-19, segundo a plataforma In Loco.

O Piauí, com 46,5% de isolamento social, liderou o ranking neste sábado (18). O Tocantins já vem há muitas semanas na última colocação.

O isolamento social é o ato de separar um indivíduo ou um grupo do convívio com as outras pessoas. O isolamento pode ser voluntário ou forçado – que é o tipo que a sociedade está sujeita hoje.

O inquérito sorológico concluído na 2ª quinzena de julho pela Secretaria Municipal de Saúde, diz que 91,7% dos 952 entrevistados responderam que sim fazem o distanciamento social e apenas 8,3% não se distanciam.

A diferença entre o distanciamento e o isolamento é que no primeiro as pessoas saem de casa mas se mantém distantes o quanto podem de outros.

Nestes tempos de pandemia, distanciamento social é a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão do vírus.É uma estratégia importante quando há indivíduos já infectados, mas ainda assintomáticos ou oligossintomáticos, que não se sabem portadores da doença e não estão em isolamento. Esta medida deve ser aplicada especialmente em locais onde existe transmissão comunitária, como é o caso do Brasil, quando a ligação entre os casos já não pode ser rastreada e o isolamento das pessoas expostas é insuficiente para frear a transmissão

Então, no atual momento da Covid-19, o isolamento tem funcionado como uma medida de distanciamento social que, na prática, consiste no total isolamento de pessoas que tiveram contato com um infectado, para quem está aguardando resultados dos testes para a doença ou até mesmo por quem apresentou sintomas.

FOTO: SÉRGIO VALE – ac24horas.com

Por isso, além das medidas individuais de higienização, como passar álcool gel nas mãos, é de extrema importância esse isolamento para o controle epidemiológico da pandemia.

Nesse momento, as ações coletivas são ainda mais importantes. É através do isolamento que as autoridades de saúde podem elaborar as melhores políticas e ações contra a doença.

Os acreanos em geral querem manter o isolamento. Pesquisas apontam para isso, como, por exemplo, o ranking produzido pelo grupo Famivita com os Estados que mais apoiam a reabertura econômica do país. O Acre é apenas o 15º. O último é o Piauí, que é também, como citado acima, o líder do isolamento no país. Ou seja: isolamento e desconfiança da reabertura andam próximos.

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Ministra diz que pecuária do Acre valoriza carne brasileira no mercado internacional

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Segundo a ministra da Agricultura Tereza Cristina, um dos grandes fatores que deve impulsionar as exportações brasileiras é o reconhecimento de quatro estados, entre eles o Acre, como áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

Ela explicou que, em maio, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá ratificar a decisão do Ministério da Agricultura, o que liberará a carne bovina desses estados para exportações sem vacinação, valorizando o produto brasileiro no mercado internacional.

Além do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia- e de regiões do Amazonas e do Mato Grosso são agora zonas livres de aftosa sem vacinação.

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Publicada instrução normativa que reconhece Acre zona livre de aftosa sem vacinação

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Apesar da grande publicidade do feito, apenas nesta sexta-feira (14) é que o Governo Federal publicou no Diário Oficial da União a instrução normativa 52, de 11/8/2020, que reconhece como livres de febre aftosa sem vacinação os Estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e regiões dos Estados do Amazonas e de Mato Grosso.

O fim da vacinação contra aftosa já era esperada no Acre. A IN é do Ministério da Agricultura.

Em maio de 2005, a Organização Internacional de Epizootias (OIE) declarou o Acre como área livre de aftosa com vacinação. Desde então, o Estado vinha trabalhando arduamente para obter o atual status.

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Agentes públicos estão proibidos de fazer publicidade e propaganda a partir deste sábado

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O eleitor se deparou nos últimos dias com o anúncio de que as prefeituras estão tirando seus sites e redes sociais do ar. Tudo isso tem um motivo: a legislação eleitoral.

É que a partir deste sábado, 15, agentes públicos de todo o país estão proibidos de fazer publicidade, propaganda ou pronunciamento em rádio e televisão. As restrições são parte de diversas condutas vedadas no período que antecede às eleições municipais, cujo primeiro turno ocorre no dia 15 de novembro. O objetivo, segundo a lei, é garantir que todos os candidatos tenham igualdade de oportunidades no pleito.

No entanto, de acordo com Emenda Constitucional Nº. 107, aprovada em julho, há uma exceção para as eleições deste ano: publicidade e divulgação de ações de enfrentamento e orientação à população em torno da pandemia estão permitidas.

Mas até onde prefeitos, vereadores e demais agentes públicos podem ir sem ultrapassar os limites da lei e praticar algum tipo de abuso eleitoral, aproveitando-se de ações no combate à pandemia para autopromoção?

É consenso entre os especialistas que os candidatos não poderão associar sua imagem pessoal a medidas de combate à Covid-19 e que a publicidade institucional de atos e campanhas destinados ao enfrentamento da pandemia e à orientação da população devem ter caráter “educativo e informativo”, apenas.

O que diz a lei

De acordo com a Lei nº 9.504, conhecida como Lei da Eleições, os agentes públicos (inclusos aqui os prefeitos, vereadores, parlamentares e outros) não podem praticar uma série de condutas que lhes dê vantagem na corrida eleitoral contra outros candidatos. Duas das proibições passam a valer três meses antes do primeiro turno do pleito.

Em primeiro lugar, os agentes públicos não podem autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral. A pandemia da Covid-19 se encaixa em uma dessas exceções.

O candidato não pode participar de inauguração de obras públicas e nem aquele ocupante de cargo na administração pode usar da propaganda para se promover. Um vereador, por exemplo, não pode se vincular a uma obra pública dizendo que, em razão dele, determinada ação foi feita.

Além disso, os gestores não podem fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito. Mais uma vez, há uma ressalva: quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria “urgente, relevante e característica das funções de governo”.

Punições

Para aqueles que divulgarem publicidade ou propaganda fora das regras estabelecidas em lei, há uma série de punições. As sanções levam em conta, também, a influência que as irregularidades podem ter sobre o resultado nas urnas, mas, não há passe livre para pequenos abusos.

As punições podem ir da multa, cassação do registro do diploma até mesmo a responsabilização por ato de improbidade administrativa com a perda do cargo e suspensão dos direitos políticos.

Eleições 2020

Previstas para outubro, as eleições municipais deste ano foram adiadas para novembro, por causa da pandemia da Covid-19. O primeiro turno está marcado para o dia 15. Já o segundo, para o dia 29 do mesmo mês. Na emenda à Constituição que os parlamentares aprovaram há a possibilidade de eleições suplementares nas cidades que não apresentarem condições sanitárias seguras para realizar o pleito.

Na prática, o texto permite que as regiões que estiverem com alta propagação da Covid-19 na época das eleições possam adiar a votação, após aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Congresso Nacional.

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MP de Contas divulga nota em apoio à Maria de Jesus para a vaga de conselheira no TCE

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Os membros do Ministério Público de Contas divulgaram na tarde desta quinta-feira, 13, uma nota em que divulgam o apoio a indicação da auditora Maria de Jesus Carvalho de Souza para a vaga de conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE), desocupada desde a morte do conselheiro José Augusto Araújo de Faria.

A indicação de Maria de Jesus tem sido alvo de polêmica por conta da idade. O Ministério Público Estadual recomendou que o governo e a Assembleia Legislativa não faça sua nomeação para a vaga, por não atender o requisito com relação a idade, já que tem atualmente 65 anos, e a constituição federal e estadual prevê que para ser membro do Tribunal de Contas tenha de 35 anos a menos de 65 anos de idade.

Na visão do TCE e também do Ministério Público de Contas, Maria de Jesus já cumpriu o requisito ao ser empossada no cargo quando fez o concurso público, pois, inclusive, já atua como conselheira substituta.

Foi isso que os membros do Ministério Público deixam claro na nota. A vaga em aberto deve ser ocupada por um auditor substituto de conselheiro e Maria José a única do quadro que preenche todos os requisitos necessários.

Leia a nota:

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