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Ufac oferece ajuda psicológica para quem está sentindo efeitos do isolamento social

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Os períodos de crise na sociedade desencadeiam uma série de desgastes mentais e físicos que pode deixar ainda mais difícil a superação desses momentos de incertezas. O isolamento social e a inusitada ideia da proximidade da morte com a pandemia da Covid-19, têm gerado uma legião de pessoas sofrendo com crises de estresse, ansiedade e depressão.

Diante da necessidade de apoiar a população com serviços relacionados à saúde mental, estudantes e profissionais do curso de Psicologia da Ufac criaram um site que oferece vários tipos de atendimentos à comunidade, bem como informações a respeito do novo coronavírus.

O site Cuide-se: Atenção Psicossocial diante da Pandemia da Covid-19 traz vários projetos elaborados pelos(as) professores(as) e psicólogos(as) Andreia Alves, Leandro Rosa, Patrícia Yano, Madge Porto, Patrícia da Silva, Rafael Auler e alunos(as) do curso, todos relacionados ao momento atual, tratando do enfrentamentos de diversos tipos de sofrimento ocasionados pela pandemia da Covid-19.

O medo e as incertezas relacionados ao futuro atingem todas as pessoas no mundo, independente de classe social, religião, raça ou etnia e a maior preocupação dos elaboradores dos projetos é promover um apoio psicossocial ao maior número de pessoas possível por meio das Redes de Saúde Mental e Socioassistenciais.

Um dos professores responsáveis pelos projetos, prof. Dr. Leandro Rosa, esclarece os principais pontos e objetivos do site.

“Com a união e colaboração de estudantes e profissionais conseguimos unir informação e apoio psicossocial a diferentes grupos e comunidades: pessoas em vulnerabilidade social, mulheres, migrantes, indígenas, idosos, pessoas em luto, movimentos sociais, entre outros”, diz Leandro.

Qualquer pessoa que esteja com excesso de angústia e de preocupação e perceba que não está conseguindo superar as adversidades não precisa ter vergonha de pedir ajuda. É preciso estar alerta aos sinais de problemas e desgastes da saúde mental.

No site as pessoas podem contar com os seguintes serviços em links disponíveis a todos:

– Redes de Saúde Mental;

– Ações socioassistenciais;

– Serviços de informação sobre o coronavírus (Covid-19)

– Lugares para recorrer em momentos de crise de saúde mental;

– Como colaborar com projetos e ações contra a Covid-19;

– Outros projetos da Psicologia da Ufac;

– Dúvidas sobre o Auxílio Emergencial.

Quem tiver interesse em um dos serviços de psicologia da Universidade Federal do Acre, pode acessar o link aqui.

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Cotidiano

Homem é atingido com duas facadas por desconhecido em rua do bairro da Paz

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José Orleilson Muniz da Silva, de 45 anos, foi ferido a golpes de faca no final da tarde desta segunda-feira (10). O crime aconteceu na rua Mâncio Lima, localizada no bairro da Paz, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, José estava na rua quando foi abordado por um homem não identificado, que, com uma faca, desferiu dois golpes que atingiram o ombro da vítima. Após a ação, o criminoso fugiu do local.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, prestou os primeiros atendimentos e conduziu a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo os paramédicos do Samu, o estado de saúde de Orleilson é estável.

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Cotidiano

Atos processuais de urgência serão presenciais a partir do dia 31 de agosto

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O Poder Judiciário do Acre continua em plantão extraordinário, mas estabeleceu que a partir do dia 31 de agosto as unidades judiciárias de todo o estado poderão realizar atos processuais de urgência de forma presencial, desde que determinadas pelo juiz de direito.

Vale ressaltar que isso não significa a retomada do atendimento presencial. A Portaria n.°1176/2020, assinada pela presidência do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e Corregedoria-Geral da Justiça, considera a redução dos níveis de contaminação pelo novo coronavírus no estado, divulgados pelo Pacto Acre sem Covid-19, na última quarta-feira, 5, bem assim as condições internas relacionadas a existência de EPIs e adequação dos espaços físicos.

Esse ato decorreu de avaliação feita, no dia 7 deste mês, pelo Comitê de Retomada das Atividades Presenciais do Judiciário (CORAP). De acordo com o Comitê, todas as comarcas estão em nível de alerta, na bandeira “Laranja”, condição que autoriza a realização de atos processuais urgentes, mas com no máximo 30% da força de trabalho, que poderá retornar de forma gradual, em sistema de rodízio, seguindo todos os protocolos de segurança estabelecidos na Portaria Conjunta n.º 33/2020.

São considerados atos processuais urgentes os seguintes procedimentos:

– Audiências em processo com réu preso;

– Audiência em processo com adolescente internado;

– Sessão do tribunal do júri em que há réu preso com excesso de prazo;

– Medidas de caráter urgente, criminais ou cíveis, quando declarada por decisão judicial a inviabilidade da realização do ato por meio eletrônico ou videoconferência.

Para adaptação e realização dos treinamentos necessários na semana que antecede o dia 31, entre os dias 24 e 28 de agosto, o juiz gestor de cada unidade judiciária poderá convocar até 30% dos servidores para retornarem aos seus postos. Os demais servidores permanecerão em regime de Plantão Extraordinário, desempenhando suas atividades remotamente.

Oficiais de Justiça e Central de Mandados

Já as atividades da Central de Mandados (Ceman) e dos Oficiais de Justiça foram regulamentadas pela Portaria Conjunta da presidência do TJAC e da Corregedoria-Geral da Justiça do Acre (Coger) n.º 34/2020. Assim, foi autorizado o retorno de 50% dos servidores lotados nas centrais quando as bandeiras indicarem, “Alerta” (laranja) ou de “Atenção” (amarela), e até 80% da força de trabalho quando estivermos na fase “Cuidado” (verde).

Ainda de acordo com o documento, os Oficiais de Justiça não se enquadram nos percentuais estabelecidos na Portaria Conjunta n.º33/2020, e deverão estar disponíveis para cumprimento dos mandados, conforme requisitados pela respectiva Central de Mandado em que lotados, observando todos os protocolos de segurança previstos naquela norma.

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Cotidiano

MPF é favorável ao pagamento de pensões a “Soldados da Borracha” suspensos pelo INSS

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Ação ajuizada pela DPU procura corrigir erros administrativos que causam prejuízos aos seringueiros

O Ministério Público Federal (MPF) deu parecer favorável ao pedido de tutela de urgência feito pela Defensoria Pública da União (DPU) em ação civil pública que pretende invalidar atos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que suspenderam a cumulação de benefícios de pensão vitalícia para seringueiros (ou seus dependentes), mesmo com decisões judiciais que amparavam a cumulação.

Para o procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, o próprio INSS confirma que segue uma interpretação da Controladoria Geral da União (CGU), e contraria decisões judiciais que garantem a continuidade do pagamento. Para o MPF, a interpretação do INSS é absurda, além de não ter poder para se sobrepor a sentenças ou acordos judiciais vigentes.

Lucas Dias também afirma que os seringueiros são considerados como uma comunidade tradicional e, portanto, há dever previsto em tratados internacionais de direitos humanos de consultá-los de forma livre, prévia e informada sobre atos que impactem nos seus modos de vida. Além disso, também há o dever de ampliar os benefícios de seguridade social, com o agravante de tratar-se de grupo que há várias décadas tomou para si a defesa da natureza amazônica, fonte do extrativismo sustentável praticado pelos seringueiros e suas comunidades.

O MPF também aponta que a atitude do INSS gera uma série de ações individuais para tratar do mesmo tema, o que justifica a ação da DPU, inclusive na intenção de não sobrecarregar o sistema judiciário em razão de decisões administrativas ilegais.

Levando em conta que a vigência da suspensão dos benefícios é essencial para a manutenção financeira dos beneficiários, que geralmente são pessoas acima de 70 anos, o MPF entende que a liminar deve ser concedida para restabelecer benefícios suspensos e cuja possibilidade de cumulação já tenha sido reconhecida por decisão judicial.

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Cotidiano

Rio Acre marca 1,86 metros e ascende alerta de desabastecimento em meio à pandemia

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O nível do Rio Acre chegou a 1,86 metros nesta segunda-feira, 10, contrariando a expectativa da Defesa Civil para o período. “Estávamos esperando um volume de água acima de 3 metros”, disse o major Falcão, do Corpo de Bombeiros.

As consequências desse nível muito baixo começaram a aparecer, diz o bombeiro. “Seguiremos assim em setembro e outubro também”, diz, lembrando que neste período de pandemia da Covid-19 o consumo de água cresceu bastante.

O déficit hídrico vem há quatro anos, mas em 2020 a média do rio está fora das previsões e há risco de desabastecimento.

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Bombando

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