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Gladson vai de “Velho Boca” para prefeito

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Em ligação feita há pouco pela senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS), ao BLOG DO CRICA, foi passada a informação que acabou de se encerrar a reunião com o governador Gladson Cameli, Tião Bocalom, o ex-prefeito James Gomes e a senadora Mailza, em Brasília, que definiu de vez que o candidato do PROGRESSISTAS para a prefeitura de Rio Branco será o Velho Boca.

“Estamos felizes que tudo tenha chegado a um consenso, e o Gladson vai apoiar o candidato do partido dele”, destacou a senadora, que sempre esteve na defesa da tese de que PROGRESSISTAS tinha que ter uma candidatura própria para prefeitura de Rio Branco, até porque tem um nome bem situado nas pesquisas e, precisa dar palanque aos candidatos a vereadores na capital. Sem palanque próprio, o partido perderia em torno de 4 mil votos de legenda e impediria a eleição de mais vereadores.

MBD DESCARTA CARGOS NO GOVERNO GLADSON

“O partido não quer um CEC do governo, não viemos aqui para barganhar cargos, mas para discutir uma reaproximação política.” Com esta postura ética do MDB foi marcada a reunião de seus dirigentes com o governador Gladson Cameli, que durou quatro horas, ontem, em Brasília. De concreto ficou o compromisso de que o MDB poderá apoiar a reeleição de Cameli, que reafirmou a sua candidatura em 2022. O encontro não teve o dom de mexer com nenhuma das candidaturas postas para a eleição municipal, mas dar início a um diálogo para estarem juntos em 2022, explicou ao BLOG DO CRICA, o autor da ideia e viabilizador da conversa, senador Márcio Bittar (MDB)-foto. O ato também foi uma ponte para o reatamento do diálogo entre o governador e o ex-prefeito Vagner Sales (MDB), que estavam de relações políticas rompidas. Ambos vão discutir uma aliança ainda para esta eleição, em Cruzeiro do Sul. Na capital, ficou definido que a candidatura do deputado Roberto Duarte (MDB) é irremovível, assim como as candidaturas onde o partido disputará as prefeituras. O único avanço concreto foi a reabertura do diálogo e o apoio do MDB à reeleição do Gladson.

PERDEU A POSTURA DE HE-MAN

Bateu um lampejo de traquejo político no Gladson. Essa briga com o MDB, o maior partido do estado, não tinha sentido. A reaproximação foi bom para ambos, e ruim para os adversários da esquerda. Política não se faz ao estilo He-Man (Eu tenho a Força!), mas ciscando para dentro.

NÃO VAI INDICAR NINGUÉM

O MDB deu tapa com luva de pelica nos que apostavam que a reunião de ontem era para pressionar o governador Gladson por cargos. Seus dirigentes deixaram claro que o partido não fará nenhuma indicação para cargo de confiança. Querem o Gladsson livre para governar. Nestes tempos bicudos em que se troca cargo por apoio, a posição do MDB é elogiável.

FORA DE DISCUSSÃO

A eleição municipal na capital esteve fora da discussão. Há uma página virada de que a candidatura do deputado Roberto Duarte (MDB) à PMRB é inegociável. Em momento algum o governador fez menção de nomes que possa vir a apoiar para a prefeitura de Rio Branco.

MUITO MAL NA FITA

A deputada federal Vanda Milani (SD) e o presidente Israel Milani (SD) saíram com a imagem política chamuscada do episódio da barganha da manutenção de cargos no governo, em troca de degolar a candidatura do Luziel Carvalho à PMRB. E o Gladson saiu de carrasco na história.

GANHOU NAS REDES SOCIAIS

O Luziel perdeu a briga partidária, mas ganhou de lavada nos comentários ao seu favor nas redes sociais. Em tempo: o SD pode suspender seus direitos partidários, e não os direitos políticos, decisão que só cabe à justiça. O certo mesmo é ele sair, não há mais espaço no SD.

VÍSCERAS ESCANCARADAS

E as vísceras do SD foram expostas pelo próprio presidente do SD, Edimilson Ripardo, ao revelar em áudio de um vídeo que o partido tem 150 cargos no governo. Isso está gerando uma confusão dentro dos partidos grandes, que não têm a metade dos cargos do nanico SD.

COMO JUSTIFICAR?

O vice-governador Major Rocha fez uma indagação que estão fazendo os outros dirigentes partidários: como um partido nanico com uma deputada federal, sem deputados estaduais ou outras lideranças no estado, sem base política, consegue entupir o governo de afilhados?

FICOU NUMA RECUSA

O BLOG ouviu ontem de dirigentes partidários de siglas com maior expressão política de que vão marcar uma conversa com o governador Gladson para repactuar os espaços no governo, depois da desastrada revelação do presidente municipal do SD sobre a gula do partido.

MAIS ALEGRE

Quem saiu alegre da reunião do MDB com o Gladson, ontem, em Brasília, foi o secretário- geral do MDB, Aldemir Lopes, ao conseguir do governador o compromisso do MDB se coligar com o PROGRESSISTAS, em Brasiléia. Tirou até uma foto com o Cameli, para marcar o acordo.

CULPA DO STF

A culpa é do STF por ter liberado a criação de dezenas de partidos de aluguéis. Ainda bem que a aprovação da Cláusula de Barreira está derrubando os partidos nanicos sem votos, e que existem apenas para servir de barganha em coligações, verdadeiros balcões de negócios.

POSIÇÃO MARCADA

O senador Sérgio Petecão (PSD) disse ontem ao BLOG não crer em nenhum recuo por parte dos dirigentes do PROGRESSISTAS sobre candidatura própria do partido na capital, na eleição deste ano. “Para mim, a candidatura do Velho Boca a prefeito é página virada”, afirmou.

NÃO VAI GANHAR NADA

O advogado Luziel Carvalho tem todo direito de reagir à traição política dentro do SOLIDARIEDADE, que tirou sua candidatura a prefeito da capital. Mas não vai ganhar nada em acampar na sede do SD em protesto. O seu ato não vai fazer retroagir o golpe sofrido.

CANDIDATURA MANTIDA

Não passa pela cabeça de nenhum dirigente do PSDB a retirada da candidatura do Delegado Sérgio Lopes (PSDB) a prefeito de Epitaciolândia, para ser vice na chapa do PSL.  A informação é da cúpula tucana.

OU UNE OU ENTREGA

A situação política em Feijó é a seguinte: ou a oposição abandona a empáfia e se une em torno de uma candidatura à prefeitura, ou então vai levar um sacode nas urnas do prefeito Kiefer.

PROPOSTA CONCILIADORA

O senador Márcio Bittar (MDB) diz que defende uma proposta conciliadora para a estrada Cruzeiro do Sul – Pucallpa, que cortaria a reserva da Serra do Divisor. Parte da estrada teria as suas laterais abertas à exploração, a parte mais central da área, nela seria vetada. Como compensação, mas de 300 famílias que vivem em outra área da reserva poderiam fazer a exploração florestal dentro dos modos sustentáveis. Um projeto radical não seria aprovado.

MESA REPETIDA

Numa eleição antecipada os deputados reelegeram ontem o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) a mais um mandato à frente do Legislativo, tendo como primeiro secretário o deputado Luiz Gonzaga (PSDB). E, na vice-presidência o deputado Jenilson Lopes (PSB).

CONVERSA TRANSFERIDA

A conversa final sobre a posição do PROGRESSISTAS na eleição municipal na capital, entre o Gladson e os dirigentes do partido ficou para hoje, ontem, a conversa foi sobre o interior.

SEMPRE ATUANTE

O deputado federal Alan Rick (SD) sempre atuante, nesta pandemia já conseguiu junto ao Ministério da Saúde 30 respiradores para o sistema de saúde do estado, e ainda intermediou a entrega de 50 respiradores doados pelo Ministério Público do Trabalho, no fim de junho.

NA LISTA DOS CONFIÁVEIS

O professor Marcos Luís, candidato a vereador pelo MDB, integra a lista das candidaturas confiáveis à Câmara Municipal da capital, com o lema “Inovar para Melhorar”. Nós, do jornalismo político, nos sentimos bem, ao ver nomes qualificados disputando mandatos.

ANTES DE TUDO

Antes de fazer citação no BLOG de um novo candidato a vereador, vejo antes a qualificação.

QUANTO MAIS CABRA, MAIS CABRITO

Para alguém que está no poder, quando numa disputa por uma prefeitura do interior, pequena, o melhor dos cenários para um prefeito é quando, há mais de uma candidatura adversária. Em Epitaciolândia são três. Portanto, não subestimem o prefeito Tião Flores.

NAS GARRAS DOS FALCÕES

O candidato a prefeito de Rio Branco, Daniel Zen (PT), usou da ironia ao comentar as degolas das candidaturas do Fernando Zamora, no PSL; e do Luziel Carvalho, no SOLIDARIEDADE. Diz estar na espreita para ver quais serão as próximas vítimas dos “falcões” – Gladson Cameli e Major Rocha – dentro do grupo dos candidatos a prefeito no grupo de aliados palacianos.

REVIVENDO A HISTÓRIA

Conheço muito dos bastidores da política acreana – fui secretário de Comunicação de dois governadores e três prefeitos da capital – e acompanhei do governo Wanderley Dantas até o Gladson. Mas duas figuras são os papas da história política do Acre: Osmir Lima e Ariosto Migueis. Sabem tudo, com minúcias, De Guiomard Santos até a vitória de Nabor Júnior em 82.

UM NOME DECISIVO

Conversando ontem com o Osmir Lima – cada qual no seu bunker – surgiu no papo uma figura que não é muito lembrada, mas foi decisiva para a vitória de Nabor Júnior ao governo em 1982: Geraldo Maia. Foi graças à entrada do seu grupo político no PMDB, que pela primeira vez o velho PDS foi derrotado em Cruzeiro do Sul, com a vitória de Nabor em cima do Kalume.

FAVORITISMO É UM PERIGO

Tenho minhas razões quando fico com um pé atrás quando, se fala de candidato favorito do tipo já ganhou. Lembro do último comício antes da eleição de 82. No comício do Kalume, na praça em frente ao Palácio Rio Branco, tinha uma multidão e um pipocar de fogos. Kalume já tratado como “governador.” O comício do Nabor foi ali ao lado do mercado novo, na esquina do Terminal, e tinha meia dúzia de pessoas. As urnas abriram e Nabor virou governador.

UMA MULHER PUXA A OUTRA

Ainda sobre política antiga. A ex-governadora Iolanda Lima, na época casada com o deputado federal Geraldo Fleming (PMDB), só entrou na chapa do Nabor Júnior em 82, como vice, graças á outra mulher: dona Laudi, mãe do Flaviano Melo, que fincou pé no seu nome. A macharada não queria a Iolanda. Quem me contou foi a própria ex- governadora, Iolanda Lima.

FRASE MARCANTE

“Quando rezas, estás perto de Deus. Quando sofres, Deus está perto de ti”. Urteaga 

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Acre

Seca de rios na fronteira facilitam comércio ilegal no Acre

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Há barreiras vigiadas pelas forças de segurança nas fronteiras do Acre, Peru e Bolívia, mas o baixo nível do Rio Acre favorece o trânsito, inclusive a pé, para quem deseja atravessar as divisas internacionais. As fronteiras estão fechadas por causa da Covid-19.

O jornal O Alto Acre denuncia um vaivém de comerciantes ilegais nas fronteiras, tudo facilitado pela seca do rio que separa um país do outro.

“A estiagem das chuvas fez com que o rio chegue ao ponto de oferecer passagem a pé com água nos calcanhares. Sem um contingente de homens suficiente para fiscalizar, faz com que pessoas passem para ambos os lados afim de fazer compras de alimentos e remédios”, conta Alexandre Lima, do Alto Acre.

Já em Epitaciolândia, o igarapé Bahia que separa o Brasil pelo Acre da Bolívia, é o grande vilão. Alguns bolivianos e brasileiros vem enfrentando as forças policiais para poder fazer compras de comida e remédios.

Fonte: O Alto Acre

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Acre

Estudo diz que Covid-19 deixou 48% das acreanas sem emprego

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Um estudo feito pela Famivita com mais de 7,5 mil brasileiras entre 27 e 28 de julho de 2020 concluiu que 48% das acreanas perderam o emprego durante a pandemia da Covid-19. A Famivita é especializada em saúde reprodutiva.

Nesse contexto, e segundo essa pesquisa, o Acre é o 3º onde mais mulheres perderam seus postos de trabalho por causa da crise imposta pelo novo coronavírus. No ranking dos Estados, o Amazonas lidera com 61% das entrevistadas afirmando que ficaram sem trabalho formal quando a pandemia se instalou. O 2º é o Amapá, com 50%.

O Estado onde menos mulheres perderam o emprego na pandemia é Santa Catarina (28%). No País, média de 35% das brasileiras perderam seus empregos durante a pandemia, incluindo as trabalhadoras informais.

De todas as faixas etárias, as mais jovens entre 18 e 24 anos, foram as mais afetadas.

Para referência, antes da pandemia, pelo menos 53% das entrevistadas tinham um trabalho. s mães com filhos pequenos são as que mais estão sentindo os impactos com a perda de seus empregos, sendo que 39% delas estão desempregadas e 52% perderam renda.

As grávidas também estão sofrendo com a crise, e 34% delas perderam seus empregos, desde que a pandemia começou.

Até mesmo mulheres que não trabalhavam antes, acabaram perdendo renda de forma indireta, com a perda por parte de membros da família.

Outro ponto a ser considerado, é que até mesmo as participantes que ainda possuem emprego, acabaram perdendo renda, 47% delas.

O estudo da Famivita também abordou sobre o Auxílio Emergencial a desempregados e autônomos e detectou que 62% dos acreanos com esse perfil receberam o benefício. Essa taxa é a maior do País, de acordo com a Famivita.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado entre 27 e 28 de julho. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet com várias perguntas.

O estudo completo pode ser acessado em: https://www.famivita.com.br/estudo-coronavirus-julho-2020/

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Acre

Em julho, Acre desmatou mais que o Mato Grosso, diz Imazon

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Em julho, o Acre desmatou mais que o Mato Grosso, segundo se constata do último boletim do Sistema de Alerta de Desmate (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Naquele mês o Acre contribuiu com 12% do desmate na Amazônia, enquanto o Mato Grosso desflorestou 9% do total registrado na região. Pará (41%), Amazonas (23%) e Rondônia (13%) lideraram no período.

Considerando o calendário de desmatamento 2020, que compreende o período de agosto de 2019 a julho de 2020, o desmatamento na Amazônia Legal foi de 6.536 quilômetros quadrados, o que corresponde a um aumento de 29% em relação ao mesmo período do calendário anterior.

Em julho de 2020, o SAD detectou 1.147 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 11% em relação a julho de 2019, quando o desmatamento somou 1.287 quilômetros quadrados. O desmatamento detectado em julho de 2020 ocorreu no Pará (42%), Amazonas (23%), Rondônia (13%), Acre (12%), Mato Grosso (9%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 283 quilômetros quadrados em julho de 2020, o que representa um aumento de 110% em relação a julho de 2019, quando a degradação detectada foi de 135 quilômetros quadrados. Em julho de 2020 a degradação foi detectada no Mato Grosso (78%), Pará (10%), Amazonas (5%), Roraima (5%) e Acre (2%).

Em julho de 2020, a maioria (59%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (19%), Unidades de Conservação (18%) e Terras Indígenas (4%).

De agosto de 2018 a julho de 2019, foram desmatados 371 quilômetros quadrados. Já entre agosto de 2019 e julho de 2020 o desmate foi de 476 km2, diferença de 28% entre um e outro período.

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Acre

Sobe número de acreanos que conhecem alguém com Covid-19

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FOTO: SÉRGIO VALE

A nova atualização da pesquisa sobre o impacto da Covid-19 no Brasil, do portal Trocando Fraldas (www.trocandofraldas.com.br) mostra que cresceu o número de acreanos que conhecem alguém que foi ou está infectado pelo novo coronavírus: em junho eram 52%; depois, em julho, 68%. E agora, em agosto, subiu para 78%.

O estudo teve abrangência nacional e foi realizado com mais de 7.500 pessoas de 27 à 28 de julho de 2020. O método de coleta de dados foi feito por meio de questionário em formulário na internet. .

Em Roraima, líder do ranking nos Estados, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. Maranhão aparece na sequência, com 80% dos entrevistados afirmando conhecer alguém contaminado. Na primeira pesquisa o Amazonas era o líder, com 77%, mas agora é o 12º, com 70%.

Em Roraima, 85% dos entrevistados conhecem alguém que tem ou já teve coronavírus. No estudos anterior, o percentual era de 81%.

No Rio de Janeiro, 62% dos participantes conhecem alguém que já foi acometido. E esse percentual era de 59% no último estudo.

Já em São Paulo pelo menos metade da população conhece alguém já infectado.

No Rio Grande do Sul, no estudo anterior somente 23% da população conhecia alguém que já pegou o vírus. No novo estudo, o percentual aumentou para 46%.

Dentre todos os estados, 3 em cada 5 participantes conhecem alguém que já foi infectado pela Covid-19. E esses percentuais só crescem com o passar dos meses.

Filas, aglomerações, festas e outros comportamentos inadequados para o período de isolamento social na fase vermelha do risco de Covid-19 eram constantes no Acre. Agora, na fase amarela, a situação deve piorar ainda mais.

Desde que surgiram os primeiros casos de coronavírus na China em dezembro de 2019, o vírus têm se espalhado de forma devastadora em todo o mundo.

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Bombando

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