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Só pagando: novos smartphones terão carregadores vendidos separadamente

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A primeira a indicar o fim do envio de um carregador e cabo na caixa do aparelho foi a Apple, e mais recentemente a Samsung e, logo, é possível que restem poucas companhias que adotem a prática. Os rumores mais recentes indicam que, nos aparelhos que serão lançados a partir do segundo semestre deste ano, só pagando separadamente para conseguir carrega-lo com a mais recente tecnologia.

Segundo o analista de mercado Ming-Chi Kuo, especialista na Apple, a empresa apostaria no iPhone 12 sem acessórios como forma de reduzir custos, já que a tendência é um mercado retraído em virtude dos efeitos da pandemia. A informação de que o iPhone 12 chegaria sem fones de ouvido já haviam sido divulgados por Ming-Chi Kuo. Em maio, ele informou que a Apple poderia criar uma promoção para encorajar a compra de AirPods por parte de quem migrar para o novo modelo de iPhone.

Já a Samsung, planeja abandonar o envio dos dispositivos com a justificativa de que grande parte dos consumidores já possui um e por, supostamente, baratear o preço do smartphone na venda. Contudo, considere que um carregador rápido da Samsung de 15W custa cerca de 100 reais no site da companhia. A vantagem fica pra quem?

Há também a razão ecológica que cerca a industria de eletrônicos. Ambientalistas criticam as fabricantes de smartphones por venderem aos consumidores itens que são básicos e que provavelmente eles já possuem em casa. Estes acessórios “desnecessários” contribuiriam para o acúmulo de lixo eletrônico. Essa já é uma das justificativas, digamos assim, questionáveis, mas usada para explicar o motivo pelo qual os cabos de carregadores da empresa de Tim Cook serem pouco duráveis. No passado, foi retirado o PVC, que garante flexibilidade resistência, mas que traz prejuízos ao meio ambiente.

Como as duas líderes costumam ditar as tendências e direções do mercado, é possível que logo as marcas que ainda embarcarem acessórios em seus dispositivos terão isso como diferencial, atraindo a atenção dos que não querem pagar sempre mais por cada vez menos.

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Cotidiano

Polícia apreende 60 kg maconha e cocaína em Cruzeiro do Sul e prende três traficantes

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Como parte da Operação Hórus, as polícias Federal, Civil e Militar, por meio da Companhia de Operações Especiais – COE, prendeu na madrugada desta quarta-feira, 12, três traficantes no Rio Juruá, próximo à Cruzeiro do Sul, com 60 kg de entorpecentes sendo 56,4 kg de maconha e 3,9 kg de cocaína.

Como a droga é procedente do Peru, a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Federal para os procedimentos legais. O tenente Daniel, comandante da COE, diz que a investigação foi feita pelas polícias Civil e Federal e coube a eles, a interceptação do barco no Rio Juruá com a droga e os homens.

Já são mais de 360 quilos de maconha e cocaína apreendidos este ano na região do Juruá. O que, segundo comandante da Polícia Militar de Cruzeiro, tenente-coronel Evandro Bezerra “afeta a vida financeira das organizações criminosas”.

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Cotidiano

Justiça impede penhora de auxílio emergencial para pagamento de dívida

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A decisão foi tomada no Juízo da Vara Cível de Brasiléia, onde o juiz Gustavo Sirena determinou a impenhorabilidade de valores oriundos de auxílio emergencial em uma ação judicial que pleiteava o recebimento de uma dívida comercial.

A demanda se referia a um débito estabelecido entre as partes, na qual a autora afirmou ter vendido confecções para a reclamada, no valor de R$ 3.500 sem ter conseguido receber, apesar de várias tentativas feitas.

A parte reclamada não compareceu à audiência, sendo decretada revelia. Assim o pedido foi julgado procedente para pagamento do débito. No entanto, quando foi decretada a execução da sentença com o bloqueio de valores, a parte reclamada se manifestou esclarecendo que o dinheiro em conta se tratava do auxílio emergencial, instituído pela Lei 13.982/2020.

O juiz Gustavo Sirena assinalou que o Conselho Nacional de Justiça expediu a Resolução 318/2020, recomendando que os magistrados não efetuem penhora do auxílio emergencial para o pagamento de dívidas, sendo expedida nova decisão determinando o desbloqueio dos valores no prazo de 24 horas.

“Tendo em vista que o auxílio foi deferido àqueles que passaram por vigorosa análise acerca da necessidade e submetidos a critérios para isso, considerando também que a parte exequente é autônoma, é certo que a situação excepcional vivenciada durante a pandemia de Covid-19 é capaz de atingir diretamente o sustento familiar, pois essa é a finalidade do auxílio, prestar socorro”, explicou o titular da unidade judiciária.

Com informações do Portal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJACRE).

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Cotidiano

Sem vigilância, Praça da Juventude de Xapuri é alvo de vândalos durante a madrugada

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Inaugurada há 8 meses, a Praça da Juventude de Xapuri é uma área de convivência comunitária que conta com espaços para atividades culturais e de lazer para a população de todas as faixas etárias, o projeto foi criado pelo governo federal, em 2007, com o objetivo de levar um equipamento esportivo público e qualificado para a população que pudesse se tornar ponto de encontro e referência para a juventude.

Batizada com o nome do jovem Caleb do Nascimento Mota, desportista local morto no ano de 2005, a Praça da Juventude de Xapuri conta com uma quadra poliesportiva coberta, teatro de arena com palco, quadra de areia, pista para caminhada com iluminação, ginásio para artes marciais, camarins, vestiários e sanitários, entre outros. Consta ainda, no projeto, um campo de futebol Society, não concluído. É uma estrutura que não existia no município.

No entanto, o espaço público não conta com vigilância permanente o que possibilitou que o patrimônio fosse atacado por vândalos na madrugada desta quarta-feira, 12. Uma das portas do setor onde ficam os vestiários e banheiros foi arrombada e os invasores promoveram uma grande baderna no interior das dependências, deixando tudo revirado e destruindo alguns materiais.

“Entraram ontem à noite, arrombaram a porta onde deixamos alguns materiais de uso, levaram duas cadeiras do patrimônio público, toda tubulação do poço semiartesiano e saíram deixando pelo caminho mangueira de água, redes das traves da quadra poliesportiva e da de futevôlei”, relatou o diretor da Fundação Municipal de Cultura e Desportos, Jorge Ferreira.

O diretor também explicou que não há vigias na Praça da Juventude no período da madrugada. Segundo ele, o funcionário responsável pela guarda e manutenção do local encerra o seu horário de trabalho às 22 horas. De acordo com ele, a prefeitura tem o planejamento de instalar vigilância eletrônica para dar mais segurança às instalações nos horários de maior vulnerabilidade.

Concebido pelo antigo Ministério do Esporte e implementado com governos estaduais e municipais, o projeto Praça da Juventude conta ainda com a parceria do Ministério da Justiça, por intermédio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que oferece condições para que os espaços possam se consolidar como organizações efetivas e integradas à vida comunitária, educando, ressocializando e apoiando jovens em situação de vulnerabilidade social.

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Cotidiano

Fênix suspende portabilidade e apropria margem consignada dos servidores, denuncia Zen

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O deputado Daniel Zen (PT) retomou nesta quarta-feira (12) o debate acerca dos empréstimos consignados, apresentando nova face do caso: “foram suspensas as operações de portabilidade de dívidas entre instituições financeiras”, afirmou o parlamentar do PT.

Há uma nova empresa, a Fênix Soft, gerenciando os empréstimos consignados no Acre. Ele destacou a importância da portabilidade, que muitas vezes derrubam o juros de uma dívida quando transferida para outro banco.

“A suspensão é um aspecto ainda mais grave porque além de oferecer uma “isca” ao servidor e ele se endivida mais um pouco –e aí aparece uma reserva de mercado de margem extra de 15% e é cobrado juros de 5,5%”, disse.

Segundo ele, a situação encurrala o servidor como gado empurrado ao brete. “Isso é crime”, diz Daniel Zen, exigindo convocação de gestores à Aleac.

O deputado Cadmiel Bonfim (PSDB) disse, em aparte, que havia 5% para o cartão e a empresa Fênix Soft está segurando – ou se apropriando indevidamente –desse valor. “É mais um crime que a empresa comete”, disse.

Zen entende que além de uma audiência pública a Justiça deve ser acionada “em defesa do servidor público”.

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