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PSDB diz em nota que provável vice do pré-candidato Minoru não foi discutida no partido

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB/AC comunica que ainda não foi escolhido o vice para compor a chapa da pré-candidatura para a prefeitura Municipal de Rio Branco no pleito de 2020. O partido compreende as conjecturas feitas pelos analistas políticos e jornalistas, contudo é preciso enfatizar que não há, no presente momento, qualquer conversa com partidos ou figuras públicas, para a definição de um vice para o PSDB. Todas as ilações, nesse sentido, não são verdadeiras.

Todas as deliberações para a definição do vice, em uma possível candidatura do PSDB, serão reguladas pelo diálogo franco e democrático com todas as siglas partidárias que farão parte do arco de nossas alianças.

É preciso enfatizar à população de Rio Branco que todas as informações oficiais referentes à definição do vice serão feitas diretamente pelo PSDB e pelas páginas oficiais do pré-candidato, Minoru Kinpara, no Facebook e no Instagram.

Estamos sempre à disposição para sanar quaisquer dúvidas e prestar esclarecimentos.

Mário Paiva
Presidente da Executiva do PSDB/Rio Branco

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Acre 01

Na Câmara, Leo de Brito cobra medidas do governo federal para evitar apagão no Acre

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O deputado federal Leo de Brito (PT-AC) protocolou nessa quarta-feira, 25, requerimento junto à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, com pedido de informações ao Ministério de Minas e Energia, sobre anúncio do Ministro Bento Albuquerque de que o Acre pode sofrer apagão de energia elétrica, assim como aconteceu com o estado do Amapá.

Segundo a informação, durante reunião ocorrida na semana passada entre representantes do governo do Acre com a Defesa Civil estadual e municipal, foi levantada a questão do apagão que acometeu o estado do Amapá, ocasião em que o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, alertou que o Acre pode sofrer blackout semelhante, caso não adote as medidas preventivas necessárias.

O parlamentar destacou a gravidade da situação e enfatizou que o apagão pode ser um perigo ao Estado do Acre, que só dispõe de um único linhão de energia, sem nenhuma linha alternativa.

“Precisamos dar a devida atenção para esse problema, estamos sofrendo as consequências da privatização da Eletroacre, a qual fui contra e me posicionei diversas vezes no mandato anterior. Aumento de tarifa, demissões, falta de investimentos, paralização do Programa Luz para Todos, e a falta de um linhão para Cruzeiro do Sul, são apenas algumas dessas consequências”, disse Leo de Brito.

O deputado enfatizou que é urgente um posicionamento oficial do Ministério de Minas e Energia sobre quais providências preventivas serão adotadas para evitar que o Acre sofra com um “apagão” de energia elétrica como sofreu o Amapá. “Não podemos deixar acontecer com o Acre a tragédia que vive o Amapá”, finalizou o deputado.

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Acre 01

Sinal vermelho para o saneamento básico em todos os municípios do Acre 

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Por apresentarem baixa cobertura de serviços de água e esgoto somados aos baixos índices sociais, os municípios de Acrelândia, Bujari, Capixaba, Feijó, Jordão, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rodrigues Alves, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri; foram classificados junto com outros 732 municípios brasileiros, como prioritários máximos, dentro dos critérios de priorização do investimento em saneamento no Brasil. O Estudo foi publicado no último dia 12/11, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e assinado pelos pesquisadores Júlio Kuwajima, Gesmar Santos, Valéria Maria Fechine e Adrielli Santana sobre o saneamento no Brasil. Os autores tentam compreender a importância do papel do Estado nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, apresentar um estudo metodológico com critérios de priorização do investimento em saneamento. O estudo classifica os municípios brasileiros a partir de um conjunto de indicadores, gerando um ranking por grupos de prioridades, de modo a equilibrar as condições de acesso aos recursos públicos, visando o aperfeiçoamento da alocação de recursos da União, no momento de crise fiscal, para que, os cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social e a municípios com os maiores déficits, tenham acesso a serviços de qualidade. https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2614subs.pdf

A premissa do estudo é a de que, o acesso aos serviços de saneamento básico resulta em ganhos socioeconômicos, de saúde e ambientais às populações que dispõem destes, considerando que as populações sem acesso a esses serviços apresentam indicadores de desenvolvimento inferiores, especialmente aquelas que não têm acesso a quaisquer serviços de água e esgotamento sanitário. 

A hipótese foi que o cruzamento de dados com variáveis significativas de distintas bases permite aperfeiçoar os critérios para subsidiar o núcleo político e os gestores na alocação de recursos orçamentários, principalmente os que não necessitam de contrapartida dos municípios. Foram utilizados dados de duas fontes: i) o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS, que traz informações fornecidas pelas prestadoras de serviços ao governo federal; e ii) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua do IBGE, cujos dados são obtidos por meio de entrevistas em domicílios selecionados a partir de um plano amostral.

O estudo listou os municípios com graus de prioridade máxima e prioritários, bem como dois outros grupos com serviços precários de água ou de esgotamento sanitário que devem ser considerados. Nosso objetivo hoje, é destacar como ficaram os municípios do Acre no estudo.

Os resultados para os municípios do Acre

Dos 22 municípios do Acre, 14 deles foram enquadrados no grau de prioridade máxima, que são caracterizados por baixa cobertura de serviços de água e esgoto somados com baixos índices sociais. No Brasil foram classificados 732 municípios como prioridade máxima.

Portanto, observamos que todos os municípios acreanos, de uma ou de outra foram, foram classificados em diferentes graus de deficiência na prestação dos serviços de saneamento para a população.  Nesse sentido, existe a necessidade de a União ampliar as suas ações em saneamento básico, principalmente neste momento de revisão do marco regulatório do saneamento, principalmente para os pequenos municípios. 

Onde conseguir os recursos para amenizar a crise?

No Brasil, convencionou-se um recorte em que a inclusão social por meio de ações de saneamento para municípios com menos de 50 mil habitantes, é responsabilidade da Fundação Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde. Já a coordenação das ações de saneamento básico para os municípios com população maior que 50 mil habitantes ficam sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério de Desenvolvimento Regional (SNS/MDR). Também os Ministério da Cidadania e o MMA, atuam para soluções de saneamento, principalmente, no Norte e no Nordeste, no meio rural, com o apoio da Funasa e governos locais, dizem os pesquisadores do IPEA. 

Porém, os pesquisadores reforçam que as autoridades municipais, ao solicitarem ajuda do governo federal, devem elaborar ou ajustar os seus Planos Municipais de Saneamento Básico – PMSB, com qualidade e em linha com o planejamento no âmbito nacional, cujo instrumento de planejamento que integra as ações é o Plano Nacional de Saneamento Básico – PLANSAB. 

Portanto, os prefeitos atuais e os que foram eleitos recentemente, dispõem de um excelente instrumento de planejamento, embasado em comprovações científicas para fazerem injunções frente aos governos federal e estaduais, como também, para dialogar com os políticos das diversas esferas, para justificarem a necessidade de recursos financeiros adicionais para a realização dos investimentos necessários para a resolução deste grave problema social e de saúde pública.


Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas.

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Acre 01

Socorro Neri exonera diretora-presidente do Saerb ligada aos irmãos Correia, do Podemos

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Na caneta, a prefeita Socorro Neri (PSB) deu o troco nos irmãos Correia, Railson Correia [vereador] e o ex-deputado Raimundinho Correia, o “Raimundinho da Saúde”, presidentes da Executiva Municipal e Estadual do Podemos, ao exonerar nesta terça-feira, 24, a diretora-presidente do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), Maria Josilene de Lima Pontes, que estava no cargo desde março deste ano.

A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE). A exoneração de Maria Josilene de Lima Pontes foi motivada, após os irmãos Correia anunciarem apoio a Tião Bocalom (Progressistas).

Quem assume cumulativamente o cargo de diretor-presidente do Saerb é José Herivelton de Holanda Trindade, que vai ficar respondendo pelo órgão por tempo indeterminado.

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Acre 01

O dilema do PT

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O PT, que mandou e desmandou no Acre por cerca de 20 anos, aparentemente vive um verdadeiro dilema. Principalmente os remanescentes que são ideológicos até a medula: Votar no adversário tradicional da Florestania, Tião Bocalom, ou na prefeita Socorro Neri, parceira política da eleição de 2016 e 2018, mas que largou os companheiros a própria sorte?

Pouco importa para onde vão os votos do PT. A eleição está praticamente definida e o desempenho do partido nas urnas no 1º turno foi pífio na capital. A soma dos fatores não altera o produto.

Particularmente acredito que a maioria dos petistas anula o voto, vota em branco ou se abstém. Porém, alguns estão com gosto de sangue na boca e querem cravar no “Boca” por pura vingança. Também por via das dúvidas: Vai que a Socorro Neri ganha, sabe-se lá, coisas sobrenaturais acontecem.

Quando o PT diz que os filiados votarão de acordo com suas convicções é só discurso. Segundo as “convicções”, que fundamentam o PT, nenhum dos dois merece os votos. Nem Bocalom, muito menos Socorro Neri.

Para completar, com a onda do antipetismo quebrando na praia o dilema do PT não é escolher entre Bocalom e Socorro Neri. O buraco é mais embaixo. A questão é que o presidente do partido, Cesário Braga, não quer contar, passa por 2022. Por enquanto, ele vai comendo sardinha e arrotando caviar com a eleição dos quatro prefeitos petistas. Três do Alto Acre e um do Juruá. (Até rimou).

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Bombando

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