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Brasiléia completa 110 anos de fundação mantendo isolamento

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Esta sexta-feira, 3 de julho, é dia de festa em Brasiléia pelo aniversário de fundação da cidade, que completa 110 anos de história. No entanto, em razão da pandemia do novo coronavírus, as atividades alusivas à data estão sendo virtuais, segundo informou a prefeita Fernanda Hassem em pronunciamento feito na noite desta quinta-feira (2).

Em sua mensagem à população, a gestora municipal lamentou a impossibilidade de a data ser celebrada como de costume, exaltou a diversidade da cultura e dos valores que a cidade possui e do povo aguerrido que “enfrenta as batalhas com muita fé e esperança”. Hassem afirmou que mesmo diante da pandemia, a prefeitura não poderia deixar passar despercebida a importante data.

“Quem diria que passaríamos o aniversário da nossa querida Brasiléia mantendo o distanciamento social visando resguardar e garantir a saúde da população, sem podermos realizar a nossa programação e o nosso tradicional desfile cívico. Acreditamos que dias melhores virão e em 2021 voltaremos a ter os festejos do aniversário da cidade”, disse.

A prefeita também fez o anúncio de investimentos na área de infraestrutura do município, como presente de aniversário à população da cidade, como a inauguração da nova sede dos profissionais de endemias e da praça Leonor Ribeiro, além da pavimentação de ruas e o trabalho de recuperação de ramais que vem sendo desenvolvido.

A cidade de Brasiléia teve origem em uma pequena faixa de terra, a partir do antigo Seringal Carmen, em 3 de Julho de 1910, chamando-se Brasília, nome que foi alterado em 1943 para não ser confundido com o da futura capital federal. Assim, recebeu uma nova denominação, derivada da união das palavras Brasil (Bras) e hileia (floresta), como é chamada até os dias atuais.

Em 1992, área territorial de Brasiléia foi dividida, junto com a população, originando na margem direita do Rio Acre o município de Epitaciolândia. Hoje, ocupa o sexto lugar em número de habitantes no estado, com 24.765 habitantes segundo a estimativa do IBGE de 2017, sendo 64,22% na zona urbana, 12.243 habitantes; e 35,78% na zona rural, 6.822 habitantes.

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Destaque 7

Amazônia registra maior índice de queimadas dos últimos 7 anos

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A Amazônia acumula, no intervalo de 1º de janeiro até 8 de agosto deste ano, o total de 22.885 focos de queimadas. Esse número é o maior dos últimos 7 anos.

Se forem considerados os dados dos últimos 14 anos – a série histórica começa em 1998 – o bioma amazônico apenas teve menos quantidade de fogo nos de 2003 (38.143), 2004 (47.633), 2005 (48.258) e 2007 (23.646).

Os registros de queimadas na região somam quase 50% do total que foi detectado pelo Satélite de Referência AQUA Tarde nos demais biomas brasileiros – Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa e Pantanal -, que somaram juntos 54.179 focos.

Entre os estados, o Mato Grosso, com 11. 213 focos é o campeão de queimadas no bioma, seguido do Pará, com 7.184 focos.

Na região Norte, os focos de queimadas estão assim distribuídos: Pará (7.184), Amazonas (5.250), Tocantins (3.926), Roraima (1.664), Rondônia (1.339), Acre (991) e Amapá (11).

No estado do Acre, os municípios de Tarauacá (143), Feijó (116) e Cruzeiro do Sul (69) foram os que apresentaram o maior número de focos acumulados no período de 1º de janeiro a 4 de agosto deste ano.

Dos 991 focos de queimadas registrados no Acre neste ano, 525 foram detectados apenas nos primeiros 8 dias de agosto. Nas últimas 48 horas, foram registrados 161 focos em todo o estado.

 

Os dados são do Relatório Diário Automático do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, divulgado neste domingo, 9.

De acordo com o último boletim sobre previsão do tempo da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), não houve registro de chuva acumulada no período de 1º a 5 de agosto no Acre devido a uma instabilidade no site Gestor PCD da Agência Nacional de Águas.

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Destaque 7

João Batista lança pré-candidatura em Rodrigues Alves

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Uma jovem liderança do município de Rodrigues Alves é a nova aposta para dar continuidade aos projetos e ao legado do prefeito Sebastião Correia, que morreu no dia 27 de julho deste ano. Trata-se do empreendedor social João Batista da Silva, que se colocou à disposição para ajudar a população. De origem humilde e filho de agricultores, Batista já atuou como funcionário público concursado antes de se mudar para Rio Branco.

Mesmo residindo na capital acreana, sempre manteve laços estreitos com Rodrigues Alves e seu povo. Atualmente, é tido como uma referência para os moradores de sua cidade que precisam se deslocar para Rio Branco para resolver seus problemas.

Conforme lideranças locais, Batista também é reconhecido pela capacidade de mobilizar e articular apoio. Nos últimos anos, tem se dedicado a realizar trabalhos sociais em prol da população carente de Rio Branco, bem como de comunidades da zona rural de Rodrigues Alves. Ele mantém casa no município localizado no Vale do Juruá até hoje e faz questão de estar presente em sua cidade rotineiramente.

João Batista já atuou na coordenação e articulação de campanhas vitoriosas em Rodrigues Alves. Contribuiu para eleger Ruy Assem, ex-prefeito, como também o ex-chefe do Executivo municipal Francisco Ernilson, mais conhecido como “Burica, além do prefeito Sebastião Correia e vereadores.

Em sua trajetória política, já atuou como secretário de Obras e exercia, até a morte do prefeito Sebastião Correia – com quem mantinha um forte laço de amizade – o cargo de secretário de Gabinete do município. João Batista também foi dirigente de vários partidos políticos no município de Rodrigues Alves, como o antigo PFL, PMDB, PSDC, PTN e MDB, sigla da qual faz parte atualmente.

“Ao lado do prefeito Sebastião Correia, eu vinha trabalhando com grande empenho para contribuir com a melhoria da condição de vida da população de Rodrigues Alves, tanto na área rural como urbana. Infelizmente, com a ausência inesperada do meu grande amigo, tenho como objetivo garantir a continuidade de seu legado e dos seus projetos, se meu partido assim entender. Este é o meu desafio” afirma Batista.

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Destaque 7

Construção civil do Acre registra maior variação no país

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Divulgado nesta sexta-feira (7) pelo IBGE, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,86% no Acre em julho, registrando a maior taxa do ano de 2020 e a maior variação entre os Estados naquele mês.

De janeiro a julho, o índice acumula alta de 2,06%. Nos últimos doze meses, a taxa soma 3,86% sem a desoneração da folha.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), apresentou variação de 0,49% em julho, ficando 0,35 ponto percentual acima da taxa do mês anterior (0,14%) e registrando o maior índice do ano de 2020. Nos últimos doze meses o índice atingiu 3,33%, resultado abaixo dos 3,52% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. No ano, o acumulado ficou em 1,97%. Em julho de 2019, o índice foi 0,68%.

No país, o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em junho fechou em R$ 1.175,62, passou em julho para R$ 1.181,41, sendo R$ 619,58 relativos aos materiais e R$ 561,83 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,48%, registrando alta significativa em relação ao mês anterior (0,17%), diferença de 0,31 ponto percentual. Quando comparado ao índice de julho de 2019 (0,47%), a taxa manteve-se no mesmo patamar.

Já a parcela da mão de obra registrou taxa de 0,50%, subindo 0,40 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,10%). Em contrapartida, quando comparamos à taxa de julho de 2019 (0,92%), houve queda de 0,42 ponto percentual.

De janeiro a julho, os acumulados são 2,30% (materiais) e 1,56% (mão de obra), sendo que em doze meses os índices são de 3,62% (materiais) e 2,94% (mão de obra).

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Coluna do Astério

Calma, o mundo não acabou! Gladson vai só ali e já volta

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O governador Gladson Cameli apenas se afastou do PROGRESSISTA, o Tião Bocalom e Minoru Kinpara serão candidatos a prefeito, a pandemia da C-19 entrou na faixa amarela, igrejas, bares, restaurantes e botecos podem ir arreganhando as portas, o rio Acre está ficando sem água, muita fumaça e poeira na cidade, o Tião Fonseca continua preso, a Globo continua metendo o pau no Bolsonaro, os preços nos supermercados continuam subindo, o goleiro Bruno está treinando, os venezuelanos continuam pedindo dinheiro nos semáforos, o Montana Jack continua babando o senador Sérgio Petecão, os deputados deputando, os vereadores vereando e o propinoduto em algumas prefeituras continuam drenando dinheiro vivo e o eleitor (burro) não vê. Aos poucos a vida vai voltando ao velho normal. “Novo normal” é só modismo da Globo.

“Os elogios são como uma moeda falsa, que não empobrece a quem dá, mas ilude sempre a quem recebe”. (Afrânio Peixoto)

. Confusão mesmo vai ter daqui para a frente, no segundo turno e depois dele…

. Deputado José Bestene é um poço de mágoa!

. Nadou tanto e morreu na praia!

. A glória da velha ARENA, PDS, PPB, PP e PROGRESSISTA ficou no passado, só mesmo o Jair Bolsonaro!

. Dia dez de agosto será o julgamento do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PP), no Tribunal Regional Eleitoral.

. A esperança pode ser um mal…

. Consta que a ideia de arrancar Minoru Kinpara do processo eleitoral foi parida na frente da praça da Revolução.

. Se o vice-governador major Rocha tivesse tentado impedir a candidatura da prefeita Socorro Neri até se justificaria um ataque a candidatura do Minoru Kinpara, mas ele se moveu em direção ao PSL.

. O que o PSL tem a ver com essa história?

. Me explica isso, Juca?!

. PSDB, PROGRESSISTA, PSD e MDB fizeram um pacto:

. Não apoiar sob hipótese alguma a reeleição de Socorro Neri se ela chegar ao 2º turno.

. Como diz um eleitor do delegado Walter Prado em Tarauacá:

. O jogo é bruto!

. Eles que são brancos que se entendam!

. Os brutos também amam!

. O decidir apenas se afastar do PROGRESSISTA o governador Gladson Cameli fez a coisa certa.

. Ninguém ganha uma eleição sozinho!

. Em Brasiléia o pau tá cantando!

. Poderia ser diferente, mas, como dizia o nosso professor de francês no Instituto Nossa Senhora das Dores:

. “C’est la vie”!

. A cada eleição será um novo confronto!

. É o tipo de guerra que nunca termina, só quando vier outra geração de políticos.

. Bom dia!

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Bombando

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