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Acre permanece com todos os municípios em situação de emergência devido a pandemia

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O Acre tem atualmente, de acordo com os números divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) 5.870 casos ativos da doença. É que de 13.058 casos confirmados no estado, mais de 7 mil são de pessoas recuperadas e curadas da doença.

Mesmo assim, o estado começa mais uma semana com todos os municípios em situação de emergência, o que pelo Pacto Acre Sem Covid, impede que atividades comerciais sejam reabertas e mantém a necessidade de isolamento social.

As mortes chegaram a 353 pessoas em praticamente todos os municípios. Apenas Jordão, Porto Walter e Jordão não possuem registro de óbitos por causa da Covid-19.

Rio Branco com 6.740 casos (51,62%) e 250 mortes (70,83%). Em seguida, aparecem Cruzeiro do Sul com 2.039 casos e 34 mortes e Tarauacá com 650 casos e 3 óbitos.

Camelôs fecharam algumas vias do centro da capital acreana no último sábado, 27, e devem voltar a protestar nesta segunda-feira, 29, tentando pressionar a prefeitura de Rio Branco a flexibilizar as normas de isolamento social e autorizar a reabertura do comércio.

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Acordos com redução de salário e jornada de trabalho crescem no Acre durante a pandemia

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Empresas e trabalhadores acreanos celebraram 35.551 acordos trabalhistas no âmbito do Programa Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego entre abril e outubro deste ano.

Os acordos seguem em linha crescente no Acre. Em setembro foram realizados 34.075 contratos, o que significa aumento de mais de 4,3% em um mês.

Os números mostram que o programa tem sido bem-sucedido em evitar demissões durante o período da pandemia. O programa prevê o pagamento de um benefício mensal a trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso ou a jornada e o salário reduzidos.

Dados atualizados até 23 de outubro mostram que o Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm) permitiu 18.935.405 acordos entre 9.777.442 empregados e 1.456.821 empregadores no Brasil. Até o momento, o programa pagou R$ 26,1 bilhões.

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Jarbas Soster defende “voucher” para população fazer consultas em clínicas populares

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

Na quinta sabatina do ac24horas ocorrida na noite desta sexta-feira, 30, o candidato à Prefeitura de Avante, Jarbas Soster, falou da atuação na pandemia da Covid-19 e aproveitou para defender a entrada da iniciativa privada na área de saúde.

Ao contrário dos seus adversários, Jarbas disse que não enxerga a possibilidade de ampliar o sistema de saúde municipal devido à falta de orçamento.

Em outro trecho, Jarbas afirmou que existem em Rio Branco mais de 30 mil pessoas aguardando uma consulta nos postos de saúde e defendeu a entrada da iniciativa privada, por meio das clínicas populares, para ajudar a desafogar o sistema municipal de saúde.

“As clínicas populares só receberiam o dinheiro das consultas pagas pela prefeitura, caso o atendimento seja comprovado pelos pacientes”, explicou.

Em relação à Covid-19, Jarbas afirmou que muitos morreram devido a uma guerra ideológica dentro da área da ciência.

“Houve uma guerra ideológica na área da esquerda e da direita dentro da ciência. Além de tudo, a gente ver hoje que foi um movimento para saquear o país. Em Rio Branco tivemos, inclusive, o caso do álcool gel e outra coisa: a população foi entregue ao Covid-19. Quando pediram para ficar em casa, foi o protocolo da morte. Muitos procuraram as unidades de saúde quando estavam com problemas graves e acabaram falecendo”, afirmou.

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NOTA PÚBLICA DE RETRATAÇÃO

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“Por força do Termo de Ajustamento de Conduta n. 2/2020, firmado com o Ministério Público Federal, a Federação do Povo Huni Kui do Estado do Acre – FEPHAC e o Jornal Ac24horas, no inquérito civil n. 1.10.000.000657/2019-93, este veículo de comunicação se retrata publicamente pedindo desculpas para toda comunidade indígena e acreana, e reconhece que a matéria intitulada “turismo indígena atrairia gringos, dinheiro e drogas para as aldeias do Acre” (em referência específica ao povo Huni Kui e Yawanawa) apresentou conteúdo equivocado e distorcido, não condizente com a realidade. A notícia repercutiu como conotação de racismo e preconceito étnico e social em meio aos parceiros e apoiadores da causa indígena.

E a fim de ressaltar a importância da valorização da cultura indígena, este jornal publicita o apreço a todos os povos indígenas, em especial aos do Estado do Acre, e com isso, se compromete a trabalhar respeitando os termos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e da Convenção n. 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reconhecem, respectivamente, aos povos indígenas a sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam (art. 231, da CF), bem como a consulta livre, prévia e informada antes de serem tomadas decisões que possam afetar seus bens ou direitos (obrigação estatal de consulta).”

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Região do Alto Acre volta para fase laranja com aumento de 200% em internações

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Na sétima coletiva do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no estado, foi anunciado nesta quinta-feira, 29, que de todas as regiões, a única que demonstrou preocupação com os dados do coronavírus foi a regional do Alto Acre, que regride agora à Bandeira Laranja. A medida foi tomada após verificação de aumento expressivo no número de internação e de novos casos.

Quatro municípios abrangem a regional que deverá voltar a obedecer as regras do Comitê referentes ao nível de alerta. Brasileia, Assis Brasil, Epitaciolândia e Xapuri apresentaram, no período 11 a 24 de outubro, relevante piora no cenário da pandemia.

De acordo com o grupo que avalia o panorama da pandemia no Acre, a região do Alto Acre se comportou de maneira que foi possível observar maior número de notificações e casos. “Em algumas regionais essa piora foi controlada, com um aumento bem pequeno, mas outras foram mais expressiva a ponto de ter um retrocesso, como o Alto Acre”, explicou a coordenadora do Comitê, Karolina Sabino.

O Alto Acre atingiu nota 13 na classificação, com notável piora no índice de notificação por síndrome gripal, com aumento de mais de 100%, e índice de novas internação por síndrome respiratória aguda grave, com aumento de mais de 200%

“Isso é um alerta de que o cenário precisa ser controlado. As medidas precisam ser retomadas. Algo está acontecendo diferente de quando estávamos com controle do cenário. Nas últimas semanas, esse cenário modificou, com possível maior número de aglomerações”, contou Sabino.

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