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Duas unidades de conservação do Acre estão na lista das dez mais ameaçadas na Amazônia

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Um novo estudo põe a Reserva Extrativista Alto Juruá em 4º lugar no ranking das dez unidades de conservação federais mais pressionadas da Amazônia, segundo o projeto SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon no período de fevereiro a abril de 2020.

Já entre as unidades estaduais, a Floresta Estadual Afluente do Seringal Jurupari ocupa a 9ª colocação entre as dez mais ameaçadas pelo desflorestamento.

Através do SAD, o Imazon analisa níveis de ameaça e pressão nas áreas Protegidas, as quais, diz a organização, representam um patrimônio nacional.

Considerando a extensão das APs na Amazônia Legal os seus benefícios para manutenção da biodiversidade, estoques de carbono e na geração de serviços ambientais como a regulação do clima, transcendem a fronteira nacional, alcançando relevância global. “Propomos uma metodologia para monitorar as Ameaças e Pressões nas APs baseada em dados de desmatamento (sem sombra de dúvidas um dos maiores vetores de ameaças, mas há outros vetores como extração madeireira, garimpo, hidrelétricas). Usamos as seguintes definições:

Ameaça: é a medida do risco iminente de ocorrer desmatamento no interior de uma AP. Utilizamos uma distância de 10 km para indicar a zona de vizinhança de uma AP na qual a ocorrência de desmatamento indica ameaça. Muitas APs resistem a esse tipo de ameaça não permitindo que o desmatamento penetre em seus limites.

Pressão: ocorre quando o desmatamento se manifesta no interior da AP, levando a perdas de serviços ambientais e até mesmo à redução ou redefinição de limites da AP. Ou seja, é um processo interno que pode levar a desestabilização legal e ambiental da AP”, explica o Imazon.

 

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