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Operação Ghidorah prendeu quatro pessoas em Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves

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Quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, foram presos na manhã desta terça-feira, 23, pela Polícia Militar e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves durante a Operação Ghidorah.

A mulher e os dois homens foram presos em Rodrigues Alves e o quarto suspeito em Cruzeiro do Sul. Segundo a polícia, todos são de facções criminosas como Bonde dos 13, PCC e Ifara, atuantes no Acre.

A Polícia e o Gaeco cumpriram 20 mandados judiciais: dez mandados de prisão, e dez de busca e apreensão, cumpridos em Rio Branco, Senador Guiomard, Feijó, Tarauacá e Rodrigues Alves, Cruzeiro do Sul e Mato Grosso do Sul.

O nome da Operação remete a uma figura da mitologia japonesa, representada por um dragão de três cabeças, e foi escolhido porque visa atingir o núcleo de três facções. Mais de 60 homens estiveram envolvidos na operação.

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Cidades

Jamyl prefere fazer olimpíadas de jogos a promover educação sexual nas escolas

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

No quarto dia da série de sabatinas promovidas pelo ac24horas com os candidatos à prefeitura de Rio Branco, nesta quinta-feira, 29, foi a vez da participação do policial federal e pastor evangélico, Jamyl Asfury, do Partido Social Cristão (PSC). Entre assuntos que passaram por saúde, educação, mobilidade urbana e gestão, o candidato reforçou seu posicionamento diante às diversidades religiosas enquanto gestor, postura e alianças políticas.

Jamyl se mostrou contrário à educação sexual nas escolas infantis da capital acreana. “Não há que se preocupar em educação infantil sexual. Já vemos de sobra o que acontece na internet. Nós vamos pensar em outra coisa”, diz o candidato. “Estou pensando em fazer diferente. Em fazer uma olimpíada nas escolas. Interclasses infantis, ali eu reforço a estrutura das famílias”, afirma.

O candidato finalizou o assunto dizendo que a educação sexual na infância é uma “metodologia comunista para destruir a estrutura das famílias”. “Trabalhamos o conceito cristão de compromisso com as pessoas”.

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Cidades

Em sabatina, Socorro Neri fala tudo, mas esquece de dizer seu número e pedir votos

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

A sabatinada desta quarta-feira, 28, pelo ac24horas, foi a professora e atual prefeita Socorro Neri (PSB), que tenta a reeleição à prefeitura de Rio Branco. Além de responder perguntas relacionadas à saúde, infraestrutura e mobilidade urbana e educação, Neri também rebateu algumas críticas que seus adversários vêm abordando durante a campanha eleitoral. Entretanto, candidata não citou seu número, nem usou seu tempo de sabatina para pedir voto aos eleitores.

Durante o momento de perguntas com tema livre, a prefeita garantiu: “eu não trabalho com a hipótese de não ir pro 2º turno”. Segundo ela, mesmo assim, ainda considera o momento propício para dialogar e fazer possíveis alianças com demais partidos, como o PT, PSDB, PP, entre outros.

“Espero que a população reconheça a forma correta e séria de como venho conduzindo a campanha. Acredito que o diálogo dirá que façamos num segundo turno as alianças que precisam ser feitas. Não faço ataque a nenhum candidato, nem discriminação a ninguém”, argumentou a candidata.

Neri pensa que sua campanha, bem como a coligação a qual pertence, permite, sim, num segundo turno, a busca por novos aliados. “Estaremos à disposição disso e buscar novas alianças. A finalidade desse trabalho é o interesse da população e o bem coletivo. Não cogito a possibilidade de não ir ao segundo turno, estou muito confiante com o apoio que recebo e as manifestações das pessoas”.

A candidata à reeleição está apostando na união com o governador Gladson Cameli. “Sem disputa partidária, a gente vai avançar muito na cidade de Rio Branco”.

Questionada sobre o que teria levado Gladson a romper com seus próprios aliados para decidir apoiá-la, ela diz que sente apenas feliz e honrada. “É continuar a fazer minha parte, que é trabalhar de forma correta”.

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Cidades

“Se for pra alimentar discórdia, prefiro não ser prefeito”, diz Minoru em sabatina

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Se eleito, vamos unir o governo, o presidente. O que mais importa é superar esse momento – Foto: Sérgio Vale

O candidato do PSDB à prefeitura de Rio Branco, Minoru Kinpara, reafirmou a postura que tem adotado em seus programas eleitorais durante a sabatina realizada pelo ac24horas nesta terça-feira (27). Além de tratar de saúde, mobilidade urbana e educação, o tucano destacou que prefere não disparar críticas, ofensas, ou semear a rivalidade com seus adversários.

Questionado pelos jornalistas durante o tempo de tema livre sobre o que pensa da atual situação entre o vice-governador Major Rocha e da deputada federal Mara Rocha com o governador Gladson Cameli, Minoru afirmou que não irá fomentar esse viés político.

“Nós fazemos campanha apresentando propostas, mas alguns candidatos, que inclusive foram à minha casa me convidar para ser candidato pelo seu partido, preferem usar seus horários na TV para me criticar, ficar nos atacando. Esse mesmo candidato convidou Zé Maria, em Porto Acre, Leila Galvão, em Brasileia, e fez alianças em outros municípios como o PT e o PCdoB. Todas essas são pessoas que eu tenho respeito. Não existe partido que só tem gente boa ou só gente ruim”.

Segundo o candidato, “as pessoas querem saber de gente que faz e realizam. As pessoas querem gestor que faça e tenha resultado”. Kinpara garante que, se eleito for, no dia seguinte irá procurar o governador, pois para ele, governo dividido não prospera.

“Quero ver o vice-governador trabalhando com o governador em prol do Acre. Ver a Mara, vamos trabalhar juntos. Faço política unindo, não faço política separando. Precisamos juntar para ajudar as pessoas. Serei alguém que irá buscar a união de todos. vamos unir o governo, o presidente. O que mais importa agora é superar esse momento”, declarou.

Para o professor universitário, “se for para alimentar a discórdia, prefiro não ser prefeito”. Ele garante que se preparou bastante para disputar a prefeitura. “Fui reitor por 5 anos e 8 meses e trabalhei muito para melhorar nossa instituição. Assim como cuidei da Ufac, quero ter a oportunidade de trabalhar por Rio Branco”, concluiu.

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Cidades

Duarte diz que ingratidão de Gladson é com as pessoas que lutaram para tirar a esquerda do poder

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Duarte lembra que de todos os candidatos, ele foi o único a estar no palanque com Gladson

Na primeira rodada da sabatina do ac24horas que entrevista os candidatos à prefeitura de Rio Branco, o emedebista Roberto Duarte abordou as principais propostas de seu Plano de Governo nestas eleições municipais. Assuntos relacionados à saúde, transporte e mobilidade urbana, educação e até sua relação política com o governador Gladson Cameli foram tratados com os jornalistas Astério Moreira, Luiz Carlos Moreira Jorge e Leônidas Badaró e ao mediador Marcos Venicios.

Natural de Porto Alegre (RS), o candidato de 45 anos é advogado e deputado estadual na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Roberto se posiciona como defensor da família e dos valores cristãos. No momento de tema livre, os jornalistas questionaram se o candidato se sente rejeitado por, apesar de ter feito campanha por Gladson, não ter sido escolhido como candidato oficial do governo para a prefeitura.

Duarte garante que nunca brigou com Cameli. “Não temos o que reatar, eu só disse a ele que eu tenho a minha política. Eu nunca trabalhei com partido de esquerda, sempre me posicionei de forma independente na Aleac e favorável a população do meu estado”.

Para Duarte, o governador tem todo o direito de escolher o candidato que ele quiser para apoiar à prefeitura. “A ingratidão dele [Gladson] não é comigo, é com aquelas pessoas que lutaram por mais de 20 anos para tirar o PT do poder”, ressaltou.

O candidato afirma que a ingratidão do governador foi com essas pessoas, e não especialmente com ele. “O único candidato que esteve no palanque do governador e que esteve ao lado dele nesse time fui eu, Roberto Duarte, todo os outros estavam em outros palanques”.

O indicado do MDB na disputa pela prefeitura destaca que não se sente rejeitado. “Agora, o nosso governador vem apoiando uma candidatura de esquerda, na qual era totalmente contrário quando ele era candidato ao governo”.

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