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“Gladson está ansioso, ora diz uma coisa ora diz outra”, diz Edvaldo

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) abriu a sessão virtual da Assembleia Legislativa desta terça-feira, 23, rendendo homenagens ao cacique Mario Puyanawa, morto no último fim de semana pela Covid-19 no Acre. Ele lembrou também do falecimento Floriano Bandeira, comerciante de Cruzeiro do Sul.

Após as condolências, o parlamentar comunista falou do novo decreto governamental de enfrentamento da pandemia e observou que o Acre entra em um nova etapa. “O decreto estabelece um novo olhar às medidas de combate a Covid-19”, disse, considerando o decreto de Gladson Cameli um instrumento “técnico, científico e importante” para que gestores municipais possam tomar decisões.

Ele pediu correção na indicação do município de Jordão, que pertence ao Envira/Tarauacá e não ao Juruá, conforme cita o decreto. Mas, questiona : “como ter dados confiáveis sem os testes para Covid-19?”, indagou.

Segundo Magalhães, o governador Gladson Cameli entrou numa fase de muita pressão e contrapressão. “Suas atitudes demonstram grande ansiedade. Ora diz que vai faltar instrumentos em função do mercado maluco, sem escrúpulos -ora diz que vai flexibilizar. Não podemos conviver com dinheiro em caixa e faltando azitromicina para sintomas leves. Mesmo com ausência de testes há um número crescente da pandemia”, disse ele, afirmando que o sistema está em alerta vermelho.

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