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Foram aplicados no Acre R$ 3,3 milhões de R$ 24,5 milhões previstos para rodovias federais

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta terça-feira (23) um estudo mostrando que 28 acidentes com caminhões de carga ocorreram nas rodovias federais do Acre em 2019. O número só é menor que o registrado em Roraima (23) e Amapá (16).

Minas Gerais apresentou a maior ocorrência: 2.835 acidentes, ou 17% do total registrado no país no ano passado.

Em 2019, o Brasil registrou 16.802 acidentes envolvendo veículos de carga em rodovias federais. O valor representa 25% de todos os acidentes que ocorreram no último ano.

O orçamento da União de 2020 apresenta ações envolvendo obras em mais de 70 rodovias federais. As ações podem ser em BRs específicas ou apresentar um orçamento geral para a manutenção da malha em determinados estados, regiões ou em um conjunto de BRs. Nesses casos, não é possível determinar para qual rodovia em particular o recurso será destinado.

O valor disponível para investimentos nesses empreendimentos soma R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 2,6 bilhões com recursos autorizados em 2020 e R$ 1,6 bilhão com recursos orçamentários de outros anos. Até abril de 2020, já foram investidos R$ 1,3 bilhão, ou 32% do total disponível. Os restos a pagar pagos equivalem a 90% de todo o investimento realizado.

No Acre, são R$ 24,5 milhões previstos para 2020 mas apenas R$ 3,3 milhões foram aplicados, segundo o estudo da CNI. O Acre possui duas rodovias federais, a BR-317 e a BR-364.

Na avaliação da CNI, além das estimativas de demanda, um dos critérios para a priorização dos investimentos deveria ser o nível de acidentes nas rodovias envolvendo veículos de carga. O indicador é capaz de identificar os principais pontos de gargalo para o escoamento da maior parte das mercadorias produzidas, tendo em vista a concentração da matriz de transporte brasileira na modalidade rodoviária.

O texto está aberto à considerações e o estudo completo da CNI pode ser acessado em:

https://bucket-gw-cni-static-cms-si.s3.amazonaws.com/media/filer_public/df/18/df189229-e169-46b8-b849-3366a10634d2/acidentes_com_veiculos_de_carga_e_obras_da_uniao_em_rodovias_federais.pdf

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Acordos com redução de salário e jornada de trabalho crescem no Acre durante a pandemia

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Empresas e trabalhadores acreanos celebraram 35.551 acordos trabalhistas no âmbito do Programa Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego entre abril e outubro deste ano.

Os acordos seguem em linha crescente no Acre. Em setembro foram realizados 34.075 contratos, o que significa aumento de mais de 4,3% em um mês.

Os números mostram que o programa tem sido bem-sucedido em evitar demissões durante o período da pandemia. O programa prevê o pagamento de um benefício mensal a trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso ou a jornada e o salário reduzidos.

Dados atualizados até 23 de outubro mostram que o Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm) permitiu 18.935.405 acordos entre 9.777.442 empregados e 1.456.821 empregadores no Brasil. Até o momento, o programa pagou R$ 26,1 bilhões.

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Jarbas Soster defende “voucher” para população fazer consultas em clínicas populares

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

Na quinta sabatina do ac24horas ocorrida na noite desta sexta-feira, 30, o candidato à Prefeitura de Avante, Jarbas Soster, falou da atuação na pandemia da Covid-19 e aproveitou para defender a entrada da iniciativa privada na área de saúde.

Ao contrário dos seus adversários, Jarbas disse que não enxerga a possibilidade de ampliar o sistema de saúde municipal devido à falta de orçamento.

Em outro trecho, Jarbas afirmou que existem em Rio Branco mais de 30 mil pessoas aguardando uma consulta nos postos de saúde e defendeu a entrada da iniciativa privada, por meio das clínicas populares, para ajudar a desafogar o sistema municipal de saúde.

“As clínicas populares só receberiam o dinheiro das consultas pagas pela prefeitura, caso o atendimento seja comprovado pelos pacientes”, explicou.

Em relação à Covid-19, Jarbas afirmou que muitos morreram devido a uma guerra ideológica dentro da área da ciência.

“Houve uma guerra ideológica na área da esquerda e da direita dentro da ciência. Além de tudo, a gente ver hoje que foi um movimento para saquear o país. Em Rio Branco tivemos, inclusive, o caso do álcool gel e outra coisa: a população foi entregue ao Covid-19. Quando pediram para ficar em casa, foi o protocolo da morte. Muitos procuraram as unidades de saúde quando estavam com problemas graves e acabaram falecendo”, afirmou.

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NOTA PÚBLICA DE RETRATAÇÃO

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“Por força do Termo de Ajustamento de Conduta n. 2/2020, firmado com o Ministério Público Federal, a Federação do Povo Huni Kui do Estado do Acre – FEPHAC e o Jornal Ac24horas, no inquérito civil n. 1.10.000.000657/2019-93, este veículo de comunicação se retrata publicamente pedindo desculpas para toda comunidade indígena e acreana, e reconhece que a matéria intitulada “turismo indígena atrairia gringos, dinheiro e drogas para as aldeias do Acre” (em referência específica ao povo Huni Kui e Yawanawa) apresentou conteúdo equivocado e distorcido, não condizente com a realidade. A notícia repercutiu como conotação de racismo e preconceito étnico e social em meio aos parceiros e apoiadores da causa indígena.

E a fim de ressaltar a importância da valorização da cultura indígena, este jornal publicita o apreço a todos os povos indígenas, em especial aos do Estado do Acre, e com isso, se compromete a trabalhar respeitando os termos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e da Convenção n. 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reconhecem, respectivamente, aos povos indígenas a sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam (art. 231, da CF), bem como a consulta livre, prévia e informada antes de serem tomadas decisões que possam afetar seus bens ou direitos (obrigação estatal de consulta).”

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Região do Alto Acre volta para fase laranja com aumento de 200% em internações

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Na sétima coletiva do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no estado, foi anunciado nesta quinta-feira, 29, que de todas as regiões, a única que demonstrou preocupação com os dados do coronavírus foi a regional do Alto Acre, que regride agora à Bandeira Laranja. A medida foi tomada após verificação de aumento expressivo no número de internação e de novos casos.

Quatro municípios abrangem a regional que deverá voltar a obedecer as regras do Comitê referentes ao nível de alerta. Brasileia, Assis Brasil, Epitaciolândia e Xapuri apresentaram, no período 11 a 24 de outubro, relevante piora no cenário da pandemia.

De acordo com o grupo que avalia o panorama da pandemia no Acre, a região do Alto Acre se comportou de maneira que foi possível observar maior número de notificações e casos. “Em algumas regionais essa piora foi controlada, com um aumento bem pequeno, mas outras foram mais expressiva a ponto de ter um retrocesso, como o Alto Acre”, explicou a coordenadora do Comitê, Karolina Sabino.

O Alto Acre atingiu nota 13 na classificação, com notável piora no índice de notificação por síndrome gripal, com aumento de mais de 100%, e índice de novas internação por síndrome respiratória aguda grave, com aumento de mais de 200%

“Isso é um alerta de que o cenário precisa ser controlado. As medidas precisam ser retomadas. Algo está acontecendo diferente de quando estávamos com controle do cenário. Nas últimas semanas, esse cenário modificou, com possível maior número de aglomerações”, contou Sabino.

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