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Ufac promete manter cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência

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A Universidade Federal do Acre (Ufac) emitiu uma Nota Pública afirmando que irá manter a política de cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência em cursos de pós-graduação da instituição.

Em Nota, a Ufac reiterou publicamente seu compromisso com a inclusão social, via cotas estipuladas em processos seletivos, aos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição, com o intuito de contribuir para a redução das desigualdades sociais.

“Desde 2017 a Ufac adota políticas de ações afirmativas, disponibilizando vagas nos seus PPGs para candidatos enquadrados nos segmentos sociais supracitados. Além das ações já implementadas, a universidade criou, nos limites do Conselho Universitário, uma comissão para discutir políticas alternativas de inclusão social, aperfeiçoando esse sistema e sugerindo novas alternativas”, diz em trecho.

Entenda

Antes de sair do Ministério da Educação, Abraham Weintraub, revogou uma Portaria de 2016, à época assinada pelo então ministro da Aloizio Mercadante (Governo de Dilma Rousseff), que estabelecia a política de cotas para negros, indígenas e pessoas com deficiência em cursos de pós-graduação nas universidades federais.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira, 18, sem justificativa para que fosse adotada, faz deixar de valer a determinação de Mercadante, que obrigava instituições federais de ensino superior a apresentarem um plano para a “inclusão de negros (pretos e pardos), indígenas e pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação (mestrado, mestrado profissional e doutorado), como políticas de ações afirmativas”.

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