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Incentivo rural e boa safra torna Mâncio Lima referência na produção de melancia

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É chegado o verão amazônico e com ele a colheita de um dos frutos mais valorizados pelos acreanos: a melancia. A boa safra do fruto apoiada pela prefeitura de Mâncio Lima faz com que a cidade seja uma referência na produção da melancia na região do Vale do Juruá. O fruto de polpa vermelha, doce e com alto teor de água ainda contém vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Mâncio Lima se destaca em muitos aspectos quando o assunto é agricultura familiar. “A melancia tem uma data especÍfica para colheita e todos os anos a nossa colheita tem tido resultados positivos e só tem crescido nos últimos anos. Estou muito feliz pelo apoio que temos dado ao produtor rural”, disse o prefeito Isaac Lima.

No ano passado, a cidade colheu mais de 1,5 toneladas do produto considerado com um excelente mercado. “A fruta é vendida por um preço que agrada ao agricultor e o consumidor final”, diz Lima. O prefeito destaca a importância de trabalhar de forma adequada com a melancia. “É preciso plantar no período certo e aproveitar as condições climáticas. Estamos investindo na agricultura porque esta é umas das alternativas viáveis para melhorar a vida do homem do campo e aquecer a nossa economia”, garante.

Com incentivo ao produtor rural, há oportunidade para diversificar a economia e a produção agrícola. A prefeitura de Mâncio Lima diz ter feito investimentos importantes para garantir que a fruta rasteira originária da África, pertencente à mesma família do pepino, da abóbora e do melão, chegue à mesa da população local e dos municípios vizinhos.

A prefeitura destaca que o apoio no preparo do solo, acompanhamento técnico orientando a maneira correta do plantio, identificação dos solos mais propícios para a boa safra, tem sido um trabalho intenso realizado pela secretaria de Produção. No município, mais de 40% dos produtores rurais alternam seus plantios com a melancia e mais de 80 hectares de área já foi mecanizada e a previsão de colheita para 2020 é de pouco mais de 2,5 mil toneladas de melancia.

“A cultura da melancia no nosso município é milenar e muito importante porque ela propicia uma renda extra para o produtor rural. É uma atividade que já estamos trabalhando há muito tempo. É importante ter uma série de cuidados para que o produtor tenha baixo risco com a atividade e venha a produzir frutos de qualidade. Para se produzir com qualidade é essencial ter conhecimento, novas tecnologias e cuidados iniciais desde o preparo do solo à época correta do plantio e da colheita”, ressalta o secretário municipal de Produção, Ezio Pereira Júnior.

Júnior reitera o apoio fundamental da prefeitura que tem garantido à Mâncio Lima a fama de produtor da melhor melancia do Juruá. “Estamos trabalhando com os produtores rurais desde o preparo da área ao acompanhamento com nossa equipe técnica, auxiliando na produção e transporte até os mercados consumidores da região do Juruá. Desde o ano passado que nós somos os maiores produtores desta fruta no Juruá”, diz Junior.

O deputado estadual Jonas Lima é um grande entusiasta da agricultura familiar. De família com tradição na produção rural, o parlamentar vê um novo momento para o homem do campo. Lima, que é natural de Mâncio Lima, desconhece um solo rico e fértil como este.

“Mâncio Lima me orgulha pela tradição e cultura com a agricultura familiar. Aqui é uma terra de solo rico e o nosso povo é criativo e trabalhador. Fico feliz em ver os investimentos que o prefeito Isaac e a vice-prefeita Ângela tem feito para a diversificação agrícola, que é a saída para uma economia sólida. Essa é uma das minhas bandeiras de lutas que sempre tenho defendido”, afirma o parlamentar.

A melancia também é capaz de ajudar a prevenir diversas doenças, como diabetes, infecção urinária e variados tipos de câncer. Quem fala entusiasmado sobre esta iguaria é o produtor rural Rosemir de Queiroz Pinheiro, considerado um dos maiores produtores de melancia de Mâncio Lima. Sua propriedade com mais de 28 hectares com plantação de melancia já passa pela colheita deste ano. Para o agricultor, a expectativa para 2020 é de colher uma média de 40 toneladas, que será vendida entre R$ 10 e R$ 20 nos mercados de Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul.

“Eu trabalho com a melancia por safra porque não tenho cobertura para trabalhar o ano inteiro e a gente aproveita o início do verão entre os meses de março, abril e maio porque, depois disso, a mão-de-obra fica cara e é necessário usar o sistema de irrigação. Em Cruzeiro do Sul é um dos melhores mercados de melancia, todas que levo consigo vender eu não volto com o produto. Este ano estou prevendo colher uma base de quatro mil melancias, vendidas entre R$ 12 e R$ 20 e com isso lucrar pouco mais 60% e ter uma renda extra para a família”.

O fruto leva em média 80 dias para ser colhido. Observar o comportamento do clima, manter o roçado limpo e livre de pragas é essencial para a qualidade, doçura e boa frutificação da planta. O município ainda não trabalha com o sistema de irrigação e sombreamento para o produto e conta com a colaboração do meio ambiente para a produção local.

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Cotidiano

Brasiléia tem 29 focos de queimadas nas últimas 24 horas e Acre supera 9 mil

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Foto: Sérgio Vale

Mesmo com a visível redução no número de focos de queimadas nos últimos dias do mês de outubro, o acumulado de registros do estado em 2020, com base apenas no satélite de referência AQUA Tarde) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), é o terceiro maior desde o ano de 1998 quando se inicia a série histórica do órgão.

Com os dados divulgados na noite desta segunda-feira, 26, o Acre chegou aos 9.053 focos de queimadas neste ano, volume inferior apenas aos acumulados dos anos de 2003 e 2005 – este último ano que ficou marcado por um dos maiores desastres ambientais da história do estado, quando grande parte da Resex Chico Mendes pegou fogo.

Brasiléia foi o município que registrou o maior número de queimadas detectadas pelo satélite nas últimas 24 horas (29). Em todo o Acre, foram 98 registros nesse período. Epitaciolândia ficou em segundo lugar com 15 focos detectados. No ano, Feijó é o campeão acreano de queimadas, com 1.552 registros, seguido de Sena Madureira, com 1.086.

Com 444 focos de queimadas registrados apenas em outubro, o que representa 87.7% do total de todas as outras unidades de conservação federais no Acre, a Resex Chico Mendes chegou a 1.111 focos de queimadas detectados entre janeiro e outubro deste ano – 67,7% do total das demais UC’s no estado.

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Cotidiano

Apenas 9,2 mil crianças foram vacinadas contra a paralisia infantil no Acre este ano

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No Brasil, cerca de 7 milhões de crianças ainda não foram vacinadas contra a paralisia infantil. Até o momento, da população-alvo estimada de 11,2 milhões, somente 4 milhões (20,31%) foram vacinadas contra a poliomielite.

No estado do Acre, foram vacinadas, até o momento, cerca de 9,2 mil crianças contra a pólio, o que corresponde a apenas 14,4% do público-alvo, que é de 64,1 mil crianças de 1 a menores de 5 anos de idade em todo o estado.

Com o conceito ‘Movimento Vacina Brasil. É mais proteção para todos’, a ação teve início em 5 de outubro e se encerra no final do mês, simultaneamente à campanha de multivacinação, que visa atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Nesta última são ofertadas todas as vacinas do calendário nacional de vacinação. A recomendação aos estados que não atingirem a meta é continuar com a vacinação de rotina, oferecida durante todo o ano nos 42 mil postos de saúde distribuídos pelo país.

“O Brasil reafirma o compromisso internacional assumido de manter o país livre da poliomielite, com a realização da Campanha Nacional de Vacinação, que vai até o final de outubro. No entanto, as coberturas vacinais municipais ainda são heterogêneas, podendo levar a formação de bolsões de pessoas não vacinadas, possibilitando a reintrodução do poliovírus”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros.

Para ter o esquema vacinal completo é preciso que as crianças sejam imunizadas com quatro doses, administradas aos dois e quatro e seis meses de idade e mais dois reforços, aos 15 meses e aos quatro anos. Depois disso, a criança deve comparecer aos postos de saúde para tomar a dose de campanha anualmente, até completar cinco anos de idade.

A vacina é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada. A vacina é extremamente segura e possui eficácia de imunização entre 90% e 95%.

POLIOMIELITE

O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território.

Entretanto, ainda existem países endêmicos detectando casos da doença, Paquistão e Afeganistão, que registraram, em 2020 (até 20/10) um total de 132 casos de poliomielite. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.

O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde de todo o país 18 vacinas para crianças e adolescentes no Calendário Nacional de Vacinação, para combater mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.

Com informações do Ministério da Saúde.

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Cotidiano

Colono é morto com um tiro ao discutir com fazendeiro por demarcação de terras

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Claudomir Bezerra de Freitas, de 52 anos, foi morto com um tiro no abdômen na manhã desta segunda-feira, 26, após uma discussão por demarcação de terras em uma colônia localizada no km 85 da Transacreana, entrando 8 quilômetro no Ramal Olho D’água e mais 3 km no Ramal São Joãozinho, na zona rural de Rio Branco.

De acordo com a polícia, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) fez a demarcação das terras na região e o senhor Claudomir colocou uma cerca em sua colônia. Houve uma queimada e sua cerca incendiou.

Pela manhã desta segunda-feira, o proprietário das terras resolveu novamente fazer a cerca de sua colônia, e enquanto colocava as estacas, um vizinho fazendeiro se aproximou e disse que a demarcação onde Claudomir estava colocando sua cerca estava errada. Houve uma discussão e o fazendeiro efetuou um tiro que atingiu o abdômen de Claudomir. Após ação, o autor do crime fugiu do local.

Claudomir foi encontrado morto pelos vizinhos da região que acionaram a Polícia Militar. Uma equipe do Instituto de Criminalística do Acre esteve no local e fez a perícia. O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame cadavérico.
Segundo a Polícia, Claudomir não tem parentes na capital, vai ser embalsamado e enviado aos familiares em Manaus-AM. O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Cotidiano

“É uma oportunidade maravilhosa para a população”, diz Duarte em chegada para sabatina

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O candidato do MDB à Prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte, chegou aos estúdios do ac24horas, na noite desta segunda-feira, 26, para a sabatina que começará às 19h30, e será transmitida nas plataformas do Youtube, Facebook e Instagram.

A sabatina irá focar nas propostas e plano de governo de Duarte. Haverá também perguntas de tema livre, embasadas em materiais publicados nos últimos dias pelo jornal ac24horas. Ataques pessoais e/ou à honra dos adversários serão analisados pelo setor jurídico do ac24horas e facultado um possível pedido de direito de resposta.

Os jornalistas Luís Carlos Moreira Jorge (Blog do Crica), Astério Moreira (Coluna do Astério) e Leônidas Badaró serão os entrevistadores. A sabatina será mediada pelo editor-chefe do ac24horas, Marcos Venicios.

Na chegada, Duarte afirmou que a sabatina será uma experiência benéfica tanto para a população e aos candidatos à capital. “É uma oportunidade de conhecer mais e melhor as propostas que temos para a nossa Rio Branco”, afirmou Roberto Duarte.

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