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Setor de Turismo sofre com demissão em massa e pede apoio para minimizar crise

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Um dos setores mais impactados com a chegada da Covid-19 no Brasil foi o turismo. Com demissões em massa, empresários acreanos que integram o setor se viram obrigados a demitir devido ao decreto de isolamento social. Hotéis, agências de viagens, bares, restaurantes e demais serviços estão parados, ou seja, com receitas zeradas.

O presidente do Conselho Estadual de Turismo do Acre, Rizomar Araújo, relatou ao ac24horas que no Acre ocorreu demissão em massa de funcionários de Hotéis e de Agências de Viagens.

“Olha só tivemos hotéis que fecharam por completo, onde trabalhavam cerca de 40 funcionários todos demitidos. Outros hotéis grandes tiveram de demitir também, pois sem demanda não tiveram como conseguir fazer a manutenção dos empregos. Já nas agências de viagens como o quadro de funcionários já é reduzido, então a demissão chegou a 20 % dos atendentes, no âmbito geral de todas as agências, porque teve empresa que não demitiu porque só tem um funcionário ou é apenas o proprietário que trabalha”, afirmou.

O presidente pondera que cabe ao estado e a prefeitura, diante de cenário tão desanimador, adotar medidas que venham mitigar os efeitos da crise.

“Atuando conjuntamente minimizaremos os duros efeitos da crise. Confiamos na razoabilidade e sensibilidade do governo e prefeitura para que juntos possamos sair da crise recebendo os incentivos para nos mantermos no mercado e, gradativamente, fazermos a manutenção dos empregos e da economia para voltarmos aos níveis que tínhamos antes”, conjecturou Rizomar Araújo.

O setor hoteleiro defende a redução das alíquotas dos impostos estaduais, sendo o ICMS E IPVA na base 70% e carência de 120 dias para recolhimento do apurado, contados após a declaração do fim da pandemia, com parcelamento em 10 vezes sem juros desse montante.

Isenção da cobrança da tarifa mínima contratada de água e luz, de tal forma que as empresas fornecedoras tomem imediata ciência da determinação e já evite a cobrança neste mês atual. Pedem ainda a carência de 120 dias em todas as taxas estaduais.

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