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Sesacre rebate Neném Almeida e diz que denúncia não tem “nenhum fundamento”

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As declarações do deputado Neném Almeida (sem partido) na manhã desta terça-feira, 16, dando conta que existe um grupo que dentro da secretaria de saúde que realiza cirurgias em troca de favores políticos visando as eleições, desencadeou uma nota pública da Sesacre na tarde de hoje.

No comunicado, o Complexo Regulador Estadual da Secretaria de Saúde esclarece que são sem nenhum fundamento as denúncias do deputado quanto à realização de cirurgias eletivas e informa ainda que a Secretaria acatou recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) orientando a suspensão das cirurgias eletivas, como medida de segurança para pacientes e profissionais de saúde e diante do alto risco de contaminação pela Covid-19.

“A Sesacre ressalta também que as cirurgias de urgência nunca deixaram de ser realizadas. Elas dizem respeito a pacientes em fase aguda que dão entrada nas unidades de urgência do estado. Outras cirurgias que também não foram interrompidas são aquelas relativas a traumas e a pacientes oncológicos, que requerem cuidados emergenciais”, aponta trecho do esclarecimento.

A nota enfatiza que a Secretaria de Estado de Saúde do Acre poderá disponibilizar, tanto para o deputado Neném Almeida, quanto para a sociedade em geral, o mapa cirúrgico que é produzido com base na fila de pacientes originários da Central de Cirurgias, se assim requisitarem e enfatiza que estabelece como critérios únicos para que as pessoas sejam colocadas na fila aqueles que são clínicos, e, portanto, restritos à classificação médica, sem promover quaisquer topos de privilégios a quem quer que seja.

“Por fim, informa que o Complexo Regulador Estadual, responsável pela Central de Regulação de Cirurgias, é o órgão responsável que atua sob orientações técnicas e princípios do Sistema Único de Saúde, com transparência em seus processos e merecedor do respeito do parlamentar que o ataca de forma tão vil e desnecessária”, finalizou.

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Avaliação coloca curso de Direito da Ufac como o melhor do Norte com 5 estrelas

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O curso de Direito da Ufac foi classificado entre os melhores do Brasil e o melhor da região Norte entre instituições públicas e privadas. A avaliação é do Índice Aguillar Education (IAE), que chancelou ao curso oferecido em Rio Branco o selo de cinco estrelas; a solenidade virtual da entrega ocorreu na sexta-feira, 23 de outubro.

O IAE leva em conta o desempenho das instituições nos dez últimos exames da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e nos dois últimos do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). O objetivo do IAE é dar visibilidade ao grande público sobre a qualidade da educação jurídica no Brasil, considerando que o exame da OAB e o Enade são de difícil acesso, embora sejam públicos, e não permitem uma análise comparativa entre as escolas, com um sistema de classificação de desempenho.

“Nesta semana, vamos iniciar o ensino remoto com essa excelente notícia. Tudo o que fazemos é para o melhor ensino”, contou a coordenadora do curso de Direito, Jucyane Pontes de Assis Brito. “Cada um de nossos professores e de nossos alunos começam o semestre letivo com esse acolhimento e uma sensação de vitória.”

O fundador da Aguillar Education, professor Fernando Herren Aguillar, disse, durante a entrega do selo, que o IAE é muito útil para quem vai escolher onde iniciar sua carreira jurídica. “São dados objetivos sobre o desempenho dos alunos de Direito; esse é o resultado que levou à criação do selo IAE, que premia as melhores escolas de Direito do Brasil. Então, vocês estão entre os 5% superiores dessas 1.305 escolas; é motivo de, realmente, muito orgulho.”

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“Gladson irá me apoiar num 2º turno”, revela Roberto Duarte em sabatina do ac24horas

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Durante a sabatina promovida pelo ac24horas nessa segunda-feira, 26, o candidato à prefeitura de Rio Branco pelo MDB, Roberto Duarte, revelou uma conversa que teve com o governador Gladson Cameli em meio às eleições municipais 2020. Mesmo não sendo o candidato oficial do governador, Duarte garante que Gladson já tem um candidato em caso de 2º turno.

Garantindo não se sentir rejeitado, Duarte argumentou: “Estando num 2º turno, ele vai estar do nosso lado, ele já falou isso pra mim. Torço por ele, tenho certeza que ele vai me apoiar”. O candidato destacou ainda que “como prefeito vou trabalhar diretamente em parceria com o governador. Tenho certeza que assim como eu o apoiei para ser governador, ele vai nos apoiar para ajudar a população”.

Como prova de que, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), não agiu de maneira pessoal contra o governador, Duarte afirma que 97% dos votos que deu como deputado foram favoráveis aos projetos do governo. “Quando votei contrário foram as minhas convicção, como o aumento no número de cargos comissionadas”.

Ele diz que nunca acompanhou os votos de deputados de esquerda na Aleac. “Nunca acompanhei voto de partido de esquerda numa votação porque o primeiro a votar sou eu, e não tenho acordo no governo, sempre votei de acordo com a minha consciência e do que é melhor pelo Acre”.

Roberto ressaltou que esteve em Brasília com o senador Márcio Bittar e sua vice-candidata, Antônia Lúcia, onde o presidente Jair Bolsonaro teria declinado em seu gabinete apoio à sua chapa em Rio Branco. “Ele autorizou Bittar a dizer publicamente que ele me apoia em Rio Branco”.

Por fim, agradeceu e explicou a garantia de seus votos. “Vou trabalhar de forma inversa como atua a atual gestão e as últimas que passaram por aqui, que priorizaram trabalhar o centro da cidade e os corredores de ônibus. Vamos trabalhar de forma inversa. Vamos trabalhar do bairro para o centro da cidade. Eu moro no meu bairro e sei as necessidades do meu bairro”, finalizou.

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Roberto Duarte quer implantar o 3º turno nas UBS’s com atendimento até às 22 horas

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Na sabatina do ac24horas, ocorrida na noite desta segunda-feira, 26, o candidato do MDB à Prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte, falou acerca das suas propostas da saúde e afirmou que pretende criar o Terceiro Turno que ampliará os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Duarte enfatizou que as suas propostas da saúde foram feitas todas em consonância com o orçamento do município de Rio Branco. Ele pontuou que é possível ampliar os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) até às 22 horas, e destacou que irá contratar mais profissionais de saúde para reforçar essas equipes.

Ele revelou que quer acabar com a situação de a população precisar acordar de madrugada para pegar uma ficha e ficar na fila de atendimento nas unidades de saúde.

“É preciso tratar a saúde com seriedade e prioridade. Estamos em 2020 e ainda nos deparamos em situações em que a nossa população tem que acordar de madrugada para conseguir uma ficha”, desabafou.

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Governo federal propõe parcela extra do seguro-desemprego a demitido de 20/3 a 31/7

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FOTO: GABRIEL JABUR

O governo propôs conceder até duas parcelas extras do seguro-desemprego para quem foi demitido sem justa causa entre 20 de março e 31 de julho de 2020. Atualmente, o trabalhador recebe entre três e cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo trabalhado e de quantas vezes já fez o pedido.

A sugestão do governo foi uma contraproposta apresentada ao Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) e deve ser votada na sexta-feira (30). A ideia do governo é que os pagamentos sejam feitos exclusivamente até dezembro de 2020.

2,76 mi podem ser beneficiados

Pela proposta, os pagamentos extras dependerão da data da demissão e de quantas parcelas o segurado teria direito sem os extras. Na prática, quem foi demitido em julho e já teria direito a cinco parcelas não receberá extras. Nas contas do governo, a proposta terá um custo de R$ 7,3 bilhões e beneficiaria 2,76 milhões de pessoas.

Segurados demitidos entre 20 de março e 31 de julho de 2020 e que já receberam todas as parcelas a que tinham direito poderão receber os extras.

Ideia partiu dos trabalhadores

Os representantes dos trabalhadores no Codefat apresentaram uma proposta para concessão de duas parcelas extras do seguro-desemprego, devido à crise causada pela pandemia. Assim, quem fosse demitido sem justa causa teria de cinco a sete parcelas do benefício. A medida atenderia 6 milhões de pessoas e teria um impacto de R$ 16,1 bilhões nas contas públicas.
O governo se manifestou contra o projeto. Os representantes governistas afirmaram que, se a medida fosse aprovada, teria impactos orçamentários em 2021. Com isso, ficaram de apresentar uma proposta para restringir o pagamento das parcelas extras apenas a 2020.

Um grupo de trabalho especial foi criado pelo Codefat para analisar a proposta dos trabalhadores e sugerir uma contraproposta.

O que falta para a proposta ser aprovada

Para ser aprovada, a proposta precisa de pelo menos dez votos favoráveis. Os representantes dos trabalhadores têm seis votos no conselho, os representantes patronais, outros seis, e os conselheiros indicados pelo governo, mais seis votos.

Além da aprovação do Codefat, o governo precisa enviar uma MP (Medida Provisória) ao Congresso Nacional para que seja aberto um crédito extraordinário no orçamento para que os recursos sejam liberados para o pagamento dos extras do seguro desemprego.

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