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Decreto mal elaborado prejudica microempresários”, diz dona de restaurante de Rio Branco

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“Foi tirado o direito de exercer nossas atividades por causa de decretos mal elaborados”. O desabafo é da proprietária de um restaurante em Rio Branco, se dizendo indignada com a prorrogação do decreto governamental que impede a abertura de estabelecimentos considerados não essenciais neste período de pandemia do novo coronavírus. Ana Cléia Borges relatou por meio das redes sociais nesta terça-feira, 16, que o decreto beneficia uns e prejudica outros empreendedores. “Ao ponto de alguns já declararem falência”, afirma.

Segundo Borges, somente alguns empresários conseguem realmente se manter com o comércio fechado, e que essa não é a realidade da grande maioria. “O decreto está beneficiando esses empresários”, aponta. Ela diz que o decreto prejudica microempresas. “Lhe convido a ficar um dia apenas no meu lugar que vais entender o por que do desespero desses microempresários”, escreveu.

Ela garante que até agora não demitiu nenhum de seus funcionários, mas o auxílio emergencial termina agora neste mês. “Acha que tenho condições de honrar essas 10 famílias que estão lá junto comigo, vendendo de 50 a 80 refeições ao dia?”, questiona. “Não estou dizendo que precisa abrir o comércio de qualquer jeito, estou dizendo que precisamos voltar as nossas atividades de forma responsável com todos os cuidados necessários”, salienta, destacando que “delivery não sustenta restaurante” e que os microempresários estão a ponto de ir a loucura.

O governo do Acre prorrogou recentemente o decreto que suspende as atividades não essenciais e o serviço público até o dia 22 de junho. A prefeitura de Rio Branco também manteve a suspensão dessas atividades.

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