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Governo e empresários apostam na construção para reerguer economia

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A cinco dias do fim do decreto que limita o funcionamento do comércio no Acre, o governo estadual já estuda junto à classe empresarial local uma maneira de reabrir os estabelecimentos de forma gradual, ainda mantendo normas para evitar a proliferação do coronavírus. Além disso, tanto Gladson Cameli como os representantes empresariais apostam na construção civil como a principal alavanca para progredir a situação econômica do Acre após a crise da Covid-19.

O governador já garantiu ao ac24horas que tem procurado órgãos controladores, como o Ministério Público do Estado, para ajudar a fiscalização das ações do governo diante da pandemia. Cameli também já falou por diversas vezes que a retomada da construção civil poderá baixar o desemprego e aumentar a renda da população.

“Com relação à infraestrutura, vou tentar aprovar uma anistia para puxar as empresas que estão fora do mercado novamente para ativa. Além desses incentivos, sensibilizar os bancos para serem mais diretos [com os empresários]. Pretendemos retomar obras, gerar emprego, renda, favorecer o mercado e gerar economia”, disse.

O presidente da Fecomércio no Acre, Leandro Domingos, afirmou em reunião esta semana que o Estado deve, futuramente, “investir na infraestrutura e na construção civil para que consigamos gerar mais renda e, finalmente, fazer com que o dinheiro circule”. Segundo ele, a perda de receita tem sido significativa por conta do desaquecimento da atividade econômica, da paralisação, da inatividade das empresas por força do decreto governamental.

O governo teve um novo encontro com representantes da Fecomércio, Acisa e Fieac nessa terça-feira, 9, onde foi debatido um plano que favoreça o retorno de empresas e negócio afetados com o decreto de isolamento e distanciamento social. Com isso, já vem sendo tratada a possibilidade de flexibilização das atividades econômicas a partir dos próximos dias.

Cameli destacou que a medida só será possível por conta da ampliação do número de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e demais estruturas na rede pública hospitalar para o tratamento de pacientes com Covid-19.

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