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Prefeitos do Juruá investigados na operação Off-Label da Federal

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Os três prefeitos do Vale do Juruá que receberam a visita da Polícia Federal nessa quarta-feira, 3, em casa ou nas prefeituras durante execução da Operação Off-Label se dizem inocentes das acusações de irregularidade na compra de medicamentos e apresentam reações diferentes com relação à atuação da Polícia Federal nessa ocasião.

Ilderlei Cordeiro, que é alvo da segunda operação da PF este ano, se diz perseguido. Chora ao contar que a filha ficou traumatizada com a entrada dos policiais pela janela e afirma que itens que não constavam no mandado, como joias, e documentos de imóveis, foram levados pelos policiais. “Se eu voltar a ter mandato em Brasília vou apresentar leis onde abusos dessa natureza não serão permitidos”, citou.

Já o prefeito de Marechal Thaumaturgo, Isaac Piyãko, defendeu a ação policial. Ele também recebeu a visita da PF em casa nas primeiras horas da manhã e disse que “a Polícia Federal está fazendo o papel dela, que é esse monitoramento e cabe a mim como gestor apresentar a documentação que eles pedem”, explicou Piyãko.

O prefeito de Rodrigues Alves, Sebastião Correia, que teve a visita na sede do executivo, não atacou, nem defendeu a operação. Se limitou a dizer que ” recebeu agentes da Polícia Federal requerendo documentos relacionados à aquisição de medicamentos por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde e disponibilizou tudo às autoridades para averiguação, colaborando com as investigações para assim esclarecer todas as proposições contidas na intimação da referida Operação”.

Por meio da assessoria de comunicação, a Polícia Federal do Acre diz que “apenas fazemos nosso trabalho”.

Bombando

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